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domingo, 25 de agosto de 2013

AJUDA BEM-VINDA


A chegada dos médicos cubanos para o Brasil, a partir de 24/8/2013, marca um período de carência que começa a diminuir dentro do quadro alarmante divulgado, com intensa repercussão, ao longo de muito tempo, pelos meios de comunicação.
A saúde pública no Brasil é um dos assuntos que preocupa a maioria da população brasileira, principalmente as multidões que precisam urgentemente de hospitais públicos, sem terem planos de saúde.
Esses planos não têm prestígio nos consultórios de médicos psiquiatras, por uma questão de mercado voltada ao direcionamento oferta e procura. A depressão, a doença que mais cresce no Brasil e no mundo, está ligada à área da Psiquiatria. Nessa área, a classe pobre é completamente desassistida.
Os 4.000 médicos cubanos destinados a servir no Brasil, mediante o acordo firmado com a Organização Pan-Americana de Saúde, serão encaminhados a cidades do interior do Norte e Nordeste, onde houve menor opção de escolha, oferecida pelo governo brasileiro, para os médicos brasileiros trabalhar.
Ao longo de 3 anos, serão 701 municípios brasileiros a serem atendidos.
Há uma controvérsia de opiniões que se debatem acirradas atingindo até a esfera jurídica, onde o Ministério da Saúde está ganhando causas e se debatendo em recursos que se promovem do outro lado da contenda.
Está comprovado, pelas informações da televisão, a falta de médicos no Brasil em ritmo crescente e em número bem superior à oferta pelas universidades onde eles são formados. O governo brasileiro buscou uma saída pela importação de médicos cubanos.
Milhares de médicos cubanos estão servindo no exterior, espalhados pela África, Ásia, Oceania e América Latina com grandes benefícios para as populações vitimadas pelo sofrimento e dor. Agora chega a vez do sertão nordestino, em primeira leva, a ser beneficiado pela ajuda cubana. Seja bem-vinda.
Se houvesse uma prevenção de saúde mais atuante para diminuir o número bastante elevado de pacientes em hospitais públicos seria um caminho bem direcionado.
Na área da Psiquiatria, há reclamações de setores especializados, que priorizam o tratamento terapêutico, contra a pressão das indústrias farmacêuticas que querem vender psicóticos, em grande escala, a pacientes de depressão que tenham receita médica, instalando a dependência química legalizada. Leiam o post Medicações do blog Fernando Pinheiro, escritor - 28 de julho de 2013.
Mas a consciência dualista, fragmentada onde a separatividade domina, faz com que o planeta inteiro passe por dores e sofrimentos. A personalidade, que entroniza o ego, tem vez sobre a essência etérea que todos somos e a grande maioria da população nem sabe ou não quer saber.
A saúde é a presença do estado mental voltado ao equilíbrio das emoções, antes em desalinho, agora realinhada a outros corpos mais sutis onde o ser profundo se manifesta, principalmente no estado do sono.
Os médicos sabem que o sono faz um papel regenerador e aqui estão eles, vindos do Caribe, amado por seu encantamento de mar e de praias turísticas que o mundo reverencia. No primeiro discurso de posse Hugo Chaves, no cargo de presidente da República da Venezuela, ele se referiu à Amazônia caribenha, louvando a integração que essa imensa floresta tem com os países da América Latina e concluiu: comunismo ou morte.
A mídia internacional, notadamente nos Estados Unidos, não tem interesse de elogiar o governo que possui um regime político diferente do deles, inclusive impondo embargos e sanções comerciais (Cuba e Venezuela).
O destino do povo brasileiro agora se une com o destino dos médicos cubanos que vêm de longe, largando família e seus lazeres, para ter o convívio com outras famílias que serão beneficiadas com a presença deles.
Somos gratos à Cuba, terra da medicina qualificada e reconhecida pelo mundo inteiro.

