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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXXIII)


Com a finalidade de promover uma parceria estratégica, foi concluída, em 28/9/2009, a aquisição, pelo Banco do Brasil, de 49,99% do capital votante e 50% do capital social total do Banco Votorantim, pertencente à família Ermínio de Moraes, no negócio que envolveu R$ 4,2 bilhões.

Engenheiro graduado, nos idos de 1948, e doutor em engenharia, em 1989, pela Colorado School of Mines, EE.UU, José Ermínio de Moraes Filho (1926/2001), teve uma trajetória terrena em benefício da coletividade na área da assistência social e no desenvolvimento industrial do País. Vale destacar:

Diretor–Presidente da S.A. Indústrias Votorantim (1973/1993);

Presidente emérito da FIESP (1° vice–presidente durante 6 anos  e, diversas vezes, presidente interino);

Presidente da Federação Paulista de Futebol (1970/1976);

Presidente da Orquestra Filarmônica de São Paulo (1967/1973);

Vice–Presidente da Confederação Brasileira de Desportos (1975/1978),

1° Vice–Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (1978/1985);

Presidente do Conselho de Administração do Grupo Votorantim (1993/2001)

Ainda dentro desses liames sagrados, vale assinalar que, na gestão de Ângelo Calmon de Sá, presidente do Banco Brasil foi assinado o convênio de assistência médica e hospitalar com o Hospital Beneficência Portuguesa, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, que iriam beneficiar, imensamente, os funcionários do Banco do Brasil.

No tempo em que estamos escrevendo a nossa obra, para nossa felicidade e gáudio, o Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, o maior complexo hospitalar da América Latina, é administrado pela família Ermínio de Moraes.

Calmon de Sá foi um excelente banqueiro que presidiu os destinos do Banco do Brasil (28/2/1974 a 9/2/1977) apoiando, substancialmente, as entidades do funcionalismo: Caixa de Previdência – PREVI e Caixa de Assistência – CASSI, e estimulando a poupança dos funcionários, como antes não visto, com a oferta de parte das ações destinadas a PREVI.

Vale ressaltar que, mais uma vez, apresentando objetivos nos quais foi criada a Empresa, recrudesce a promessa feita, em 21/6/1853, na tribuna da Assembleia Legislativa Imperial pelo deputado Lisboa Serra, o presidente-fundador do Banco do Brasil: “A instituição com que queremos dotar o País há–de ser fonte de muitos benefícios.” 

Dentre os liames sagrados onde a presença dos empresários brasileiros está ligada ao Banco do Brasil, vale assinalar duas imagens em que aparecem José Ermínio de Moraes Filho (retratos originais p & b – 18,5 x 24 cm – Acervo:  Academia de Letras  dos Funcionários do Banco do Brasil: 

Foto n° 306 – Jardim de Inverno Fasano – São Paulo – SP – 18/1/1963 – José Ermínio de Moraes Filho, 1° vice-presidente da FIESP, diante do microfone da Rádio Difusora, profere o discurso em homenagem a Nilo Medina Coeli, gerente da Agência Centro – São Paulo, ao ensejo da realização do jantar de 1.000 talheres,  oferecido pelas classes produtoras.  

Foto n° 307 – Jardim de Inverno Fasano – São Paulo–SP – 18/1/1963 – José Ermínio de Moraes Filho, 1° vice-presidente da FIESP, ao centro, ladeado (E) por Nilo Medina Coeli, gerente da Agência Centro – São Paulo, e (D) por Ney Galvão, presidente do  Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963).   

28/5/2009 – Superintendência do Banco do Brasil – Estado de São Paulo – BB oficializa patrocínio com a Confederação Brasileira de Ciclismo, em evento que teve a presença de Dan Conrado, diretor de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, José Luiz Vasconcellos, presidente da CBC – Confederação Brasileira de Ciclismo, Paulo Villas Boas, representando o Comitê Olímpico Brasileiro, e a equipe de ciclismo de Pindamonhangaba que representou o Brasil na Volta Cíclica do Uruguai. Na ocasião, o presidente da CBC enfatizou:

 “O ciclismo é uma moeda de negócios e o Banco do Brasil acreditou nisso. A medalha olímpica pode vir mais rápida porque estamos pedalando para isso.” (271)   

(271)JOSÉ LUIZ VASCONCELLOS, presidente da CBC – Confederação Brasileira de Ciclismo. – in  Webventure Bike – 2/6/2009.

