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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SALGUEIRO – 2014

A África aporta em Salvador, Rio de Janeiro, São Luís do Maranhão trazendo o braço servil para ajudar o Brasil a crescer. A África aporta na Avenida Marquês do Sapucaí, na apresentação do samba-enredo – Carnaval de 2014, é o desfile de passistas, ritmistas, puxadores de samba da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro.
A sutileza dos versos do samba abrange a encantadora Gaia que se estende em sua viagem ao redor do Sol deste nosso sistema solar, onde ecoa o Samba do Salgueiro, assim como, nos campos vibracionais mais sutis, um bater de asas de uma borboleta tem repercussão em todo o Universo, um anjo pode ver e sentir, ao mesmo tempo, as borboletas dos inúmeros planetas de todos os sistemas planetários.
Os mistérios da imensidão são coisas comuns entre os seres multidimensionais: a Gaia tem aura, tem templos sagrados onde os guardiões do mar e terra vivem espalhando sua proteção, são irradiações luminosas de seres em forma de olorum, oxalá, oxum, iemanjá, festejada em revéillon de cada ano nas areias das praias, iansã, oxóssi caçador, ossanha, ogum, veneráveis da Mãe-África que o Brasil reverencia.
Os seres multidimensionais podem se apresentar em aspectos de comovente beleza, eles possuem esse recurso de criar a beleza da forma como quiserem, podem usar asas, vestir-se de luminosas roupagens que criam e têm o dom de modificar em outros aspectos de beleza fulgurante. A luz cria imagens transcendentes. Somos testemunhas em sonhos.
Os puxadores de samba, aqui mesmo no Rio de Janeiro, lançam na atmosfera terrestre: “Nas águas a felicidade... Vermelho e branco é axé pra dar um banho de amor na humanidade, purificando o coração de quem tem fé.”
A música Yemanya, na voz da cantora espanhola Isabel Pantoja, a viúva de Espanha, é de comovente beleza: “Yemanya esta en el cielo la luna llena, Yemanya, vestido blanco de frente al mar, Yemanya, los pies descalzos sobre la arena, Yemanya, las olas vienen, las olas van.”
Salgueiro bem diz o ar que se respira... e o vento a soprar, são forças da natureza que dulcificam as paisagens íntimas do ser humano, elevando-o ao que ele realmente é, em essência, um ser de luz que tem movimento e beleza.
O canto de Salgueiro vai tocar o seu coração porque é o canto de Escola de Samba, marca registrada da vida do Rio de Janeiro, esplendor que se irradia pelo infinito, egrégora de cidade e de reino onde os guardiões da natureza moram.
No fundo dos mares existem embarcações afundadas, existem prisões de prisioneiros rebeldes, na mesma dimensão trina que está indo embora do planeta, em rescaldos da última hora para ascender à quinta dimensão unificada, a mesma que os habitantes da superfície terrena estão começando a entrar.
A Gaia é a Terra, no canto do Salgueiro. Os reinos do mar ainda são desconhecidos pelos homens que os vêem em forma de lendas e crendices do apelo religioso. Em São Luís do Maranhão há a crença de que no fundo do mar existe o palácio de cristal de São Sebastião.
A vida em nossas mãos é a afirmação do Salgueiro destinada à preservação de nossos rios, nossas matas, nossas cachoeiras que derramam águas que produzem iluminação de energia elétrica. O que se planta nasce nesse chão.
“Meu samba vai tocar seu coração” percebo ouvindo na plateia as mulheres lindas, enfeitadas de vermelho e branco, sorridentes de uma alegria que nasce no coração, a bateria sustenta o enlevo que o enredo transmite em luzes, som e cores deslumbrantes. É o Salgueiro brilhando na avenida e nos corações dos sambistas e dos aficionados do samba.
Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro dividindo espaço no meu coração com a Estácio de Sá (A Dança da Lua - 1993), Portela, Acadêmicos da Rocinha (A Borboleta Encantada vai voar) e a Grande Rio que tivemos a honra de escrever nove crônicas sobre o enredo Derrubar o Gigante, constante do blog Fernando Pinheiro, escritor, nos meses de outubro e novembro de 2012.

