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domingo, 27 de abril de 2014

ROSAS

No final de um relacionamento ocorrem muitas apreciações de ângulos diferentes, inclusive do plano astral, onde há influência de simpatizantes do casal, ora de um lado ora de outro, conforme a simpatia que eles nutrem por um deles que está se separando. A separação pode ocorrer com aquele que fica, logicamente o outro está sendo expulso.
Chamamos simpatizantes do casal por ser mais adequado à realidade onde se encontram todos eles: almas errantes vagueiam onde há necessidade de satisfazer sua fome, sua sede por caminhos onde encontram pessoas afins ou afinadas com os seus gostos. Já conhecidos por outras designações como obsessores, vampiros ou demônios dentro do apelo religioso.
Na crônica ECCOMI PRIGIONIERO – 13 de março de 2014 – Blog Fernando Pinheiro, escritor, falamos a respeito: Esses simpatizantes, que se encontram do outro lado da matrix, sentem-se sem luz, sem força e necessitam comer, ingerir drogas, nutrir-se das emanações psíquicas do paciente. Aliás, nem precisa ser paciente, basta estar nos bares e nas baladas noturnas onde existe o consumo de bebidas e o foco do sexo em desalinho. A televisão e o cinema exploram bastante o tema vampiro.
Os familiares, pais, filhos, irmãos, primos ou quem quer que seja da família, exercem influência na separação dos casais, porque um deles quer manter firme a ligação familiar original e não à família que se formou com a entrada de um estranho que veio de longe de seus convívios quando ainda era muito mais jovem ou até mesmo uma criança que despertava para o mundo.
ROSAS, na voz de Ana Carolina, mostra este cenário hesitante em que o casal é defrontado com a dúvida de ser amado entre si. A letra da música alega que ele a pode ver do jeito que quiser, buscando mil maneiras de apreciá-la e uma delas irá ficar parado. Ela sustenta com afirmação: “Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés, e não faço outra coisa do que me doar”.
Nos últimos momentos do final do romance, a culpa é a preocupação comum que ambos têm para se proteger contra suspeitas de falta de amor, nesse caso a família, perto ou longe, exerce uma influência na decisão do adeus. Pode haver o famoso vai embora, e um instante depois um punhado de perdão surge, na hora, para que não se vá, acompanhado de lágrimas.
O casal pode estar embaraçado diante de situação adversa aos seus sonhos porque a pressão da esfera astral é predominante, esfera astral onde estão os simpatizantes de um deles e onde estão também fluindo os pensamentos de seus familiares ou até mesmo a presença deles junto ao desfecho final do romance.
Quem está sob o efeito de antidepressivos ou entorpecido por outras drogas, a situação é mais delicada nesse caso da separação.
Na música ROSAS há o enfoque desse astral com a menção de entrechoque dos santos que não se afinam, ideia puramente desta consciência dissociada planetária, pois na multidimensionalidade, onde os anjos, santos e arcanjos se encontram, não há separatividade. A música se afirma quando diz na voz de Ana Carolina: “toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas, muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas.”
A letra da música abre espaço para a discussão do gosto da mulher. Será que rosas e rosas e rosas não está incluída outra mulher? Por que as rosas vermelhas são sempre rosas? A evidência não está clara? O amor tem limites na esfera feminina ou está em frequências diferentes de onda? A onda é a mesma, porque somos um no sentido dos novos tempos da Era de Aquarius que começa a chegar.
Sigamos com leveza.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