Em fonte secundária, mas merecedora de crédito, Gazeta Mercantil – Finanças & Mercados – edição: 29/4/2009, observamos que o presidente Aldemir Bendine, no início de gestão, expande o crédito através de nova modalidade de financiamento de produtos da linha branca (fogões, geladeiras, máquinas de lavar, etc.) e de construção civil do programa “Minha Casa, Minha Vida”, “o pacote habitacional do governo federal”, conforme menciona a Gazeta Mercantil.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXXII)


Na presença de Guido Mantega, ministro da Fazenda, Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Aldemir Bendine, presidente do BB, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, Eduardo Suplicy, senador da República, tomou posse, em 6/7/2009, no cargo de presidente da Nossa Caixa, o economista Demian Fiocca, em substituição de Paulo Euclides Bonzanini. Na ocasião, enfatizou:

“Minha missão à frente da Nossa Caixa é dinamizar sua atuação no mercado paulista ao mesmo tempo em que ocorre a integração ao  Banco do  Brasil.”  (268) 

(268) DEMIAN FIOCCA, presidente do Banco Nossa Caixa – Discurso de posse – 6/7/2009 – Assessoria de Imprensa Nossa Caixa – On Line – 07 de julho de 2009.   

O processo de integração teve início em 20/12/2008, ocasião em que o BB e o governo de São Paulo assinaram contrato de compra e venda, e previsto a ser concluído em 2010. Vale ressaltar que, a partir de 4/12/2009, os funcionários da Nossa Casa passaram a trabalhar na condição de funcionários do Banco do Brasil, uma vez que o CNPJ daquela Instituição foi extinto em 30/11/2009.

Nos idos de 2009, a maioria dos membros da Diretoria Executiva do Banco Nossa Casa era constituída de funcionários do Banco do Brasil, conforme data de posse, abaixo mencionada:

Demian Fiocca, diretor–presidente (presidente do BNDES (março/2006 a maio/2007);

Aroldo Salgado de Medeiros Filho, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros (posse no BB: 5/11/1984);

Cláudio Guimarães Júnior, diretor de Finanças e Relações com Investidores (posse no BB: 16/8/1982);

Ederson Fernandes, diretor de Tecnologia e Logística (posse no BB: 7/7/1989);

Edison Magnani, diretor Jurídico (posse no BB: 25/2/1975);

Gueitiro Matsuo Genso, diretor de Produtos (posse no BB: 12/11/1985);

José Cláudio Rego Aranha, diretor de Mercado de Capitais; 

Marco Túlio de Oliveira Mendonça, diretor de Crédito, Controladoria e Riscos (posse no BB: 17/5/1985);

Marly Martins Juskevicius, diretora de Gestão de Pessoas  e Marketing, funcionária do Banco Nossa Caixa;

Paulo Roberto Lopes Ricci, diretor da Rede e Distribuição (posse no BB: 30/5/1984).

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXXI)


As Unidades Regionais de Infraestrutura – INFRE, que tiveram pouca duração (outubro de 1998 a março de 2001), estavam sediadas em 16 localidades de várias Unidades da Federação, a seguir no Estado de São Paulo:

  INFRE Gerente Gestão (início  e  fim) São Paulo José Ferreira A. Neto 29/10/1998 a 15/3/2001.

Bauru Antônio Carlos Ciomini   29/10/1998a 4/3/2001

Com a instalação de superintendências regionais nas capitais, recrudesceu a designação Superintendência Regional – SUREG, no interior, de modo que, nos idos de 2000 apresentava–se o seguinte quadro no Estado de São Paulo [FUNCI – RF 1 a 4 – jan/2000; FUNCI – RF 1 a 4 – nov/2000]:

SUREG – ABC – São Bernardo – SP – Marcos Antônio Rampaz

SUREG – Araçatuba – SP – Osvaldo César Galli

SUREG – Bauru – SP – José Marconi Guimarães

SUREG – Campinas – SP – Edir Gomes Xavier

SUREG – Campinas – SP – Marcos Antônio de Lascio Cusatis

SUREG – Jundiaí – SP – Sérgio Peres

SUREG – Litoral Paulista – Santos – SP – Hélio Coimbra Vieira

SUREG – Marília – SP – Paulo Roberto Meinerz,

SUREG – Marília - Neirim Goulart Duarte

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Antônio Torchio Júnior

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Carlos Massaru Takahasi

SUREG – Paulista Centro – S.Paulo – SP – Fábio Rodrigues Noronha

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Ives César Fulber

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Jefferson Antoniolo Hammes

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – José Manoel Losada Parente