domingo, 17 de novembro de 2013

TOCANDO EM FRENTE

Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs, é preciso amor pra poder pulsar,” versos da canção Tocando em frente, de Almir Sater e Renato Teixeira, foi gravada por Maria Bethânia, Almir Sater, Paula Fernandes, Santanna, o cantador, a dupla Rio Negro e Solimões.
Correu longe, em todo o Brasil, a divulgação, em 14/11/2013, do resultado do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal. Aquilo que damos peso e referência passa a ser verdade, nisto trabalha a mídia na repercussão de notícias.
Temos abordado, no decorrer do blog Fernando Pinheiro, escritor, temas sobre o que está acontecendo na humanidade a respeito da transição planetária e incluímos agora a citação de um escritor que está nesse caminho:
“Se você vir tudo o que pode acontecer exteriormente como dor e sofrimento, você estará projetando dor e sofrimento ao seu redor. E se você acessar sua alma, seja ela de onde for, verá tudo com mais naturalidade, porque estará entendendo o que está acontecendo.” [Conexão Urano 6 – A Nova Consciência, de Fábio Del Santoro].
A crítica leva ao julgamento e o julgamento separa, assim a separatividade se manifesta nesta densa consciência planetária que, por outro lado, ganha impulsos para ascender a outra dimensão planetária, pois o jogo social da humanidade carrega as marcas da separação do joio e do trigo, tanto na matrix quanto do outro lado da matrix.
Conhecer as manhas do envolvimento social que levam a desencantos e dissabores inenarráveis e conhecer as manhãs como símbolo de um novo amanhecer que apaga as sombras da noite. Na Índia, em outra cultura, o sagrado está em tudo, embora haja as castas como hierarquia que se reflete naquele mundo espiritual hindu.
Os mantras são cânticos que despertam a nossa alma, como disse Fábio Del Santoro, “seja ela de onde for” fazendo ter a lucidez do que está ocorrendo ao redor do ambiente social em que vivemos. Falamos em mantras, mas pode ser qualquer música que tenha harmonia de sons, como “Tocando em Frente”, ou outros cânticos ou música de câmara ou obras sinfônicas de grande enlevo musical.
A música íntima que fazemos no coração, o nosso ser profundo que se conecta com a fonte, está acima dessas oscilações que vêm das notícias que ouvimos nos meios de comunicação de massas.
O nosso ser profundo não adoece, não fica triste e nem se impressiona com o mundo externo, revela-nos como somos em essência, todos têm essa essência, sem exceção. A própria música frisa bem isto: “cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz.”
Em tudo vemos a vida resplandecer, ouvi um breve depoimento, no dia 9 de novembro de 2013, na TV Globo que transmitiu a UFC diretamente de Goiânia – GO, após o nocaute que ocorreu aos 1m17s, do primeiro round, da luta entre Dan Henderson x Vitor Belfort, o lutador brasileiro disse:
“Quando alguém falar para você que você não pode, que já era, Deus coloca uma vida em você. Deus me deu isso, eu conquistei, e você também pode conquistar”.
A música realça “é preciso amor pra poder pulsar”, como enlevo sedutor que nos desperta o ânimo firme para caminhar, namorar, redigir crônicas, até mesmo lutar, falar a todos ou silenciar, quando oportuno, das circunstâncias que a vida nos dá.
Quando fizemos o curtir da música no facebook de nossa amiga Nadia Novais: linda música, linda mulher, ela nos respondeu: óh, obrigada, bjos, sou sua fã Fernando Pinheiro.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