VERTENTE LIBERTADORA

A separação dos corpos, entre os casais, existe no plano mental e no plano físico e está dentro do Princípio da Incerteza, de Heisenberg, conforme abordamos na crônica ANÉIS SOLTOS NOS DEDOS – Blog Fernando Pinheiro, escritor – 29 de março de 2014. Vale assinalar os quatro primeiros parágrafos da referida crônica:
No Princípio da Incerteza, de Heisenberg, há restrições à precisão em medidas simultâneas, pois não pode haver a posição da partícula e a velocidade ao mesmo tempo, esse princípio está imantado não apenas no mapeamento das partículas elementares do átomo, como também entre duas pessoas em convivência amorosa, pois todos nós somos constituídos de átomos.
O Princípio da Incerteza, de Heisenberg, está presente em todos os relacionamentos difíceis da atualidade e isto evidencia a complicação, a dificuldade dos casais em se manter unidos. A elucidação do Prof. Hélio Couto é oportuna: “você tem a posição diferente do momentum, isto é, uma pessoa está na posição e a outra está no momentum, ela tem velocidade.”
Quando se inicia a aproximação, uma delas está parada porque está receptiva ao encontro, a outra tem momentum e prossegue em velocidade. A que está parada é mais romântica, sonhadora e até desligada dos problemas materiais que é importante na discussão dos casais, afinal não há almoço grátis.
Há mais ou menos uma afinidade pelo interesse da atração, geralmente é sexo, dinheiro, prestígio, estabilidade, e assim não há muitos questionamentos a serem debatidos nos primeiros encontros que buscam uma lua-de-mel. Se procurar a lua-de-mel com brigas e desavenças, assim não vai dar certo.
Na vivência do casal, em separação de corpos, há pontos primordiais na observância da realidade em que vivem. Assim como as pessoas não querem perder o status em que vivem dentro de um paradigma representativo dos valores que foram cultivados durante toda a sua vida, assim também as pessoas, nessa condição matrimonial, não arriscam perder aquilo que conquistaram.
Não é apenas os bens materiais é também o conforto emocional que recebem de quem lhe dedicou tantos anos de vida, dentro de uma família vista pela sociedade, afinal esses valores representativos desse paradigma ainda permanecem em vigor.
Mesmo assim, sonham com a felicidade permanente e interminável, até mesmo com aquilo que desconhecem, esses sonhos são sonhos de alma, porque a personalidade, o ego, apenas vê o que está no plano mental e se arrastam em situações que lhe cerceiam os melhores sonhos: casamento, apelo religioso, sistema de governo, sistema econômico, onde tudo isto é caracterizado, nessas circunstâncias, pela separatividade e competitividade.
O escriba Mateus, que conheceu a luz crística, escreveu em pergaminho: “quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á [Mateus, 10:39]. Elucidamos que “por amor de mim” refere-se à luz crística e não ao escriba. Refere-se também ao ser profundo, que todos nós somos, que se liga à fonte. Ele também quis dizer “quem achar a sua vida perdê-la-á”, refere-se unicamente ao paradigma.
Hoje a Física Quântica revigora a aplicação do átomo, matéria-prima da parafernália de inventos empregada na vida moderna: internet, observatórios e sondas espaciais, no ano que vem estará em Vênus, telefone celular, passe livre de metrô, cartão eletrônico do Banco do Brasil, e recrudesce o exemplo de Santa Teresa, nas páginas da obra Teresa de Ávila, o Êxtase da Muralha, de Max Carphentier, membro da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil e da Academia Amazonense de Letras e ainda do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.
A Física Quântica ressalta principalmente a ressonância magnética onde os pensamentos, por ser energia, fluem imantados de átomos mudando panoramas íntimos das pessoas nos lares onde se encontram os amores em reajustes. Há auxílios terrenos e celestiais, mediante apometria, assim como fez Teresa de Ávila em seus êxtases fluindo em fontes límpidas.
Quando nos oferecemos de todo o coração para caminhar juntos e dizendo à ciranda de mulher sinta-se amada, obrigado pela receptividade, há reservas na apreciação, pois os engramas do passado recrudescem: homem é tudo igual. Não são todas as mulheres que falam assim.
O que vamos fazer? Ajudamos somente se formos solicitados, não precisam nos pedir, o ego nunca perde quanto mais pedir. Nesse contexto seus pensamentos já revelam a realidade em que vivem. Esta é a vertente libertadora.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A TRANSPARÊNCIA