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Maria Aparecida Cordeiro

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Otaviano Amantea

SUREG – Paulista – São Paulo – SP – Tércio Luiz Tavares

SUREG – Pelotas – SP – Álvaro Anselmo Tieppo

SUREG – Piracicaba – SP – João Carlos de Nóbrega

SUREG – Piracicaba – SP – Marcos Antonio de Lascio Cusatis

SUREG – Presidente Prudente – SP – Marcos Luiz Galles

SUREG – Ribeirão Preto – SP – Oton Cabral Goncales

SUREG – São Carlos – SP – Marcelino Canelada Campos

SUREG – São José dos Campos – SP – Antônio Hélio Gozzi

SUREG – São José do Rio Preto – SP – Geraldo Afonso Dezena

SUREG – Sorocaba – SP – Maurício Lambiasi

Com a extinção, em março de 2001, das Unidades Regionais de Infraestrutura – INFRE, em substituição, surgiram novas designações: GERIE – Gerência Regional de Infraestrutura (março/2001 a julho/2004), GEREL – Gerência Regional de Logística (julho/2004 a junho/2007) e CSL – Centro de Serviços de Logística (junho/2007 a maio/2009, em andamento) distribuídas na seguinte ordem:

GERIE Gerente        Gestão (início  e  fim)

São Paulo        Nasser Nehme Abdallah  4/5/2001 a 25/2/2004

Antônio Carlos Ciomini   26/2/2004 a 1/8/2004

Bauru Antônio Pereira da Cruz  12/3/2001 a 1/2/2004

José Geraldo Trevisani    2/2/2004 a 28/7/2004

Campinas        Antônio Carlos Ciomini  5/3/2001 a 25/2/2004

Campinas        Pedro José R.Sanches 26/2/2004 a 1/8/2004

Ribeirão Preto  Antônio Roberto Pavim   5/3/2001 a 1/2/2004

Ribeirão Preto  Alexandre Sérgio de Souza      4/2/2004 a 1/8/2004

GEREL – Gerência Regional de Logística (julho/2004 a junho/2007)

GEREL Gerente Gestão  (início  e  fim)

São Paulo  Antônio Carlos Ciomini   2/8/2004 a 15/5/2007

Bauru José Geraldo Trevisani 29/7/2004 a 6/8/2008

Campinas  Pedro José R.Sanches 2/8/2004 a 28/5/2006
            
José Umberto M. Souza  10/7/2006 a 17/6/2007

Ribeirão Preto  Alexandre Sérgio de Souza 2/8/2004 a 10/6/2007

CSL – Centro de Serviços de Logística (junho/2007 a abril/2011, em andamento)

CSL  Gerente–Geral Gestão (início e fim)

São Paulo     Paulo Hisashi Oshiro   18/6/2007 

Leonel Prado de Moraes

Ribeirão Preto  José Geraldo Trevisani 25/6/2007 a abr/2011, em and.

Prestigiada, em 17/4/2001, por Martha Suplicy, prefeita da cidade de São Paulo, a inauguração do CCBB – Centro Cultural  Banco do Brasil, na capital paulista, teve a presença do presidente Eduardo Augusto de Almeida Guimarães e de toda a Diretoria Executiva: Antônio Luiz Rios da Silva (DIBAN) Ênio Pereira Botelho (DICON), Alkimar Ribeiro Moura (DIFIN), Luciano Corrêa Gomes (DIREC), Rossano Maranhão Pinto (DIRIN), Ricardo Alves da Conceição (DIRUR) e Antônio Gustavo Matos do Vale (DITEC). Na ocasião, o presidente afirmou:

“É a contribuição da Empresa para revigorar a área central da cidade, e representa nossa atenção cada vez maior ao estado de São Paulo.” (253)

(253) EDUARDO GUIMARÃES, presidente do Banco do Brasil (30/3/2001 a 28/1/2003) – in Solenidade de inauguração do  CCBB – São Paulo – SP – Revista bb.com.você – p. 19 – março/abril/2001.

Desde a época da inauguração, o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo foi dirigido pelos seguintes funcionários: Yole Maria de Mendonça (21/4/2001 a 26/5/2002), Walter Nunes de Vasconcelos Júnior (27/5/2002 a 4/9/2005), Marcos José Mantoan (5/9/2005 a 4/11/2007), Marcelo Martins Mendonça (5/11/2007 a 8/6/2009, em andamento).

