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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

ESTRUTURAS PARTICIPATIVAS

Afastando-se do dualismo humano (bem/mal, certo/errado e outras expressões correlatas) que atrapalha a visão da realidade única, pois tudo é energia, e a energia está em expansão em todas as dimensões da vida, é necessário a crença que ela exista, assim como foi necessária a crença daqueles que foram beneficiados pela luz crística que a fez despertar neles essa realidade.
Na viagem astral ou expansão da consciência qualquer temor invalida o fenômeno. A teoria da Física dos ganhadores do Prêmio Nobel de 1977 comprova a ação da luz em estruturas participativas, assim o sentido de milagre, que se arrastou durante 20 séculos em nossa cultura ocidental, hoje é o fenômeno da luz e mais precisamente, naquele caso, da presença da luz do mundo.
Com isto está resolvido todos os problemas que fazem a humanidade sofrer. É reconhecido que tudo que emerge é oriundo do vácuo quântico, é de lá que está o presente, o passado e o futuro nesta dimensão trina e outras dimensões superiores que a Terra está começando a ascender, onde o tempo é único, sem etapas diferenciais.
Quando a consciência, que está em estado latente nos reinos minerais e vegetais e com maior grau de sensibilidade no homem e em outros animais, peixes e aves, recebe a informação, ilumina-se, pois a luz é informação reconhecida pela Física Quântica, dessa forma todas as informações que estão mergulhadas no plano mental são extintas diante dessa luz. Mudou-se a frequência de onda, na mesma onda.
A crença da realidade da luz é o principal vetor de transformação do ser humano que passa a ganhar uma oitava acima da dimensão de consciência onde se encontra e galgando a multidimensionalidade que é o estado onde os anjos se encontram, podendo alcançar até mesmo aqui na Terra, basta um pensamento que se conecta com a realidade única. Quando dormimos isto é mais possível acontecer porque não existem amarras que nos prendem ou nos fazem distrair nos sentidos da matéria. A grande maioria não quer perder o gozo, os deleites que despertam alegria de viver.
Essa alegria também faz parte dessa crença na luz, a mesma luz que despertou a luz que, no íntimo, tinham leprosos, cegos, obsidiados pelos simpatizantes e depredadores do outro lado da matrix onde irão aqueles que mantém a vibração que faz sofrer aqui na Terra ou nos mundos assimilados.
A iluminação, reconhecida pela ciência, é a transferência da luz dos páramos sublimes, o vácuo quântico, que projeta, em estruturas participativas, atingindo tudo que existe e está em processo de transformação, inclusive no homem que passa a ser saudável e nunca mais adoece. É claro que a estrutura física dele ainda está no condicionamento em que a Terra está, mas seus corpos sutis terão um benefício muito grande.
O segredo é mudar de frequência de onda, pois existe apenas uma onda e não há separatividade como existe na consciência planetária atual que está indo embora com a separação do joio e do trigo. Só existe o bem e a ausência do bem e nada mais e a transformação atinge a tudo no decorrer de etapas. Na fusão com o todo, desaparece a evolução e surge apenas a manifestação do todo.
A iluminação do ser humano acontece quando ele entra na mesma frequência onde o vácuo quântico ou o todo universal está presente, esse todo é amor, luz reconhecida pela ciência que informa que a luz é informação.
O pensamento, contendo energia, plasma aquilo que pensamos, logo o pensamento cria. Pensou, criou, pensemos em amor, o amor surge, assim acabou-se toda a preocupação que estava em outra frequência de onda, a onda é a mesma, muda-se apenas a frequência.
O nosso pensamento flui na ressonância magnética trazendo de volta o que pensamos acrescido da bagagem encontrada na mesma frequência de onda para o nosso raio de ação. Na metáfora é o colher o que plantamos. Estas são as estruturas participativas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