A transparência surge quando desaparece a resistência do paradigma que envolve todos os códigos de ética, educação, cultura que têm como característica o plano mental que foi e está sendo útil para a humanidade encontrar os acertos de que necessita para transcender a uma dimensão maior.
Esse paradigma adotado por 5,2 bilhões, do total de 7 bilhões de habitantes do planeta, está indo embora com a chegada da consciência da realidade única que nos envolve, como dizíamos desde 1988, da consciência lógica de Deus, quando publicamos a obra A SARÇA ARDENTE.
A transparência é a manifestação do ser profundo que todos nós somos, sem exceção, e que não se manifesta por causa da vivência da personalidade que é toda envolvida em ego e caprichos humanos.
Enquanto a humanidade viver apenas na roupagem da personalidade será sempre infeliz e levará essa infelicidade aos recantos sombrios onde irá viver do outro lado que está inserido este mesmo paradigma ou esta mesma matrix, como vimos abordando.
A humanidade do outro contingente populacional de 1,8 bilhão já ascendeu à quinta dimensional unitária de consciência planetária, mediante os 4 pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria, não existindo mais para esse contingente a terceira dimensão planetária dissociada.
Essas duas humanidades, vivendo neste hotel planetário que está ganhando mais uma estrela, dentro de alguns séculos será totalmente unificada em consciência planetária e não haverá mais a separatividade e a competitividade.
A maioria dos habitantes da Terra está na consciência planetária dissociada, competindo e se separando, será banida de seus lugares comuns, assim acontece com a separação de casais, de membros da família, de grupos sociais e etnias. Nesse clima, ainda vemos essa parcela da sociedade buscar os encontros que serão convertidos, em pouco tempo, em desencontros e partidas.
É imensa a procura de companhia tanto de homens como de mulheres, ou em casos idênticos onde uma minoria resolveu buscar o mesmo espaço que tinha somente na relação homem-mulher. Esse paradigma atual a acolhe por justificar que os direitos são iguais, com reclamação e intolerância dos que permanecem ligados à tradição da família.
A família só existe se houver o sentido gregário que tem os animais e, no futuro bem próximo, toda a humanidade irá ter quando for abolido, livre e espontâneo, esse paradigma.
As mulheres, o nosso maior público, que buscam um relacionamento, se estiverem na parcela de 5,2 bilhões da humanidade, naturalmente encontrarão o que desejam na mesma parcela populacional onde se encontra. Esses amores, pela conjuntura atual, tendem a cair no esquema de hoje tem, amanhã não tem.
A solução é ascender para o outro grupo de 1,8 bilhão da consciência unificada, onde a transparência existe e não poderá mais haver traição, fuga, desprezo e outros desencantos que aniquilam o relacionamento.
Viver apenas para se divertir no jogo de cama, mesa e banho, certamente terá a satisfação do ego atendido onde o ponto central é o prazer sexual, como se fosse o único prazer que existe no mundo, em pouco tempo um sofrimento surgirá, inexoravelmente, quando ocorrer a separação de um dos parceiros que viveu aquilo considerado um amor.
Na consciência unificada vivida em Vênus, todos namoram todos, mas o amor de lá não é igual ao amor de cá, nem possuem mais esse paradigma terrestre que leva todos ao sofrimento e dores inenarráveis. Aquele planeta está na quinta dimensão unificada planetária, a mesma que a Terra está ascendendo e já alcançada por 1,8 bilhão de pessoas.
A transparência mostra-nos como somos, na realidade, um ser profundo que se conecta com a luz. Ser transparente não é abandonar nossas tarefas humanas, pelo contrário, fazê-las melhor.
Fazer amor, na transparência do nosso ser profundo, isto sim é fazer amor, e é muito melhor. Ou vocês acham que Buda não fazia amor? E claro com a mulher que estava na mesma multidimensionalidade em que ele se encontrava ou um pouco abaixo, mas sempre no nível superior a este paradigma.
Nada nos custa repetir que estamos caminhando com leveza, amparados em quatro pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria. Com esses pilares, todos nós iremos mudar o paradigma onde há de vir os momentos inebriantes de inefável beleza, onde o sexo é o prazer que dá somente felicidade.
No novo paradigma, a transparência descortinará outros horizontes de beleza, sempre o amor presente, todas as mazelas humanas extintas, e o nosso ser repleto de fótons não irá dar mais abrigo a doenças, somos, então, luz porque resplandecemos a luz.