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXX)


A criação de superintendências regionais nos Estados ressurgiu, a partir de 7/3/1995, com a implantação de dez superintendências regionais em São Paulo e quatro no Rio de Janeiro e, em 20/3/1995, duas em Minas Gerais.

Em 27/10/1998, com a reestruturação da Infraestrutura do Banco do Brasil, aprovada pela Diretoria, a designação Residência foi substituída por Regional de Infraestrutura. A propósito, transcrevemos textos da obra A Caminhada – 70 anos de engenharia e arquitetura do Banco do Brasil, de José Horácio de Araújo:

“Na época havia as Residências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Bauru (SP), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Uberaba (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), e Belém (PA); havia também os 3 CESEC da Infra – Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP); mais os 5 DEREG (depósitos regionais) de Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP); além da gráfica do Rio de Janeiro (RJ).

No bojo da referida reestruturação foi extinta a Residência de Uberaba (MG) – a demanda da sua jurisdição foi transferida para a Residência de Belo Horizonte – e foram criadas 17 Unidades Regionais de Infraestrutura; sendo 12 Regionais (Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém) e 5 Núcleos (Manaus, São Luís, Vitória, Goiânia e Bauru). Algum tempo depois, em nova reestruturação, o Núcleo de Bauru voltou à condição de Regional.

Com a reestruturação, foi criada uma Unidade Central de Infraestrutura, subordinada à DITEC, sob o comando de um Superintendente Executivo, na época, Manoel Gimenes Ruy. O DEPIM, juntamente com outras unidades (DIPLA – Divisão de Planejamento, DEMAS – Departamento de Equipamentos, Móveis e Materiais de Expediente; DEPRE – Departamento de Prevenção e Segurança; e CECOP – Central de Compras), passou a integrar a referida unidade central.

As Regionais de Infraestrutura, antes Residências, depois da absorção das novas demandas (licitações, contratações, compras, pagamentos, administrações prediais, manutenção de equipamentos, malote, almoxarifado, etc.), passaram a contar com Núcleos de Serviços de Engenharia, passando este último a exercer as atribuições da Residência, agora ligada, administrativamente, à Regional de Infra   estrutura e não mais à sede do DEPIM.

Todos os gerentes das Residências, à época, foram nomeados gerentes das Unidades Regionais de Infra–estrutura.” 

(233) JOSÉ HORÁCIO DE ARAÚJO, funcionário do Banco do Brasil (1969/2004), chefe da 4ª Residência de Salvador–BA (25/7/1995 a 28/10/1998), chefe da Infre – Salvador–BA (29/10/1998 a 12/2/2001), gerente da Gerie – Salvador–BA (13/2/2001 a 1/2/2004), gerente da Gerel – Salvador–BA (19/2/2004 a 16/5/2004) – in A Caminhada – 70 anos de engenharia e arquitetura do Banco do Brasil, pp. 143, 144.                                       

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXIX)


Conforme mencionado anteriormente, observamos que, nos idos de 1944, o Serviço de Engenharia – ENGE instalou quatro Residências, com sede no Distrito Federal, São Paulo, Porto Alegre e Recife. Em 1956 houve a extinção da 1ª Residência – Rio de Janeiro [BANDEIRA, 1986].

Posteriormente, em 2/1/1979 foi instalada a 13ª Residência – Rio de Janeiro. O aumento das Residências ocorreu em 1962 (2), 1964 (2), 1968 (1), 1969 (2), 1977 (1), 1978 (1), 1979 (1), 1983 (5) [BANDEIRA, 1986].

Nos idos de 1989, o DENGE – Departamento de Engenharia abrangia 18 Residências distinguidas em 3 categorias. Vale ressaltar que uma parte da relação nominal dos titulares foi colhida da obra 50 anos de engenharia e arquitetura do Banco  do Brasil (1936/1986), de Severiano Torres Bandeira, e outra parte da carta VITEC–2009/054, de 30/4/2009, da Vice–Presidência de Tecnologia e Logística, endereçada ao escritor Fernando Pinheiro, a seguir:  

1ª Residência – São Paulo – SP – 31/7/1944 – chefes de Residência “A”: eng. Antônio Thomaz Godoy Matta Machado (1944/1951), eng. Thomaz Barata Ribeiro (1951/1960), eng. Elias Aronis (1960/1979), Clarindo Rocha Neto (26/10/1979 a 4/10/1995); Antonio Roberto Pavim (13/11/1995 a 27/4/1997), José Ferreira Agostinho Neto (28/4/1997 a 28/10/1998);

11ª Residência – Bauru – SP – 22/8/1977 – chefes de Residência “C” - eng. Clarindo Rocha Neto (22/8/1977 5/5/1978), arq. Mário Augusto Souza Sequeira de Lucena (5/5/1978 a 10/4/1983), eng. Achilles Paulo Pivotto (1/9/1983 a 8/1/1995), Antônio Carlos Ciomini (20/1/1995 a 28/10/1998).