QUADRANTE T

A configuração astrológica, no dia 13 de novembro de 2013, um quadrante T heliocêntrico entre Júpiter, Urano e Plutão, onde houve uma liberação intensa de energias adamantinas, sentida em todo o sistema solar onde a Terra gira, chegou ao Brasil ao ensejo da realização de dois eventos históricos nas cidades:
1) Salvador - BA, a primeira capital do Brasil, o time de futebol, com o desenho da constelação de estrelas Cruzeiro do Sul, é consagrado campeão brasileiro;
2) São Borja – RS, a exumação do corpo de João Goulart, presidente da República (1961/1964), que foi expulso, em 31/3/1964, por contingências políticas de Brasília, capital da República, onde recebeu, em 14/11/2013, na Base Aérea, as honras oficiais do governo que busca se redimir para elucidação da História.
O maior obstáculo da Terra para ascender a graus de multidimensionalidade em consciência planetária é o medo. As crenças em dualidade e separação impõem sempre ídolos, fazendo refletir nas massas humanas uma superioridade de algo ou de algum ser, refletidas desde a mitologia grega que fez crer ao mundo ocidental o mundo dos deuses e dos mitos.
O que é convencionado ser bom para um, pode não ser para o outro, principalmente quando há culturas diferentes, tanto nos países estrangeiros quanto no próprio País, onde há forte influência da imigração estrangeira como de nossa própria cultura puramente brasileira.
A separatividade, originária da crítica e do julgamento, se une a competitividade onde são descartados os vencidos ou perdedores. Isto é refletido até mesmo nas famílias onde há partilhas de bens na separação judicial ou no espólio dos falecidos parentes que deixaram fortunas.
O sentido da família é algo sagrado na Terra onde os liames afetivos se aglutinam em sentimentos de mútua participação nos enlevos que unem sempre. Nos amores venusianos não existe a família no modelo adotado na Terra, lá vivenciando uma consciência planetária unificada, não há separação nem competitividade. Todos namoram todos, todos amam todos, não na forma em que é conhecida aqui na Terra.
A expansão dos raios adamantinos, ou raios-gama dos cientistas, oriunda do centro da galáxia Via-Láctea, principalmente da constelação das Plêiades e agora entrando em nosso sistema solar num grande oceano galáctico que está banhando a atmosfera dos planetas Júpiter, Urano e Plutão, no quadrante T heliocêntrico.
As camadas isolantes da ionosfera e da magnetosfera foram rompidas e ensejaram esse fenômeno astral beneficiar a passagem da luz do centro da Via-Láctea ao nosso sistema solar.
Vale transcrever, em quatro parágrafos, o que nos reportamos em nossa crônica O Alinhamento das Plêiades, Sol e Lua – 3 de dezembro de 2012, constante do blog Fernando Pinheiro, escritor:
Aqueles que têm dificuldade em compreender o que está acontecendo, recomendamos a ter a vivência em quatro pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria.
20 de maio de 2012 – O alinhamento das Plêiades, Sol e Lua – mudança de consciência planetária: a saída da dimensão trina dissociada e a entrada da quinta dimensão unificada. A mídia irá informar apenas o eclipse anular do Sol.
No momento em que o sistema solar, que envolve a Terra, está mergulhado no grande oceano astral, a onda galáctica, a denominada camada de fótons ou cinturão de Alcíone, uma das sete Plêiades da constelação de Touro, no périplo que se completa nos idos de 2012, e pela irradiação de Beltegeuse, estrela do trapézio de Órion, e confirmada essa irradiação pelos cientistas que a mencionaram de supernova, e o anúncio desde antes por Nostradamus (o retorno da luz pela seta de Sagitário), evidenciando a transição planetária, é necessário refletirmos sobre a realidade em que vivemos:
(...) Vale salientar a reminiscência antiquíssima da profecia: “Poderás impedir as delícias das Plêiades ou desatar os ligamentos de Órion? (Job, 38:31). Destacamos, uma vez mais, que a irradiação de Beltegeuse, estrela do trapézio de Órion, que chega ao planeta Terra, foi confirmada pelos cientistas que a mencionaram de supernova.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