terça-feira, 15 de abril de 2014

LUA DE SANGUE

O evento astronômico do dia 15 de abril de 2014 surgiu no planeta Terra em que apareceu, poeticamente, a lua banhada de sangue, este é o primeiro de uma série de 4, eclipse lunar total que está acontecendo neste ano e virá no ano que vem.
O fenômeno de eclipse lunar total sempre ocorreu, desde que o mundo é mundo. Temos dito em nossas crônicas que há pouco tempo no Sol teve explosões solares, está havendo a inclinação do eixo, com a alteração da posição entre os polos, foram rompidas as camadas isolantes (estratosfera, ionosfera e magnetosfera), o Sol está com nova coloração mais avermelhada do que antes era amarelada. Com esse rompimento, está havendo a entrada de raios adamantinos, os raios-gama dos cientistas, oriundos do centro da galáxia.
Há, sim, uma ligação com o sermão profético de Jesus, não na forma que causa espanto e medo que a mídia divulga de forma até contraditória para dizer que existe, ora não existe o fim do mundo dos tempos anunciados.
Jesus é a referência maior sobre a realidade única em que vivemos. Ele conhecia a Física Quântica onde se manifesta a ressonância magnética, o vácuo quântico onde tudo emana e onde está o passado, presente e futuro.
As energias que curam, narradas pela tradição religiosa, nada mais eram do que fótons e fluem na mesma onda que se espalha pelo universo. A onda é a mesma, apenas existem as frequências diferenciadas umas da outras. Conforme disse Einstein, as pessoas escolhem as frequências de ondas e estas passam a ser a sua realidade.
Final de ciclo planetário isto está ocorrendo não apenas na Terra mas em todo o sistema planetário. Jesus sabia disso porque ele tinha, desde eóns e durante aquela época e continua a ter, visão alongada sobre esta e outras dimensões.
A lua banhada de sangue já existia dentro do chamado vácuo quântico onde tudo emana e onde está o passado, o presente e o futuro, e se já existia Jesus a anunciou para os tempos finais que não tem data conhecida para acontecer, mas que pelos eventos (“olhai os sinais do Céu”) serão antecipados pela chegada da Era de Aquarius. Como temos anunciado, daqui a mais alguns séculos esta Era será implantada definitivamente na Terra.
Na multidimensionalidade os seres humanos ou espirituais (anjos, arcanjos) podem ver os sinais que surgem no céu, refletidos na Terra, as sondas e laboratórios terrestres e espaciais também podem.
De todos os ensinamentos de Jesus, o que nos chama mais atenção é o perdão das ofensas e o orai e vigiai, isto está profundamente alinhado com as leis da Física Quântica. O perdão coloca-nos numa frequência de ondas onde a frequência de ondas de quem nos passou desencantos não chega a nós. São frequência diferentes de onda.
O orai e vigiai é postura de quem encontrou a felicidade imorredoura porque a aura humana é imantada de irradiação de luzes que impedem a penetração de sombras. Pela Física a luz elimina a escuridão, para comprovar, basta acender uma lâmpada num recinto escuro e veja o que acontece.
O vigiai tem relação única com os pensamentos, pois aí está a relação com a ressonância magnética que a Física Quântica explica e foi dita por Jesus, muito antes que a comprovação fosse testada na parafernália de inventos que a humanidade atualmente usa: celular, internet, GPS, passe livre de metrô, cartão eletrônico do Banco do Brasil, entre outros.
O eclipse lunar total ocorrido em 29 de fevereiro de 1504, na Jamaica, assustou os nativos daquela época porque o navegador Cristovão Colombo estava lá e queria tirar vantagens materiais com a alegação de que o Deus dele estava zangado com as atitudes que não favoreciam Colombo ter as benesses jamaicanas. Não mudou nada, tudo como dantes como no quartel d´Abrantes.
A lua de sangue atual é diferente das que ocorreram anteriormente porque o Sol que reflete na Lua não tinha essa coloração mais avermelhada e não causava tanta admiração.
Sigamos com leveza.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