 A 1ª Residência – São Paulo – SP, na gestão do eng. Elias Aronis, chefe de Residência “A” (1960/1977) projetou e construiu dezenas de agências e o Edifício CESEC – São Paulo (atual Centro de Serviços de Logística). Com a saída do eng. Paulo Sampaio Mercadante, por motivo de aposentadoria, em 30/9/1977, integraram a 1ª Residência o arquiteto João Dantas Bacellar e o engenheiro Amaury Cantídio Paranhos Guimarães.

Filho de Ruy Dantas Bacellar e irmão de César Dantas Bacellar Sobrinho, altos executivos que o Banco do Brasil muito se orgulha, o arquiteto João Dantas Bacellar (posse no BB: 31/1/1951, apos.: 20/2/1980) construiu a própria casa, na década de 60, no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista, de estilo moderno, bastante arrojada para a época. De temperamento dócil, tocava violão e costumava reunir toda a família para breves saraus românticos.

A data 12/10/1989, inauguração do CCBB – Rio de Janeiro, é interligada por 3 ciclos históricos anteriores, comprovando a existência de atividades educacionais e culturais dentro do  Banco do Brasil:

15/7/1937 – início do ensino no Banco do Brasil pelo presidente Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937);       

outubro/1948 – inauguração das atividades culturais dentro do Banco do Brasil com a palestra “Influência do dólar na nossa   civilização” proferida por Ruben Meyer, advogado do Banco do Brasil, na presença de João Pacheco Fernandes, inspetor–geral da Agência de São Paulo, Alcides da Costa Guimarães, gerente da Agência de São Paulo. Por força do destino, nesse mesmo local, funciona atualmente o CCBB – São Paulo;

28/1/1955 – inauguração do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil pelo presidente Clemente Mariani.









domingo, 27 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXVIII)


Vale ressaltar que foram criadas, nos idos de 1987/1988, as Superintendências Regionais em várias cidades, inclusive em Bauru–SP, Ribeirão Preto – SP:

SUPER – Bauru – SP – Luiz Buccalon Netto, superintendente regional (1988).

Os Núcleos Jurídicos Regionais surgiram, em 2/7/1987, com a finalidade de centralizar o atendimento dos serviços jurídicos de várias agências em determinada região. Várias designações, no correr do tempo, foram destinadas ao responsável pelo Núcleo: assistente jurídico (2/7/1987 a 3/5/1990), supervisor jurídico (3/5/1990 a 28/9/1992), chefe de NUJUR (28/9/1992 a 17/6/2007), gerente jurídico regional (17/6/2007 a 31/12/2009, em andamento), designação apropriada ao relacionamento externo e gerente geral de Unidade Jurídica de Apoio, para o relacionamento interno.

Com esta elucidação, afirmamos que buscamos apresentar uma relação nominal de comissionados nessa área, fornecida pelas fontes de origem e isentamo–nos de eventual omissão de nome de comissionados, não relacionado na presente obra, em decorrência da alteração de nomenclatura de cargos anteriores.

A propósito, mencionamos um exemplo que abrange as mudanças da designação do cargo: Renan Falcão de Azevedo, assistente jurídico (1/7/1984 a 3/5/1990), supervisor (4/5/1990 a 27/9/1992) e chefe do NUJUR – Caxias do Sul (28/9/1992 a 15/6/1997).  

Diante dessas circunstâncias, vale mencionar os chefes de AJURE, SEJUR, NUJUR, no Estado de São Paulo, e os períodos de gestão:

AJURE – São Paulo–SP – chefe: Geraldo Magela da Cruz Quintão (1983/1987), Glézio Antônio Rocha (1988/1989); Nelson Shinobu Sakuma (2000), chefes–adjuntos: Glézio Antônio Rocha (1983/1987), João Antônio Machado – 22/4/55 (1983/1986), José Júlio Villela Leme (1987/1989), Nelson Esteves Sampaio (1985/1989). 