PORTELA NA AVENIDA

Usando sapato alto e vestido azul e branco, Clara Nunes lota o Estádio do Morumbi, na cidade de São Paulo, nos idos de 1982, e leva ao público a poesia de Paulo César Pinheiro, o seu grande amor, no samba Portela na Avenida. Um ano depois, esse amor vira saudade e enluta o Brasil inteiro nas exéquias mais calorosas de mulher que se estenderam pelas ruas superlotadas de gente nas ruas do bairro do Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.
O amor de Clara Nunes não se concentrava apenas no marido. No Brasil, onde abriu o mercado feminino, pois foi a primeira mulher a vender mais de 100.000 cópias de um disco, e descortinar o mundo da beleza, onde a música tem o seu reino, era o seu grande amor e continua sendo em esferas resplandecentes onde colocou o coração, antes mesmo de partir.
A música é de samba-enredo da Escola de Samba Portela que traz o ritmo do Brasil, esse ritmo que Villa-Lobos espalhou pelo mundo, inclusive no Samba-Clássico, Melodia Sentimental, A Cascavel, Canção do Amor, Veleiro, Invocação em Defesa da Pátria, comentadas no mês de outubro de 2012, no blog Fernando Pinheiro, escritor, disponibilizadas ao público no site www.fernandopinheirobb.com.br
A letra evoca a potência do ser (Jung) que é a libido (Freud), vista mais na área sexual, pois é o mais poderoso chacra, o básico, onde se encontra o aparelho reprodutor humano.
Essa evocação é diante do elogio, o argumento que levanta o astral ou o despertar na definição jungiana ou freudiana:
“Portela, eu nunca vi coisa mais bela, quando ela pisa a passarela e vai entrando na avenida, parece a maravilha de aquarela que surgiu o manto azul da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida.”
A Virgem dos poetas, um ser multidimensional, se apresenta, neste quintal planetário (3a. dimensão dissociada) e nos mundos felizes (multidimensionais), com o manto azul e branco para mostrar que a sua origem é de Sirius, estrela flamejante de brilho azul-branco, da Constelação de Cão Maior (9a. dimensão unificada), e somente foi possível, há dois mil anos, a encarnação da luz crística pelo seu intermédio que possui elementos quintessenciados.
A egrégora de luz de Maria de Nazareth que se concentra nas esferas resplandecentes é a maior de nosso sistema planetário, perdendo apenas para a luz crística que é a luz do mundo. Não há perda, mas isto é dito apenas para compreensão da grande massa humana que ainda está envolvida na separatividade, neste dualismo humano, pois a egrégora da Virgem está incluída na luz crística.
Há uma evocação histórica religiosa do Brasil que se manifesta nesta tradição cantada por Clara Nunes. O que prevalece acima de tudo e de toda comparação é que a alegria é fator determinante para a ascensão de consciência planetária fragmentada por ideologias e crenças sectárias e ainda por influência dos mitos helênicos para a consciência planetária unificada onde está surgindo a Era dourada, a Era de Aquarius.
O Brasil, que expande suas riquezas para o mundo, é cenário de encantadora beleza onde está surgindo esse despertar de alegria, alegria triunfante em que a descoberta do ser profundo de que tanto nos falou as tradições orientais e reconhecidas por Carl Jung:
“Minha tarefa como médico é ajudar o paciente a tomar-se apto para a vida. Não posso ter a presunção de julgar suas decisões últimas, pois sei por experiência que toda coerção, desde a mais sutil sugestão ou conselho a quaisquer outros métodos de persuasão, apenas produzem, em última análise, um obstáculo à vivência suprema e decisiva, isto é, o estar a sós com o Si-mesmo, com a objetividade da alma ou como quer que a chamemos.”
A Escola de Samba da Portela, berço de bambas, cantadores, passistas e poetas, saúda o samba, saúda a santa, saúda a águia, o símbolo do poder, saúda o manto azul e branco da Portela.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