sábado, 24 de agosto de 2013

PÉGASO (IV)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
De repente, estávamos num lugar aprazível onde foi realizado um encontro de seres multidimensionais vindos de outras esferas planetárias que estão acompanhando a transição planetária, não participamos do encontro, pois já havia acabado antes mesmo de nossa chegada.
Tudo é num flash de luz, como o bater de retrato numa máquina fotográfica, pela primeira pudemos sentir o clima de uma egrégora que estava ali formada na dimensão quintessenciada, a quinta consciência planetária unificada que está sendo implantada na Terra, observada no mundo interior de 2 bilhões dos 7 bilhões de habitantes do planeta.
O recinto florido era um jardim onde havia uma mesa onde estavam reunidos os participantes do grupo que vieram assistir à essa irradiação luminosa vinda de esferas multidimensionais. Os aspectos das pessoas eram de impressionante beleza, algo em comum nos unia de forma suave e alentador, senti o amor num recinto iluminado pelas nuances de cores que se projetavam de uma luz central, era a egrégora.
Como estava terminada a reunião de clamor festivo de triunfo, pensamos agora é hora de voltar, não senti nenhuma necessidade e ainda nos resquícios dos pensamentos terrenos, pensei em voltar para casa e antes procurar um hotel para passar a noite, essas coisas que nós os seres humanos temos.
Fui em direção da saída e vi que havia um portão antecedido por uma entrada de jardim, quase impercebível porque os ramos das roseiras fazia uma espécie de entrada de acesso ao portão. Rosas perfumadas exalavam suave perfume.
Como acontece sempre em minhas andanças ou voos nesses destinos extraterrestres, penso em voltar e a volta se faz num milésimo de segundo. Antes, sentei-me na cabeceira da cabeça, aqui na Terra é um símbolo de prestígio, e uma pessoa de aspecto muito agradável pela postura em servir, aproximou-se de mim, como lendo os pensamentos, estava disposta a atender o que pudesse pedir.
Naquele momento, não havia desejos em mim e lembrei-me que os seres multidimensionais não esperam acontecer porque quando pensam acontece, no mesmo instante, o que pensaram, fantástico. Os homens comuns se preocupam à toa sobre o passado e o futuro e perdem o tempo no presente quando o pensamento está ocupado nesses afazeres comesinhos, de pouca importância transcendental.
Num átimo, estávamos de volta à Terra que vive a consciência planetária fragmentada, e lembramo-nos de José Mujica, presidente do Uruguai que disse, em 24/9/2013, na Assembleia Geral da ONU que tinha “o sonho de uma sociedade libertária e sem classes.”
A respeito vale assinalar a abordagem na crônica O JOGO SOCIAL – 25 de fevereiro de 2013 contida no blog Fernando Pinheiro, escritor:
“Na sociedade ainda dominada pelo medo que é alimentado pela mídia da comunicação e conservado pelas massas humanas que lhe dão peso e referência, presenciamos uma consciência planetária fragmentada, separatista, discriminatória, resultante da crítica e do julgamento. Mas, como temos dito anteriormente, essa densa dimensão dissociada está indo embora do planeta Terra.”
Em nossa bagagem, nos aeroportos é representada por malas, não existia na forma convencional, apenas a luz que fez despertar o mundo de transparência que já existe para aqueles que conseguiram ascender à quinta dimensão unificada, o nosso destino promissor.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