NUJUR – Araçatuba – SP – Paulo Montoro – posse no BB: 11/10/1962 – (1988/1989)

NUJUR – Avenida Paulista – São Paulo – SP – Roberto Agostinho Rocha (1987/1989)

NUJUR – Bauru – SP – João Fernandes Aguillar (28/9/1992 a 23/5/1993), Paulo Afonso de Marno Leite (24/5/1993 a 3/9/1995), Edmundo Fraga Lopes (13/9/1995 a 3/5/2006), Antônio Carlos Faustino (3/7/2006 a 19/12/2007), José Carlos de Souza Crespo (8/1/2008 a 2009, em andamento) 

NUJUR – Brás – SP – Hamilton Guerra  –  posse no BB: 5/10/1964   – (1987/1989)

NUJUR – Campinas – SP – Paulo Pereira Nogueira (1987/1989)

NUJUR – Campos Elíseos – SP – Takaaki Sakamoto (1987/1989)

NUJUR – Guarulhos – SP – Paulo Miranda Oliveira (1988), Valter  Barbosa Guimarães (1989)

NUJUR – Ipiranga – São Paulo – SP – Paulino Marques Caldeira (1987/1989)

NUJUR – Itapetininga – SP – Paulo Miranda Oliveira (1989)

NUJUR – Luz – São Paulo – SP – Inácio da Silveira Bueno Neto  (1988/1989)

NUJUR – Marília – SP – Francisco Martins Netto (1989). A NUJUR – Marília foi encerrado em 6/5/2004.

NUJUR – N. Srª da Lapa – São Paulo – SP – Nadir Pinto de Oliveira (1988/1989)

NUJUR – Pirassununga – SP – Danilo Lyria Lopes (1989)

NUJUR – Praça da Árvore – SP – Joaquim Soares da Silva (1987/1989)

NUJUR – Presidente Prudente – SP – Antônio Gabriel de Lima (1988/1989)

NUJUR – Ribeirão Preto – SP – Oney de Oliveira Leite (1987/1989)

NUJUR – Santo André – SP – Danilo Lyria Lopes (1987/1988),  Lauro Sotto (1989)

NUJUR – Santos – SP – Antônio Araújo Filho (1987/1989)

NUJUR – São José dos Campos – SP – Fernando Azevedo Carvalho (1988/1989)

NUJUR – São José do Rio Preto – SP – Francisco Martins Netto (1987/1988), Reginaldo Martins de Assis (1989)

NUJUR – Sorocaba – SP – Wilson Bonilha Gonçalves (13/1/1988 a 31/10/1993), Celso de Moura (1/11/1993 a 1/5/2000), Marcos Sérgio Forti Bell (22/5/2000 a 14/8/2000), Antônio Harabara Furtado (15/8/2000 a 4/1/2001), Evanildo Queiroz Faria (5/1/2001 a 2/4/2006), Tadeu Roberto Rodrigues (6/4/2006 a março/2009, em andamento).

A nomenclatura para os gestores das Unidades Jurídicas foi alterada em 2006, passando a ser designada gerente geral de Unidade Jurídica de Apoio, em substituição de chefe de AJURE ou Chefe de NUJUR.

Gerente–adjunto de área – Setor de Câmbio – da Agência Centro – São Paulo – SP, Milve Antônio Peria, nos idos de 1988, fez o lançamento da obra Prática de Importação – Edições Aduaneiras. No 2° semestre/1988, o DEPIM implanta, em diversos imóveis do Banco do Brasil, as brigadas de voluntários, devidamente treinados em prevenir e combater incêndios [BIP – 1988].

De efêmera duração (1988/1989), foram desativadas, em 1989, as superintendências regionais operacionais (designação original de superintendências) instaladas em cidades do interior do País, restringindo–as as situadas nas capitais estaduais, o que viriam a se constituir, posteriormente, sob a denominação de Superintendências Estaduais.

sábado, 26 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXVII)


Nas capitais, nos idos de 1979/1982, ocorreu a posse dos gerentes–adjuntos [BIP –1979; BIP – 1980; BIP – 1981; BIP –1982]. Na capital paulista ocorreram as nomeações:


São Paulo – Agência Centro – 1979 – José Carlos de Brito, Paulo de Vasconcellos Tavares.

São Paulo – Agência Centro – SP – 1980 – Orlando de Lúcia Filho.

São Paulo – Agência Centro – SP – 1981 – Arnaldo Caixeta de Sousa, Carlos Rosalvo de Oliveira Serrano, Cássio Moraes de Oliveira.

