No Carnaval de
1993, a Escola de Samba Grande Rio faz um panegírico à Lua, o mundo encantado
dos amores, quando é lua cheia, inspirando multidões de pessoas à leveza que
impulsiona à inspiração na Sapucaí: “clareia, Didinha, teu mundo taí.”
A lua é a
madrinha dessa gente, a nossa gente, que recebe o pedido para clarear, em luar
esplêndido, o nosso mundo, o mundo de tantas maravilhas.
No dualismo
humano, a lua entra no giro do Zodíaco para estender imagens ideoplásticas que
pensamos ser isto real e que influenciam o nosso destino interligando-se com o
destino de nossos amores do passado e do presente. Essas imaginações, quando
alimentadas, passam a ser verdades, pois tudo que pensamos tem vida, até mesmo
esses pensamentos.
Esta é uma das
estratégicas de manipulação destinada a massa humana, a manada, empregada pela
Matrix, a fim de desestimular e empurrar para baixo, fazendo despertar nela
sentimentos do medo e da culpa e, em consequência, se instalando a depressão,
hoje um distúrbio mental catalogado pela Psiquiatria, é aquela mesma melancolia
dos antigos gregos. Com isto, a Matrix sente-se vitoriosa porque, nesse estado,
não haverá reação popular. Sáia dessa densa consciência planetária dissociada e
leia o blog Fernando Pinheiro, escritor.
Vimos
trabalhando na ascensão da consciência planetária unificada, que não é nenhuma
doutrina, mas a realidade de um mundo feliz que está sendo vivenciado por mais
de um bilhão de pessoas, número sempre crescente, em 4 pilares: simplicidade,
humildade, transparência e alegria.
É uma grande
satisfação poder falar sobre a Grande Rio que tivemos a honra de comentar o
samba-enredo “Eu Acredito em você! E você?” do Carnaval de 2012, na crônica
intitulada DERRUBAR O GIGANTE (Parte 1 a 9), em 27 e 31 de outubro e 1, 2, 3,
4, 6, 7 e 8 de novembro de 2012).
Rejubilemo-nos
todos pela transição planetária, movimento que começa no centro da Via-Láctea,
o sol das Plêiades, a estrela de Alcione, onde está em profusão a grande
concentração dos raios adamantinos, os raios-gama dos cientistas, atingindo
toda a Via-Láctea, chegando ao sistema solar onde a Terra gira. Em resumo, a
galáxia inteira está em profunda efusão e transformação. [DERRUBAR O GIGANTE –
Parte 9 – 8 de novembro de 2012 – Blog Fernando Pinheiro, escritor].
Nove anos
antes, nos idos de 1993, o samba-enredo No Mundo da Lua, da Escola de Samba
Acadêmicos da Grande Rio, já apresentava um desses pilares, a alegria.
O samba enaltece
o luar refletido em nossa vida onde houve floração da fartura e revela um sonho
nosso, de todos nós, ser um astronauta para alcançar a lua, esse alcance
somente é possível através de nosso ser profundo, em estado do sono que nos
possibilita sonhar, e derrama um elogio comovente:
“Tu és a vida
na beleza dessas matas, tu és a sorte para quem acreditar em ser feliz, quem me
dera um dia no teu colo cantar, sorrir, sambar, brincar, e no encanto do seu
mundo vai tornando tantas mentes aluadas, como é gostoso se adoçar no mel, em
noites enluaradas”.
O samba-enredo
presta uma homenagem a São Jorge, o santo mais popular no Brasil, não na forma
católica, mas no sincretismo religioso, na figura de uma divindades africana, a
mesma que está em imagem lunar, vista a olho nu da Terra, embora seja
pareidolia, fazendo louvação a Ogum D´Ylê, na imaginação de um guardião, pois o
samba tem raízes africanas.
Conclamando o
banho nos mares, cachoeiras e cascatas, a Grande Rio dá a receita de saúde:
veja as praias da Zona Sul sempre lotadas de gente e nesse rolé em direção as
praias, no verão carioca, as pessoas estão ficando muito animadas e bronzeadas.
No campo
astral, banhar nos mares, cachoeiras e cascatas, revela a nossa limpeza de
alma. Já fizemos muito isto, e sempre que for necessário, outros banhos virão e
gostamos muito de tomar banho no chuveiro. A praia do Recreio é a nossa praia
predileta, gostamos muito da Prainha que na chegada tem uma das vistas mais
lindas do Brasil, quem não conhece que venha conferir.
“Clareia,
Didinha, teu mundo taí.”