NÃO ME COMPARES


Entre os casais a comparação com o que houve no passado vem destruir o presente que está sendo construído, é assim que a música Não me Compares, na voz de Ivete Sangalo, se manifesta. É que a consciência dissociada planetária ainda não permite acolher o amor na forma unitária, na acepção todos somos um.
A terceira dimensão dissociada planetária existe há 52.000 anos, dividida em 2 partes de 26.000 anos, quando ocorreram duas grandes civilizações na Terra (Lemúria e Atlântida). A luz crística ocorreu, conforme divulgado largamente pela mídia, há 2.000 anos com a finalidade de despertar o homem para a sua realidade.
Na ascensão para a quinta dimensão unificada, a morte da consciência deixará de existir, não é morte do corpo, “ainda que esteja morto, viverá”. Nesta ascensão, que é o juízo final, “todos os mortos ressuscitarão”, esses mortos, repetindo, são aqueles que estavam na morte da consciência, é tão simples a explicação e tão difícil se acolhida ao pé da letra.
Não se comparar com ninguém, pois isto nos levará à crítica e ao julgamento que, invariavelmente irá ocorrer a separação. A música, interpretada por Ivete Sangalo, vislumbra aspectos em que a memória guarda gemidos mais pálidos, igual à neve no espelho retrovisor de carro e apagadas as velas do barco que a iluminou.
Nesse despertar surge o silêncio feroz desatando esses nós (plural de nó) e fazendo enxergar melhor o que estava atrás do rancor. O amor, mesmo em clima de paixão, está mais leve dos engramas do passado e tem recursos para fluir com maior leveza.
Numa revelação encantadora, a mulher pode dizer de onde veio e dos caminhos que a paixão a conduziu, mas mesmo assim o seu coração respira o ar dessa densa dimensão planetária, que está indo embora, e se liberta quando o coração, símbolo do ser profundo que todos nós somos, descobrir-se em sua realidade, onde o amor é o único vetor de ascendência para o patamar de grandeza onde a luz tem fulgores esplêndidos.
Não se comparar a ninguém porque isto é desenvolver o ego, essa capa que a personalidade se manifesta, encobrindo o coração. Não criticar nada e não criticar ninguém e nem mesmo mostrar idéias que possam induzir a comparações entre comportamentos em qualquer setor da vida humana.
Entre os relacionamentos afetivos está a nossa maior missão da Terra, de todos nós, sem distinção, isto em forma de família, grupos sociais de estudos ou de trabalho que devem ser levados a contento.
A cada dia de nosso viver é uma oportunidade valiosa para esse refazimento de modos de proceder que tem como ponto central o coração. Se for diferente, a vibração do afastamento que vivenciamos irá nos acompanhar ou melhor irá nos impulsionar a zonas vibracionais, por força da atração, idênticas ao que vivemos. É a perda da ascensão vibracional na Terra que, como hotel planetário, está ganhando mais uma estrela.
O compositor Cartola, de saudosa memória, diz na música Juízo Final, interpretada por Clara Nunes: “O sol há de brilhar mais uma vez, a luz há de chegar aos corações, do mal será queimada a semente, o amor será eterno novamente.”
É o fim do dualismo humano e o nascer da consciência planetária unificada onde a dor e a doença não irão mais fazer parte desta paisagem devastadora que ainda vemos e ouvimos nos meios de comunicação. E que devemos silenciar, apenas ouvir e ver.

domingo, 1 de dezembro de 2013

A DANÇA DA LUA

A lua surgiu no céu e veio dançar e todos cantam animados, clareou, clareou. A Escola de Samba Estácio de Sá narra a lenda dos índios Carajás: “Que nada existia, até Kananciuê criar na frágil luz da lua nova, faz a Terra e a flora, a fauna, o rio e o mar, o verdadeiro paraíso, Jardim do Éden ou quem sabe Shangrilah.”
As amazonas, mulheres que montavam a cavalo pela floresta, valentes guerreiras da nação Icamiabas, protegidas por guaquaris e outros seres míticos e místicos, lendas que se espalharam, antes ou depois, pelo mundo, como as valquírias alemães imortalizadas em óperas wagnerianas, a música do futuro.
O grito se espalha na aldeia sob a luz da lua e surge a súplica ao dragão lunar para a multidão de festeiros ter o prazer de contemplar as deusas protegidas por ele no imenso céu aberto de claridade suave e derramada em suaves eflúvios de amor.
A súplica é carregada de pressa estabelecida antes mesmo que a lua minguante surja, diminuindo a claridade, e a nova dança do Zodíaco trazendo sombras com bruxas negras dançando para servir a Satanás, o deus da polaridade negativa, criada nessas lendas que se atualizam nos cantos dos pastores. É o dualismo humano.
Há muita orgia nesse canto zodiacal, no entanto na busca do amor tudo é mais lindo no nosso interior, conclui a Estácio de Sá dançando com a lua que chegou na Sapucaí para nos alegrar.
Tupã é o deus dos índios, imortalizado pelo poeta Gonçalves Dias, na Invocação em Defesa da Pátria e no canto do Pajé, de Villa-Lobos, mas no rio Araguaia ele se chama Kananciuê pois ele criou a Terra e a Lua, o dia e a noite. São formas antropomórficas ainda adotadas pelo apelo religioso das tribos selvagens e das nações civilizadas, nesta aldeia global onde a separatividade ainda existe.
A Aldeia Maracanã mobilizou, nos idos de 2013, os segmentos sociais em todas as instâncias e permaneceu no mesmo lugar os escombros da casa que abrigava os índios em trânsito pela cidade do Rio de Janeiro. Os índios foram transferidos para um terreno onde existe a Colônia de Curupaiti, nome indígena, destinada aos portadores de hanseníase que, um dia no passado recente, visitamos e conhecemos o chefe Amazonas que nos recebeu com alegria.
A presença de um escritor sempre desperta atenção por onde vai porque ele é quem vai divulgar a narrativa que vira história. Isto aconteceu também dentro do Banco do Brasil, onde existe a tríade histórica imortalizada pela nossa lavra. Desse projeto de pesquisa nasceu também a Iconografia do Banco do Brasil.
A Aldeia Maracanã, situada a poucos metros do Estádio do Maracanã, palco da Copa do Mundo – 2014, ficou sem os índios, noticiado por longo tempo na imprensa nacional e internacional. Certamente, tudo isto aconteceu nas fases da lua minguante e não naquela lua cheia que veio dançar com a Estácio de Sá no carnaval de 1993.
Clareou, clareou, a dança já vai começar, é o grito inicial da Estácio de Sá, berço do samba, Escola de Samba de grande tradição, no bairro que abriga a Cidade Nova onde a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro mantém a sede administrativa.
Clareou, clareou, clareou (ôba, ôba). Que venham as passistas com requebros encantadores, com sapatos altos, enfeitadas de fantasia. Essas deusas da lua cheia que não cansamos de admirar. A bateria com batuque que abafa as sombras da noite. O canto é puxado por Dominguinhos. Alegria do samba, alegria de nossa festa, clareou, clareou, clareou (ôba, ôba).