Vale salientar algumas nomeações de gerentes e gerentes–adjuntos de agências do BB no Estado de São Paulo, ocorridas nos idos de 1979/1984 [BIP – 1979; BIP – 1980; BIP – 1981; BIP – 1982; BIP – 1983; BIP – 1984]:

Santos –SP – 1979 – Jairo José da Costa, gerente, Alfredo Lopes, gerente–adjunto.

Campinas – SP – 1980 – Benedicto Alves Mafei, gerente, José Vallino,  gerente–adjunto.

Limeira – SP – 1980 – Roberto  Soares  Teixeira,  gerente.

Pindamonhangaba – SP – 1980 – Ney Carmona, gerente. 

Taubaté – SP – 1980 – Sylvio Schmidt, gerente.

Campinas – Agência Centro – SP – 1981 – Dirceu Paladine, José Maria Souto Netto, gerentes–adjuntos. 

Santos – SP – 1981 – Luiz Pedro de Barros Camargo, gerente–adjunto.

Com o advento das superintendências regionais distribuídas em todo o território nacional, nos idos de 1976, vieram se consolidando as AJURE – Assessoria Jurídica Regional e, em datas posteriores, o SEJUR – Serviço Jurídico Regional (idos de 1983 até julho/1987) e, em prosseguimento, NUJUR – Núcleo Jurídico Regional, em substituição da designação SEJUR.

SEJUR – Avenida Paulista – SP – Roberto Agostinho Rocha (1983/1985)

SEJUR – Brás – SP – João Francisco Pires de Barros (1983/1985)

SEJUR – Campina Grande – PB – Manoel Marleno Barros (1985)

SEJUR – Campinas – SP – Paulo Pereira Nogueira (1983/1985)

SEJUR – Campos Elíseos – SP – Takaaki Sakamoto (1983/1985)

SEJUR – Ribeirão Preto – SP – Valton Spíndola Sobreira (1985) 

SEJUR – Santo André – SP – Danilo Lyria Lopes.

SEJUR – Santos – SP – Antônio Araújo Filho – posse no BB: 28/8/1957 – (1983/1985).

SEJUR – São José do Rio Preto – SP – Francisco Martins Netto (1985).

Desenvolvido desde 1984, em parceria com a Cobra – Computadores Sistemas Brasileiros S.A., o sistema on line foi implantado no Banco do Brasil, primeiramente em Brasília e depois com a inauguração, em janeiro/1985, das novas instalações da Agência Centro – Rio de Janeiro.

Em janeiro/1985, o Banco do Brasil ingressa no mercado de ouro, oferecendo aos clientes a custódia de lingotes de ouro, na Agência Centro – São Paulo, como opção de investimentos [BIP – 1985].   

Camilo Calazans de Magalhães – nomeado pelo presidente (eleito) da República, Tancredo Neves, e referendado por José Sarney, o vice-presidente que assumia a Presidência da República, na vaga do presidente eleito e não empossado – tomou posse, em 18 de março de 1985, no cargo de presidente do Banco do Brasil, em clima festivo, prestigiado pela presença dos governadores Agripino Maia (Rio Grande do Norte), Antônio Carlos Magalhães (Bahia), Hugo Napoleão do Rego Neto (Piauí), neto de Hugo Napoleão do Rego, consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944), João Alves (Sergipe), e ainda dos ministros Pedro Simon (Agricultura) e Paulo Lustosa (Desburocratização).

Em retrospectiva, podemos assinalar que, nos idos de 1950, Camilo Calazans tomava posse na Agência de Paraguaçu Paulista. Galgando os degraus da hierarquia do Banco do Brasil, atingiu o posto de consultor-técnico da Presidência e, mais tarde, nomeado diretor, função exercida com eficiência durante 5 anos. Vale destacar ainda que, em épocas distintas, Calazans exerceu o cargo de presidente do Instituto Brasileiro de Café e do Banco do Nordeste do Brasil.

Em julho/1986, Antônio Milve Peria, gerente–adjunto no Setor de Câmbio da Agência Centro de São Paulo, fez o lançamento da obra Câmbio: conhecimentos gerais – Edições Aduaneiras. No mês seguinte, é criada a Comissão de técnicos com a finalidade de desenvolver estudos a respeito da nova programação visual para agências e remodelação do imobiliário [BIP – 1986].