JANELA ABERTA

Janela aberta para o jardim é algo assim maravilhoso porque nos traz a brisa e o perfume que o jardim exporta, pode ser também uma transferência de pessoas de um lugar nativo para o exterior, como acontece com os jogadores brasileiros vendidos para diversos lugares do mundo, especialmente para Europa e Ásia.
Vale assinalar uma apreciação esportiva: Dino da Costa e Luís Vinício foram vendidos ao futebol italiano, após uma excursão do Botafogo, nos idos de 1955, pela Europa. Dino da Costa foi para Roma e Vinício para o Napoli.
Mas a janela de transferência de jogadores brasileiros para o exterior ocorreu em 1963 com a venda de Amarildo para o Milan, o presidente do Botafogo era Sérgio Darcy, consultor jurídico do Banco do Brasil (1962/1967). Antes, ocorreu a transferência de Mazzola para a Itália, jogador do Palmeiras para o Milan, mas seus familiares já moravam lá, ele tinha cidadania italiana. Mazzola, quando esteve no Brasil, numa entrevista de televisão, falou sobre este assunto.
A coluna de Mirian Goldenberg – Quem vai cuidar de você na velhice? – Folha de S.Paulo – 13 abril de 2014, aborda o problema da velhice no Brasil enfatizando que o número de pessoas, com idade superior a 60 anos morando sozinhas, triplicou nos últimos dez anos “passando de 1,1 milhão para 3,7 milhões. Entre elas, 65% são mulheres, muitas vezes escolheram viver sozinhas para assegurar a autonomia.”
Considerando que o nosso maior público é feminino, focalizamos apenas 65% de 3,7 milhões de pessoas que correspondem a 2,4 milhões de mulheres com mais de 60 anos de idade vivendo sozinhas no Brasil.
As situações são diversas nesse contingente feminino, e a pergunta-título da coluna de Mirian Goldenberg não é motivo de preocupação para quem passou a vida inteira para manter-se vivendo em autonomia.
No entanto, no meio desse contingente feminino de 2,4 milhões existem casos em que a família já não faz parte do seu convívio, primeiro pela falta de filhos e, em segundo lugar, pelos filhos que saíram de casa em busca da construção de nova família.
Os parentes secundários ficam mais distantes, pois tiveram outros lares onde o parentesco apenas conserva a relação. Os amigos, por sua vez, estão na mesma situação em que esse contingente feminino está.
As famílias de recursos financeiros têm à disposição a prestação de serviços “home care”, agora bastante utilizados nas grandes capitais, inclusive com o acompanhamento médico dos tratamentos de saúde. Outra opção, é o encaminhamento a casas de repouso onde passam a viver o resto de suas vidas.
Alegam sempre que isto é melhor para a pessoa idosa que passa a ter um convívio social com as internas das casas de repouso e o acompanhamento médico mais presente do que quando estavam em suas casas, é o que alegam sempre.
Após a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil passou a fazer reformas na saúde pública que culminou com o fechamento de hospícios ou hospitais públicos de pessoas de portadoras de doenças mentais. Até nisso, foi reconhecida a necessidade da presença dos familiares juntos aos doentes, logicamente com a finalidade de diminuir os gastos públicos.
Nos Estados Unidos esta medida foi adotada na extinção de hospícios e, rejeitado pela família, quase 1 milhão de pessoas foi parar nas ruas e viadutos como mendigos e, logo em saída, aumentando o número de presos nas cadeias públicas por assaltos, mortes e outras atrocidades.
A consciência planetária contém a separatividade e a competitividade, isto está em todos os ambientes, família, trabalho, grupos sociais de diversão e lazer, logicamente recai em todas as pessoas, inclusive os idosos.
Quanto ao sofrimento dos que vivem confinados em clínicas particulares de repouso é algo que tem um realinhar de energias no campo espiritual, mas não se esgota uma apreciação oportuna que nos faz lembrar de um trabalho de magia que mencionamos na crônica ECCOMI PRIGIONIERO – 13 de março de 2014:
Desde o trabalho de magia negra utilizando algo pertencente da vítima na boca do sapo, a ressonância magnética se processa, e todo o sofrimento do sapo que vai morrendo com a boca amarrada passa para a vítima que sofre as mesmas dores do sapo, acabando em morte.
Se uma pessoa está num local, onde todos da plateia se reúnem para dizer que o boi deles é melhor do que o de outras plateias, e pensa mal de seus parentes, amigos e conhecidos, está também dentro da magia negra, não depende de local, depende sim da ressonância magnética que o pensamento provoca no intercâmbio mental.
O sofrimento do paciente não é apenas o dele, é também o sofrimento que recebe de outras pessoas no relacionamento em que está envolvido, isto inclui o campo astral onde os seus simpatizantes, que possuem as mesmas afinidades deles, se aproveitam para sugar suas energias.
A janela aberta é um arquétipo que indica entrada e saída de ar, entrada e saída de pensamentos, entrada e saída de almas errantes que atraímos por afinidade, entrada e saída de almas felizes que nos relacionamos. Cabe-nos a escolha.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