sábado, 30 de novembro de 2013

ONDAS GRAVITACIONAIS

Na teoria da relatividade, Albert Einstein previu a existência de ondas gravitacionais, um fenômeno físico exótico dentro do espaço-tempo. Essa teoria, comprovada pela bomba sobre o Japão, é o respaldo dos engenhos fantásticos usados por toda a tecnologia espacial, sendo que um dos produtos mais conhecidos é o telefone móvel, conhecido no Brasil com o nome de celular.
Essas ondas gravitacionais foram detectadas, nos idos de 1974, pelos astrônomos Russel Hulse e Joseph Taylor, mediante o estudo dos pulsares, núcleos de estrelas explodidas.
Assim como existem as ondas atômicas gravitando nos espaços siderais, existem também as ondas cerebrais, quando impulsionadas no decorrer da vida física do homem, como também em sua trajetória pela erraticidade ou nos espaços de luz onde se formam imagens ideoplásticas de impressionante beleza.
Os pulsares estelares, abrangendo colapsos binários, estão sendo observados pela NASA, no programa Goddard Space Flight Center, com ênfase principal para o James Weeb Space Telescope, futuro substituto do telescópio espacial Hubble.
Os pensamentos humanos, gerando ondas mentais, se estabelecem nos espaços tanto nesta densa dimensão planetária, com nos mundos multidimensionais, os mundos felizes, onde não existe mais nenhuma fragmentação de consciência planetária dissociada.
O que vemos e sentimos é que na Terra pode ser criada, por cada um de nós, a multidimensionalidade. A egrégora de pessoas afins é um estímulo, mas a obra tem que ser nossa, individual, sem salvador externo, que não pode receber a transferência do trabalho que devemos fazer. Dentro dessa percepção sem trabalho, leva-nos a escravidão, em paradoxo de quem é o libertador.
O confinamento a que está preso o planeta Terra é dentro das gravitações do pensamento humano que o cerceia a ambientes onde se acostumou a dominar, mediante paixões tresloucadas em que o retém a conceitos de felicidades, ideologias no apelo religioso, o culto à personalidade e ao corpo físico, unicamente, nesse aceitar de sugestões do mundo hedonista.
Nesse sentido, as mulheres recebem sugestões para a vivência do que seja moda, estilo de vida, usufruir de prazeres, perdendo de vista a vista de seu interior, único lugar que lhe traz a amenidade nestes dias tumultuados pela procura.
No campo afetivo e sentimental, as ondas mentais, tanto desta esfera física como nos espaços em que a nossa realidade existencial vive, há interferência de ondas sobre ondas. No modelo dualista (bem/mal, certo/errado e outras expressões correlatas), há um abismo em nosso caminho.
Quantos relacionamentos de casais acabaram por essas ondas mentais gravitando nos interesses que as fazem prender para o abismo. Só o amor liberta, mas não esse amor conjugado na polaridade em que as extremidades se chocam.
Nossos amores do passado continuam sendo nossos amores. Não importa a medicação que a faz ficar dopada, como recurso que buscou para recuperar a saúde física, de pouca possibilidade de cura, sem a participação efetiva do paciente.
A doença psíquica existe porque é alimentada pelo próprio paciente que, a maioria das vezes, nem sabe disso, mas que percebe, em algum ponto de seu ser, que algo está sendo feito diferente daquilo que sempre sonhou, quando antes a realidade não tinha a medicação de drogas lícitas.
Como a Psiquiatria gravita em ondas da subjetividade, as ondas mentais de pacientes e de não pacientes se misturam nos intercâmbios que denotam uma realidade que não transcende à realidade única de uma consciência planetária mais sutis e com leveza, onde a dor não existe mais.
No início da prece de Ali-Omar: “Senhor, no silêncio desta prece, venho pedir-te a paz, a sabedoria, a força”, devemos mentalizar os amores de nossa alma, a fim de que sejam dissipadas as teias sombrias que são muito diferentes daqueles pensamentos de amor quando pensavam em nós, em nossos idílios de amor.
Sigamos com leveza junto aos amores que nos sensibilizam o nosso coração, o nosso ser profundo que se liga a fonte, em quatro pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria.
As ondas gravitacionais existem tanto nas esferas estelares quanto nos mundos de beleza onde o pensamento cria, irradia e dissemina fulgores, criando o nosso mundo, o que somos em essência: criado na luz e resplandecendo na luz.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