Empossado em 1/4/1976 no Banco do Brasil, o funcionário Mauro Antonio do Valle, após decorridos 10 anos, estreia na   literatura e recebe o Prêmio Revelação  pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA – São Paulo, 1986, pela publicação de “Cantos do Arco da Serrania” – Editora Pannartz – São  Paulo.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

S.PAULO GALANTE (XXVI)


Com a presença do presidente Oswaldo Roberto Colin, na solenidade realizada, em 3 de abril de 1979, 22 superintendentes regionais tomaram posse no cargo criado, em 12/3/1979, pela Assembleia Geral de Acionistas, sob a presidência de Karlos Rischbieter, que estabeleceu nova   estrutura administrativa do Banco do Brasil. 

A seguir, mencionamos, no Estado de São Paulo, a relação nominal dos Superintendentes de Negócio, Varejo e Governo, denominação anteriormente adotada com o nome de superintendente regional de operações, superintendente estadual e superintendente de varejo do Banco do Brasil:

SUPER – SP – Alberto Policaro, superintendente regional de operações (1979/1985), Plínio Dutra Costa, superintendente regional (1986/1988), Sérgio Gusmão da Silveira, superintendente regional (1989), José Maria Rabelo (1999), Edgard Mendes Baptista Júnior (1999), Valéria Maria de Paula Rezende (1999), Gladstone Medeiros de Siqueira (1999/2000), Paulo Euclides Bonzanini (1999/2001), Paulo César Simplício da Silva (2001), Valéria Maria de Paula Rezende (2001), Sandro José Franco (2006).

No dia 10 de maio de 1979, o presidente do Banco do Brasil inaugura, em Buenos Aires, Argentina, a Superintendência Regional da América do Sul e África – SULAF [BIP – 1979]. Na ausência do presidente, por motivo de viagem ao exterior, Eduardo de Castro Neiva, vice–presidente de Recursos e Operações Internacionais, assume a Presidência.

Doutorado (PhD) em Economia – The University of Chicago (1969/1975), “Master” em Economia – The University of Chicago (1971), com extensa obra publicada nas áreas de Economia e Finanças, Paulo de Tarso Medeiros entra para Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, em 30/10/2003, em solenidade presidida pelo escritor Fernando Pinheiro, prestigiado pela presença de Hélio Portocarrero, diretor executivo do MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Bruno Torres Paraíso, diretor/editor da Revista Rumos, Carlos Duarte Caldas, diretor–superintendente da Previndus.

No livro de presença da Academia de Letras, constatamos a presença de autoridades representando Furnas, Eletrobras, CBMERJ, e um grupo de pessoas que veio especialmente de Cachoeiro de Itapemirim – ES, terra natal do homenageado, prestigiar o evento.

Paulo de Tarso exerceu o Magistério na Escola de Pós–Graduação em Economia da FGV – Fundação Getúlio Vargas, Professor no Curso de Economia da Universidade Santa Úrsula – Rio de Janeiro – 1986/1991. Ainda na FGV: Professor de Sistema Financeiro e de Mercado de Capitais (1977, 1981, 1983, 1984, 1985, 1986), Professor de Estatística (1974, 1985). Professor de Econometria, nos idos de 1973/1974, da PUC – RJ.

Na área externa do Banco do Brasil, Paulo de Tarso Medeiros assumiu, nos idos de 1992, o cargo de representante do Banco do Brasil – Washington, DC – EE.UU., desenvolvendo atividades pertinentes à geração de negócios, dentre as quais destacamos:

“operações de “trade finance”, negócios de “correspondent banking”, obtenção de linhas de crédito bancárias, captação de depósitos, cartas de crédito, contatos com entidades multilaterais (BID, Banco Mundial, FMI)”. 

(188) PAULO DE TARSO MEDEIROS, diretor de Finanças do Banco do Brasil (4/6/1991 a 23/1/1992), membro da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (Cadeira patronímica de Visconde de Mauá).     

Em abril do ano seguinte, a BB Tur – Viagens e Turismo Ltda. abre o escritório de vendas na Av. Augusto Severo, 84, no Rio de Janeiro, com a finalidade de atender aos funcionários do Banco do Brasil, em viagens a serviço ou em férias, com a família. Anteriormente, o escritório funcionou na sobreloja do Edifício Visconde de Itaboraí, à época um dos edifícios–sede. Em outubro/1987, a BB–Tur amplia atividades, abrindo escritório na Rua Líberó Badaró, na capital paulista [BIP–1983; BIP–1987].