O SENHOR DOS ANÉIS

Notícia divulgada pelo Estadão – 26 de fevereiro de 2014 – “a descoberta pela NASA de 715 planetas fora do sistema solar, sendo que 4 podem ser habitados”, em nossa opinião isto pode ser dentro da mesma similiaridade em que a Terra se encontra, a terceira dimensão planetária.
Logicamente os outros 711 planetas, descobertos pelo observatório espacial Kepler da NASA, estão em paradigmas diferentes do da Terra e por terem outras dimensionalidades não podem ser vistos ou apreciados nesta terceira dimensão dissociada, logicamente são habitáveis por seres que já atingiram a 5ª, 6ª, 7ª e outras dimensões mais elevadas, sendo que a 5ª dimensão unificada já sendo vivenciada por 1,2 bilhão do total de 7 bilhões de habitantes da Terra.
O número da pesquisa não se restringe apenas a esses dados, pois segundo informação de Douglas Hudgins, membro da Divisão de Astrofísica, da NASA, divulgada pelo Estadão – 26/2/2014: "Há apenas 20 anos só conhecíamos umas dezenas de possíveis candidatos a exoplanetas e agora temos cerca de 1 milhão, a maioria descoberta nos últimos cinco anos".
Em outra notícia do Estadão/Blogs – Herton Escobar – 03 de abril de 2014, a sonda Cassini, lançada pela NASA, transmitiu informações a respeito de variações no campo magnético de Enceladus, uma das 53 luas catalogadas de Saturno, o Senhor dos Anéis.
Em entrevista concedida, em 3 de abril de 2014, a BBC News, o Prof. Luciano Iess disse que há um grande reservatório de água em Enceladus na proporção igual a do lago Superior nos Estados Unidos e apresentou uma conclusão dizendo que lá seria um dos melhores lugares para além da Terra de se encontrar vida microbiana.
Segundo ainda a BBC News – 3 de abril de 2014 – outras luas apresentam indícios de suspeita da existência de oceanos subglaciais, tais como Titã, lua de Saturno e as três luas de Júpiter: Europa, Ganimedes e Calisto, e, por último, a mais distante lua: Triton que orbita em torno de Netuno.
O avanço da tecnologia a serviço da humanidade terrestre tem descortinado descobertas em muitos pontos do espaço sideral em nosso sistema solar e em outros sistemas cósmicos. Mas tudo isto está apenas concentrado no plano mental que é limitado e não tem condições de abrir horizontes que estão em outras dimensões planetárias.
Enquanto existe a busca para encontrar vida fora da Terra, pensamos que existem vidas em outras dimensões elevadas, muito superior a da que vivemos, pois o nosso planeta ainda está confinado dos mundos de belezas imperecíveis na conhecida frase de Jesus: “na casa do meu Pai há muitas moradas.”
Jesus, um ser multidimensional para poder encarnar no plano físico da Terra, há 2.000 anos, teve que diminuir muito seu poder de grandeza para adaptar às condições que o planeta pode absorver. Diminuindo, diminuindo até a 7ª dimensão, com o auxílio de Maria que lhe forneceu o ectoplasma, matéria-prima de encarnação da luz no plano de sombras que é este vale de lágrimas.
Jesus é o todo, está no todo e por essa razão por estar em muitas galáxias sem fração de segundo, instantâneo, e por essa multidimensionalidade pode estar na consciência de bilhões e bilhões, trilhões e trilhões, número superior a trilhões e trilhões de vezes a população da Terra, ao mesmo tempo. Isto é a verdade que disseminou: Eu e o Pai somos um.
Este, sim, é o Senhor dos Anéis, e não o planeta Saturno, um minúsculo ponto, girando na Via-Láctea onde se encontram mil luas desconhecidas. Se os poetas contemplam a beleza da lua da Terra, os seres multidimensionais, acompanhando Jesus, viajam nesse encantamento das moradas do Pai e ainda transmitem luzes através da ressonância magnética àqueles que tenham a frequência da onda, a mesma e única onda que a ciência proclama existir.
www.fernandopinheirobb.com.br