LIÇÃO DE VIDA

Enquanto a Terra não vivenciar os amores venusianos, esses amores que não estão mais no dualismo humano, haverá sofrimento dentro do amor. Haverá sempre uma história de amor, independente das circunstâncias e dos fatos que se interligam.
Os papéis são múltiplos: no binômio amantes e amores surge alternativas que modificam o que sentimos no íntimo, como se estivéssemos a jogar na mesa com as cartas que fazemos a combinação. Trunfos quem é quem não quer?
Na reflexão diante do espelho, vem-nos a ideia como estamos fisicamente e remete-nos à introspecção como estamos de astral e o resultado do que fizemos num relacionamento amoroso.
Na voz de Roberta Miranda, a Lição de Vida é embalada em orquestração de bolero, onde a letra derrama a dúvida se ele gostou dela e os pensamentos interrogativos que a fazem a olhar no espelho: “Será que a estrada tem fim? Será que a vida ensinou a só representar? Será que esse gozo foi meu?”
Na retrospectiva não vem apenas um amor, nem o último, mas toda a conjuntura amorosa em que a nossa vida viveu intensamente. Os amores mais carentes de atenção vêm-nos com uma força muito grande.
Será que a namorada, a bola da vez, irá puder ver essa tripulação que o nosso coração, em pleno voo, carrega? Ninguém caminha sozinho, nem mesmo aqueles que estão sozinhos, na aparência.
O mergulho no mundo astral, tanto na esfera física ou nos campos mais densos ou mais sutis, há a presença de amores vivenciados nos arcanos insondáveis que os engramas do passado adormeceram num sono letárgico, é o nosso caminho sem fim.
Não abandonamos nenhuma mulher que se foi, fomos expulsos por circunstâncias que não nos favoreceram as horas, desprendemos para não ficar presos e libertos estendemos as mãos para quem também, em algum momento da vida, estendeu as mãos para nós. Há uma reciprocidade interminável. A música pergunta se a estrada tem fim? Aqui está a resposta.
Quantas vidas tivéssemos, tantas vidas daríamos a esses amores que fazem parte do mundo que acompanhamos a transição planetária, agasalhando em nosso coração. No silêncio da noite, onde não existe as amarras que nos amarravam, o nosso amor resplandece em luz e cores, imantando-se na egrégora que nos envolve.
Na densa consciência planetária em que a Terra está envolvida, a terceira dimensão dissociada, em ascensão para a quinta dimensão unificada, ninguém sabe o que fez por amor, pois aqui mil caras são apresentadas na conquista e apenas uma para ferir quando o amor se vai. É o que a canção diz.
Ciúme, posse, apego, nada disso é amor, pois o amor é doação. Não é apenas com as pessoas mas também com as coisas, pois isto irá nos fazer sofrer quando não as tivermos mais. No conceito freudiano, a melancolia dos antigos gregos ou a depressão dos contemporâneos deste século, surge sempre com a perda de algo ou de alguém.
O bolero, estilo de música que nos embala a momentos românticos, no passado tinha uma carga de emoções que faziam oscilar o nosso estado emocional, hoje recrudescida em um novo embalo que a voz de Roberta Miranda nos leva a sorrir de amor. É um encantamento que nos faz suspirar.
Ao ouvir a música, não é necessário o acompanhamento de bebidas, a presença feminina é o suficiente, é o que basta. Amo Roberta Miranda.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