AO LONGE O MAR

Em abraços calorosos é construído um porto calmo que serve de abrigo contra as tempestades da vida de quem nos busca. O futuro maior se estende pela frente descortinando horizonte suave que a luz do sol ilumina e passando esta imagem ideoplástica, para dentro de nós, faz-nos um bem muito grande.
Podemos pensar nas paisagens bucólicas do interior do País, vendo a vida correr lentamente e com o ritmo do cantarolar dos riachos e das fontes cristalinas que escorrem águas cantantes entre pedras alisadas. Este canto também vai alisando os corações desconhecidos.
A promessa de esperar o melhor num mundo que engravida os contrastes, a dicotomia, os paradoxos, alimentado pelo dualismo humano, já não faz muito sentido, pois do improviso nasce melhores esperanças do que aquilo que poderia ser manipulado.
Em causa própria, ser advogado de defesa de nós mesmos teria alguma credibilidade? A reação é sempre do ego e não de nosso ser profundo, assim como acontece com a luz, que não se defende, mas tem o direito de se manifestar.
No improviso ou no inesperado, a letra da música Ao Longe o Mar, na voz da cantora portuguesa Madredeus, afirma: “vem da névoa saindo a promessa anterior. (...) Sim, eu canto a vontade, canto o teu despertar.”
Essa vontade é apenas manifestada em nós, simplesmente, não há uma designação antecipada que mostra o futuro escrito nas estrelas, até mesmo lá muito longe, em milhões de milhas de distância, apenas pode-se prever o que vai acontecer um minuto antes à nossa frente, é o sinal da multidimensionalidade, que ainda estamos a caminho de conseguir. Mas temos a intuição do clima que se desenrola em nosso ambiente em que vivemos.
O seu despertar, amores meus, é o nosso despertar porque isto nos completa como ser que se expande na comunicação externa e dentro de nós mesmos, em sintonia sublimada que expande energias ao nosso corpo. Os animais de estimação têm também essa energia que passam suavemente aos seus donos.
Os hospitais das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo estão abrindo as portas para esses animais serem recepcionados pelos seus donos como uma espécie nova de agentes de saúde, embora não tenham essa predisposição dos seres humanos em classificar sintomas e doenças.
Ao longe o mar, ao longe o mundo de fantasias e de ilusões que esta civilização expõe a todos os seus habitantes para vivenciá-las, se houver atração de afinidades, ou, simplesmente, o olhar para mais longe do mar, onde o horizonte é mais promissor e onde estão os amores dos nossos sonhos, os amores de nossa vida.
O encontro de almas afins ou almas gêmeas, não no sentido do nascer do mesmo parto, mas gêmeas pela igualdade em sintonia de vibrações que ambos já vivenciam, desde antes, desde antes de se conhecer nesta paisagem turbulenta em que o planeta passa.
Que oportunidade de ouro, todos nós estamos tendo, num mundo de ferro enferrujado (símbolo) porque está a caminho a modificação do DNA humano de partículas de carbono para as de silício, no decorrer de mais alguns séculos, não confundir com o cilício, uma forma equivocada de pagar os pecados através do suplício, outra imposição dos agentes do medo que controlavam vidas humanas e ainda hoje controlam em novas roupagens sofisticadas na aparência.
Ao longe o mar, apreciemos as águas, as pessoas que nos chegam para alegrar o nosso viver neste caminho pelo mundo em transição planetária que temos a honra de assistir e vivenciar as mudanças planetárias que se desenrolam na Terra e temos notícias de que isto se desenrola em todo o nosso sistema solar, mas fiquemos aqui apenas observando ao longe, o mar.