domingo, 6 de abril de 2014

NA BERLINDA

O pensamento é tudo e cria a beleza que imaginamos existir, de fato, mesmo que não esteja no momento ao nosso alcance, mas que passa a figurar em nossa vida, assim pensou-se, criou-se. O futuro nasce do presente, como é sabido, mas pode criar o presente, invertendo a ordem conhecida dentro do vácuo quântico, onde tudo tem origem.
No Brasil existem mais de cinco milhões de portadores de doenças mentais graves e a cada dia esse número vai aumentando. Os antidepressivos são consumidos em grande escala, sem que haja os benefícios alcançados, donde se presume que não curam, apenas causam dependência química.
O uso contínuo e prolongado de medicação leva o paciente à condição de zumbi (termo médico-psiquiatra). A indústria farmacêutica investe pesado nesse grande mercado consumidor e ainda espera que as autoridades sanitárias lhe dê mais espaço para expandir seus produtos.
Em muitos lugares dos Estados Unidos a prescrição médica de maconha é amparada por lei, mas não há espaço para a pesquisa de seus efeitos por pesquisadores, o que coloca na berlinda o uso dessa droga ora abusiva ora permitida e essa indústria da morte, envolvendo bilhões de dólares, não quer perder espaço.
Pedindo o fim do banimento de pesquisas com drogas pelos editores da coluna Ciência em Pauta da Revista Scientific American, edição Brasil – março/2014, verifica-se a incerteza de resultados benéficos: “Está na hora de liberar cientistas para verificarem se o LSD, a maconha e o ecstasy podem aliviar distúrbios psiquiátricos.”
Salientamos que o pensamento é o principal meio para que o paciente se reabilite com a mudança de paisagens íntimas que possam lhe fazer saudáveis e dispostos a tocar suas vidas pela frente. Anular a terapia para deixar a exclusividade no uso de remédios com o objetivo de estimular os neurotransmissores é caminhar para o desastre no consultório de psiquiatria. A internação em clínicas particulares ou em casa usando os serviços de Home Care é a única saída.
Mas a imensa maioria de doentes mentais por não possuir dinheiro para pagar clínicas particulares ou prestadoras de serviços - Home Care - e ainda na ausência de hospitais públicos destinados a internação por longo período de tempo desses pacientes, fica mesmo dentro de suas casas ou em casas de familiares.
Em todos esses recintos existe sempre o risco de suicídio, o que leva a intranquilidade de seus familiares que podem ser acusados de homicídio pela polícia, e quando o suicida é transferido para o outro lado da matrix todas as mazelas, dores, sofrimentos que possuíam antes ressurgem, com o agrave de estar nas mãos de seus obsessores.
Na frequência de ondas em que seus pensamentos fluem todos eles são vampirizados por seres do mundo astral inferior que estão interligados na mesma frequência de onda, olhem aí a ressonância magnética funcionando, pois esses vampiros humanoides precisam se alimentar e sugam todas as energias que os suicidas tinham antes de morrer.
Nesse devorar de suas últimas forças, conhecidas como energias vitais, não sobra nada, apenas a centelha imortal que em estado deplorável, no meio das trevas, irá precisar, no decorrer de tempo incomensurável, de um corpo físico, também deplorável, pelas marcas deixadas em seu corpo astral ou perispírito, destinado ao reajuste e resgate necessários.
A Terra, em plena atividade da separação do joio e do trigo, está ascendendo a um patamar de consciência planetária uma oitava acima da anterior, não apresentará mais nenhuma condição favorável para que haja o retorno de quem partiu em condições que são incompatíveis com a nova dimensão de consciência planetária.
Nos mundos afins para onde são sugadas por imantação própria do ambiente, essas centelhas eternas, dentro das sombras, tem amargo viver, no decorrer do tempo que lhes parecerá eterno, pois ao despertar se defrontarão com a realidade que elas mesmas buscaram quando estavam revestidas de indumentária carnal e as mesmas dores que sentiam recrudescem ainda mais.
Os pacientes de doença mental, os profissionais de saúde, os familiares e amigos que lhe prestam assistência todos estão na berlinda.
Vale salientar que no 6º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais em Saúde realizado, realizado entre 13 e 17 de novembro de 2013, na UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, emergiu o debate sobre transtornos e sintomas, tendo como ponto de referência a controvérsia da 5ª edição do DSM-V – Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria.
A propósito, a Revista RADIS – Comunicação e Saúde – fevereiro/2014 - FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz salienta: “Para muitos estudiosos, o manual continua reproduzindo um modelo de atenção psiquiátrico de viés biológico e normatizador que traz como consequência a medicalização excessiva”.
Na ocasião, Laurence Kirmayer, pesquisador da Universidade de McGill, Canadá, declarou que o manual DSM-V abrange síndromes e sintomas clínicos e não incluem as interações pessoais e os processos subjetivos, como foi prometido na atualização de maio de 2013.
A propósito, transcrevemos textos de nossa crônica MEDICAÇÕES – 28 de julho de 2013, constantes do blog Fernando Pinheiro, escritor, in verbis:
A influência de laboratórios farmacêuticos na formação de médicos psiquiatras acarreta sérios problemas quando já não há mais critérios de avaliação sob a influência do mercado de expansão, embora controlados por agências reguladoras.
Vale assinalar os números apresentados pela Gazeta do Povo: R$ 1,85 bilhão arrecadado, nos idos de 2012, na venda de 42,3 milhões de caixas de medicamentos antidepressivos. Ressalta a Gazeta que o aumento do número das prescrições de remédios tem colocado em alerta especialistas e entidades, pois está evidenciada a hipermedicalização de pacientes.
Acrescenta ainda a Gazeta do Povo, mencionando a opinião de um psiquiatra:
“Temos que deixar mais afinado o diagnóstico e propor a medicação só quando o paciente efetivamente precisar. É preciso, principalmente, conhecer a história da pessoa, entender como surgiu esse problema, o que ele está sentindo, o que ele pretende. E essas são questões que somente uma conversa técnica e afetiva vai esclarecer”, defende o médico psiquiatra Osmar Ratzke.”
As crônicas do blog Fernando Pinheiro, escritor, retratam a beleza superior à matéria, a partir da transição planetária que está sendo acompanhada de perto por nós, em diversas manifestações, naturalmente são abordados os assuntos relativos à saúde pública.
A nossa medicação é a prece, confiante em nossa realização, pois isto remove as sombras que se estabelecem a caminho do corpo físico onde a doença aparece. É um princípio helênico: “mens sans in corpore sano”. As paisagens íntimas refletem em nosso aspecto exterior.