MARGARIDA PERFUMADA

É muito comum encontrarmos garotas indo ou saindo do trabalho dando risadas, elas querem mesmo é rir, qualquer coisa desatam o sorriso, suave sorriso ou mesmo em gargalhadas quando estão reunidas em grupos.
Nos encontros pelas ruas a saudação é sempre um sorriso, mesmo que não tenhamos aproximação, mas porque já somos conhecidos na cidade e elas nos reconhecem facilmente, nesse enlevo sempre sai uma breve saudação. Como as mulheres gostam de ser saudadas e sempre fazemos enaltecendo seus encantos. E sempre nos respondem: “são os seus olhos.”
A voz de Ivete Sangalo manda a ver, ela que diz: “Encontrei margarida perfumada, como dava risada por também me encontrar, seu olho já me espionava, indo pra Timbalada pra me ver timbalear.”
O solo da orquestra de Ivete Sangalo faz um solo igual ao que se vê na Estudantina, a gafieira símbolo do Rio, já estivemos por lá várias vezes vendo samba dançado por quem é gente bamba. Quem estivesse de camisa listrada e calça branca já era reconhecido no local, nem precisava levar pandeiro na mão.
Notícias de vulcões em erupção não aparecem na mídia. Ressaltamos apenas o que está ocorrendo no Sudeste asiático: em fevereiro de 2013, 4 vulcões entraram em erupção na península de Kamchatka, Rússia, os vulcões Marapi e Sinabung, na Indonésia, no final de semana, atiraram cinzas quentes vermelhas e rochas numa altura de quilômetros de distância, e em Sakurajima, Japão, também ocorreu erupção vulcânica.
Naquela região asiática, residem as nossas amigas do facebook, Amy Soriano, Makati, Filipinas, Jaylyn Suan Libre, Zamboanga, Filipinas, Linda Volkov, Moscou, Rússia, Lyuba Kuznetsova, Rússia, Melitte-Hill Refamonte Coquilla, Singapura, Ariny Khan, Medan, Indonésia, e Fenee Rahayu, Jawa Barat, Indonésia, Galina Lukyanova, Penza, Rússia, Hara Baciota, Adygeya, Rússia, Inna Chebotareva, Omsk, Sibéria, Rússia, Irina Orlova, Rostov, Rússia, Nadia Vasyuta, Rússia, Tatiana Eskova, Slavgorod, Rússia, Yulia Shumkova, Rússia, e um único homem, Osíris Martinelli, gerente do Banco do Brasil em Tóquio, Japão.
Nesse ranger de dentes, o que se ouve naquelas plagas distantes é o “Purucutum pa pum, pa pum, purucutum pa pum, pa pum.” Não se assustem: toda a cadeia de vulcões do Cinturão de Fogo do Pacífico está aquecida, como dissemos na crônica O QUINTO ELEMENTO – 23 de junho de 2012. Vale salientar três parágrafos, a seguir:
A nosso ver, o sinal do fim dos tempos desta civilização, na superfície da Terra, é o aquecimento do Cinturão de Fogo do Pacífico, onde se concentra uma gigantesca cadeia de vulcões, espalhada por continentes, agora completamente aquecida, ameaçando o surgimento de sismos, terremotos, maremotos, erupções vulcânicas, em cataclismos planetários, em proporções catastróficas.
No entanto, o final dos tempos somente a fonte sabe.
Antes que isto ocorra, vamos desenvolver a nossa vibração, enriquecida em 4 pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria, sem críticas a comportamentos alheios, recolhimento interior, buscando as lições da natureza, fixando o pensamento na imortalidade de nosso ser mais profundo, revestido da luz que resplandecemos, e, principalmente, nossos corpos sutis alinhados à fonte onde se irradia toda a luz.
A Margarida encontrada na música é Margarida chorona, pedindo carona, para onde ele for, ela vai junto, os olhos dela espionava e não sabia o que dizer. No carro, dominada porque quis ser dominada, vai na pegada, sentindo o batuque de samba: “Purucutum pa pum, pa pum, purucutum pa pum, pa pum.”
Margarida Perfumada vai andando soltando risada, é a minha gente do Rio, gente que desce ladeira de morro para encantar com requebros e mexidos de ancas quem está passando na rua. Quem não olha? Olhar sem sensualidade também vale.