SOLITUDE

A solitude é o momento, a ocasião ou a circunstância em que a pessoa pode desfrutar para viver sozinha, isto sem denotar obrigatoriamente a possibilidade de solidão. Pode participar de eventos sociais ou pessoais, com eventuais encontros amorosos ou namoros, conservando-se sempre independente de algum vínculo estabelecido no jogo social onde há um compromisso.
É o estilo de vida que se ampliou em toda a convivência social da sociedade humana planetária que vive a experiência da troca de impressões ou sentimentos afetivos onde busca se encontrar. Este modelo é o resultado de agonias em busca do que se propala sobre felicidade momentânea, uma vez que o sentido eterno está muito longe daqueles que não se doam.
A experiência humana, nos dias atuais, acumula frustrações e busca renovada daquilo que foi descartado por não servir ao que é idealizado dentro de uma sociedade de consumo de bens transitórios.
Dessa forma, o acompanhante da parceria momentânea é descartado não porque ele não corresponda a um convívio salutar, mas porque a parceira não soube definir a sua própria escolha que muda de acordo com aquilo que pensa ser a bola da vez. Os interesses são maleáveis ao padrão do momento em que a cultura hedonista pensa ser o melhor.
Não há a busca de si mesmo como um referencial que estabeleça a estabilidade do casal mas um olhar ao outro como se ele viesse preencher a lacuna que pode ser unicamente preenchida por quem busca se conhecer, a nível de alma ou interiorização de sentimentos profundos.
Antes de conhecer alguém é necessário que a pessoa busque saber as suas necessidades e idealizações no campo sentimental, a não ser que despreze os sentimentos e busque se concentrar unicamente nos apelos da atração física que é de grande importância entre os casais.
A independência, em todos os níveis, é fundamental na convivência a dois como também é importante no estado de solitude. É, em outras palavras, a busca da vivência do momento feliz em que o outro parceiro, homem ou mulher ou na união gay, não pode ameaçar ou interferir.
A solitude é apenas no campo material refratário à convivência social, mas isto é apenas um esforço para se viver em solidão, mesmo não a sentindo nos momentos de festa social ou de encontros casuais amorosos que podem ser frequentes na variação de parcerias diferentes.
Em termos transcendentes o estilo de vida que caracteriza a solitude não existe porque estamos sempre acompanhados daqueles que nos acompanham de perto ou de longe ou em outras esferas onde o pensamento viaja em busca de uma ligação de sentimentos.
Por desconhecer essas esferas onde o pensamento flui em viagens, a criatura humana não sabe as implicações daquilo que buscou e recebe as energias que podem se infiltrar no seu comportamento diário provocando-lhe sérios embaraços, como é o caso de obsessão de almas errantes que têm afinidade com o interlocutor.
Nos apelos religiosos é altamente louvável a comunicação que se estabelece entre esses dois planos dentro das correntes do amor, mas fora dessa vibração amorosa a comunicação passa a ser um distúrbio grave que a Psiquiatria busca encontrar um meio de devolver ao paciente o direito de escolha.
Na novela Amor à Vida o paciente Thales, no papel do ator Ricardo Tozzi, vivenciando a solitude, mesmo acompanhado da namorada Leila, na vida real a atriz Fernanda Machado, vai ao consultório do psiquiatra Renan, vivido pelo ator Álmo Facó, para saber o que fazer diante de uma situação que sente a presença de Nicole, já falecida, interpretada pela atriz Marina Ruy Barbosa.
A palavra do psiquiatra é que o medo pode criar alucinações. Este sentimento é o único que dificulta a comunicação entre os dois planos e principalmente impossibilita a ascensão de consciência fragmentada para a consciência unificada em que o planeta está alcançado a passos de galope. Somente o ser profundo, que todos somos, pode alcançar esse patamar de grandeza.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

PÉGASO (III)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
De repente, estávamos num lugar distante do centro dos alvoroços onde havia lutas em conflitos, assim como acontece na Terra, em ambos os ambientes a presença da consciência planetária dissociada, mergulhada na matrix.
Passou perto de mim, um ser que possuía a cabeça quadrada e quadrado era o seu tronco, as pernas bem curtas, na virada do corpo fez um gesto que somente as mulheres fazem, calçando sapato alto, era sim, uma mulher, indiquei-lhe o caminho para o banheiro, mas ela não quis saber e continuou a descer uns degraus abaixo do nível em que estávamos.
Chamou-me pelo nome e sabia quem eu era na Terra: um escriba. Havia nela uma conformação do estado em que se encontrava: adormecido de sua realidade espiritual.
Ela já estava conformada com a situação, depois de ter passado muito tempo em sofrimento e amarguras, parecia que o estoque de lágrimas já tinha sido esgotado e a única solução encontrada era ficar naquela situação de torpor.
Na música do filme O Senhor dos Anéis, a letra nos sugere “pode ser que quando a escuridão cair, seu coração será verdade, você caminha a estrada solitária”.
Realmente, as pessoas vão para onde os seus pensamentos estão. Em janeiro de 2011, quando ocorreu enchentes e deslizamentos na região serrana do Estado do Rio de Janeiro, em sonhos presenciamos consciexes sendo arrastadas pelas vibrações do mesmo teor vibratório que estavam nelas.
Com os corpos físicos soterrados e as almas apegadas à matéria, redes de luz eram atiradas no subsolo das áreas afetadas com a finalidade de tirar-lhe daquela situação, quando vinham à superfície eram arrastadas por essas idênticas vibrações que nelas estavam. Os benfeitores espirituais não podiam prendê-las e as deixavam seguir o seu caminho.
Esta cena lembrou-me daquilo que vemos falando na transição planetária. Como nada se perde e tudo se transforma, essa transformação ganha passos em outras direções que lhe serão benéficas com outros aprendizados.
Um coisa temos a certeza: em qualquer situação que as pessoas se encontrem, se houver um pensamento, uma súplica para modificar os panoramas íntimos, o amparo espiritual surgirá sempre. Somente o medo pode impedir, nada mais. A crença é a força que move tudo.
Mesmo caminhando na estrada solitária, como nos diz a canção, o seu coração será verdade.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O RETORNO (III)

Mais uma vez a novela Amor à Vida da TV Globo mostra o retorno de Atílio (Luís Melo). Desta vez para a casa de Gigi (Françoise Forton), a ex-esposa que já teve boa vida e agora residindo numa casa velha com problemas de infiltração de água nas paredes.
A mente dele está convulsionada pelos últimos acontecimentos que colocaram à frente as duas esposas que disputavam o jogo da realidade no ambiente que ficou obscurecido até a chegada de Vega, papel da atriz Christiane Tricerri, e de Márcia, a outra esposa, protagonizada por Elizabeth Savalla.
Agindo rápido, a esposa Vega, com as provas de bigamia e de falsidade ideológica e ainda do laudo médico comprovando o tratamento psiquiátrico, conseguiu uma liminar do juiz confiscando todos os bens de Atílio, inclusive a conta corrente em banco e os respectivos cartões de crédito.
Sem ambiente de voltar à casa da esposa Vega que o interditará, foi à casa de Márcia para pedir-lhe abrigo. Ela o recebeu com ressalva de que ele mudasse de proceder e ficasse somente com ela e até aceitou a nova lua de mel sugerida por Berenice que também queria acompanhar o casal para se distrair.
Quando percebeu que o Atílio não tinha mais nenhum dinheiro a oferecer-lhe e ainda quis saber qual foi o destino daquele pacote de notas de R$ 100,00 que ela recebera dele. Com isto, Márcia ficou mais irritada e o expulsou de casa.
A briga em juízo causa sérios danos à saúde mental de qualquer pessoa, não importa em que situação está ocorrendo o processo. A justiça alcança parâmetros elevados e ultrapassa o dualismo humano onde a justiça transitória circula.
A justiça por si só já se espelha no mecanismo ação e reação, ou causa e efeito, paradigma ainda utilizado na sociedade humana dissociada em que ainda não alcançou a consciência unificada planetária que está sendo implantada não mais com disputas judiciais nem apelos religiosos ou ideologias que o tempo está consumindo.
A lei de causa e efeito prosseguirá, no decorrer de alguns séculos até que seja implantada definitivamente a Era Dourada ou Era de Aquarius, onde surgirá a Lei da Graça e Ressonância, onde somente a luz será manifestada. O dualismo será substituído pelo estado de graça ou beatitude.
Assim no bojo da dimensão dissociada planetária, o dualismo será extinto carregando consigo toda essa humanidade que depende de tribunais para sobreviver. A justiça terrena, como a conhecemos, irá desaparecer, surgirá apenas o amor no reino sem contendas.
Atílio está em casa de Gigi e é surpreendido pela visita inesperada de Vega que o ameaça tirar-lhe tudo, inclusive mando-o para a cadeia. O ciúme é a posse daquilo que não se tem. A frustração gera agressão. A ação litigiosa envolve o judiciário em decisão que separa sempre: bens e pessoas.
A libertação da terceira dimensão dissociada planetária será apenas para aqueles milhões e milhões de pessoas que não serão dependentes de nenhuma situação ou circunstância. É o fim do sectarismo em todos os níveis sociais. A consciência unificada planetária, a quinta dimensão, é a realidade que se avizinha em perspectivas de grandeza sempre crescentes até que seja colimada a separação do joio e do trigo.

domingo, 11 de agosto de 2013

DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO

De coração para coração é quando o coração fala, comunicando-se, aí nasce a ascensão ao estado do ser, ao nosso ser profundo que se liga à fonte. Aí as palavras não mais representam nenhuma situação egóica do querer ou do ser, nesse mesmo nível de vibrações onde foi estendida toda uma estrutura social em que os conflitos ainda se debatem.
Todos os relacionamentos de casais, de convivência familiar ou social, nesse seguimento, tendem a se romper. Vejam o quanto existe, em termos de estatística, na separação de casais ou de membros da família ou ainda de grupos sociais. Nenhum deles escapa, mais cedo ou mais tarde, a separação há de vir.
Dentro da matrix, eles continuam existindo pela igualdade de vibrações recíprocas, nem a morte física os separa. No entanto, continuarão a se debater do outro lado da matrix, onde é recomendado pelo princípio de causa e efeito a retomarem o caminho, a fim de que nada fique incompleto.
Uma coisa é certa: ao planeta não retornaram, pois a Terra está sendo sacralizada, nesta separação do joio e do trigo que caracteriza a transição planetária, além dos sinais dos céus existentes. Há outras moradas celestes de acordo com a vibração específica dos envolvidos. Se na matrix há dores e sofrimentos, do outro lado da matrix tudo isto continuará.
Alguns setores do apelo religioso não abrem mão da palavra reencarnação, há outros setores que discordam. Essa lei é apenas para os envolvidos no trauma e não para os que vivem de coração para coração. É o caminho de quem se sente devedor na dívida que deverá ser paga até o último ceitil. As missões sublimes tem reciclagens e se estabelece tanto na Terra como também nos mundos felizes que a própria Terra, no decorrer de alguns séculos, irá ser.
De coração para coração é a vivência de uma comunhão espiritual onde não há mais atritos que a personalidade provocou. Esta é a comunicação do futuro da Terra na consciência planetária unificada em que a separatividade irá desaparecer.
Excetuando-se as de inspiração poética e profética, vozes e linguagens faladas e escritas em todos os idiomas terrestres estabeleceram sempre a presença da personalidade que, embora todos nós possuimos e não pretendemos perdê-la, mas transmutá-la na vibração em que o coração, unicamente o coração se manifesta.
Quando o coração fala não mais existem os parâmetros de comparação entre uma linguagem e outra, mas a sincronia ou mesmo a sintonia de mesma vibração, embora esteja estabelecida em outro idioma ou outra forma de concepção de palavras.
Essa vibração é transparente e não tem a intenção de conquista ou a obtenção de favores que irão beneficiar a personalidade, que é transitória, neste mundo de transição planetária.
A doação como é dita por arautos de sublime beleza é manifestada sem retorno de benefícios, embora saibamos que existem, sim, mas não pertencem a nenhuma exclusividade pessoal, mas ao mundo em que o benfeitor está inserido e que beneficia todos aqueles que estão sintonizados. A expressão franciscana “é dando que se recebe” não está ligada à personalidade, mas ao próprio amor desse coração que se manifesta.
Na consciência egóica se revela todo esse embaraço que vemos em todos os setores da vida planetária. Não comentamos situações inadequadas ao coração, pois nos levaria à inadequação. Quem não conhece esses setores da vida humana em que há prejuízos coletivos?
O que prevalece é a vibração que sai de nosso coração, não mais expressando a personalidade, em que não há mais disputa nem vontade de reconhecimento.
O ser profundo, simbolizado pelo nosso coração, é que prevalece em todas as situações em que devemos passar, particularmente com triunfo, triunfo que não nos pertence, pois a alegria que temos ao ver os entes amados seguirem seus caminhos, por suas próprias escolhas e discernimento, é mais forte que eventuais méritos pessoais que devemos esquecer. Todos são mestres de si mesmos.