sábado, 29 de março de 2014

ANÉIS SOLTOS NOS DEDOS

No Princípio da Incerteza, de Heisenberg, há restrições à precisão em medidas simultâneas, pois não pode haver a posição da partícula e a velocidade ao mesmo tempo, esse princípio está imantado não apenas no mapeamento das partículas elementares do átomo, como também entre duas pessoas em convivência amorosa, pois todos nós somos constituídos de átomos.
O Princípio da Incerteza, de Heisenberg, está presente em todos os relacionamentos difíceis da atualidade e isto evidencia a complicação, a dificuldade dos casais em se manter unidos. A elucidação do Prof. Hélio Couto é oportuna: “você tem a posição diferente do momentum, isto é, uma pessoa está na posição e a outra está no momentum, ela tem velocidade.”
Quando se inicia a aproximação, uma delas está parada porque está receptiva ao encontro, a outra tem momentum e prossegue em velocidade. A que está parada é mais romântica, sonhadora e até desligada dos problemas materiais que é importante na discussão dos casais, afinal não há almoço grátis.
Há mais ou menos uma afinidade pelo interesse da atração, geralmente é sexo, dinheiro, prestígio, estabilidade, e assim não há muitos questionamentos a serem debatidos nos primeiros encontros que buscam uma lua-de-mel. Se procurar a lua-de-mel com brigas e desavenças, assim não vai dar certo.
No decorrer do relacionamento são mostradas as mangas da camisa e fica evidente o Princípio da Incerteza, de Heinsenberg, quando se trata de a posição e o momentum diferenciados, isto é mais acentuado quando há divergência de paradigmas.
Temos demonstrado que no planeta Terra existem duas humanidades vivendo em paradigmas distintos: a consciência planetária unificada e a consciência planetária dissociada e até indicamos, em crônicas, o número relativo a cada uma.
Vimos anunciando sempre a nossa postura de viver em 4 pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria, como forma de ascender à quinta dimensão unificada planetária, o novo paradigma que se aporta anunciando a Era Dourada. É claro que existem outras posturas de viver, pois cada um é mestre de si mesmo.
Todos buscam crescer, é natural que seja assim, quando uma pessoa envolvida com a outra não encontra esse clima de crescimento interno, então é desfeito o relacionamento. E não importa mais o interesse inicial. Quantas mulheres buscaram gatos e encontraram crocodilos? O gato não é o modelo, o modelo é a multidimensionalidade.
As pessoas que se desligaram de suas companhias que permaneceram no jogo de cabra-cega sem saber em quem tocar, atirando por todos os lados como se diz na gíria da paquera, não buscam mais essas pessoas que estão em outro paradigma ultrapassado com muitas dores e sofrimentos.
A observação do caminho é fundamental, principalmente quando saímos de outro que não levava a lugar nenhum. Adotar o celibato saudável é sempre bom e oportuno, quando as circunstâncias ainda não favorecem o encontro de quem está em novo paradigma.
É fácil saber quem está de um lado e quem está de outro. Não há críticas, mas em certos caminhos não caminhamos. Tudo está evidente, vejam as ocorrências que promovem dores, sofrimentos e desolação.
O paradigma corroído e estragado, o maya dos hindus, é utilizado por 5,8 bilhões do total de 7 bilhões de habitantes do planeta e vejam como é difícil que os relacionamentos se mantenham nessa grande massa humana. A presença do Princípio da Incerteza, de Heisenberg, elucida o questionamento: a posição da partícula e a velocidade ao mesmo tempo são diferentes.
É justamente na alquimia dos opostos que a evolução se manifesta, agora não mais no emaranhamento das formas físicas, anéis soltos de nossos dedos, mas dentro da ressonância magnética e assim surgem as lembranças gratas em quem semeamos o amor que volta acrescentando fótons em nossos corpos sutis. Isto independe da presença física ou do tempo passado.

sexta-feira, 28 de março de 2014

LAGOA PROFUNDA

Sabemos que não devemos dar peso e referência ao foco porque aquilo que focalizamos aumenta, mas podemos fazer um alerta de basta disso, companheiro, como recurso para acabar com a violência. Vejamos as estatísticas de morte por armas de fogo, no Brasil, nos idos de 2010, segundo Júlio Jacobo Waiselfisz: acidentes – 352, suicídios – 969, homicídios - 36.792, indeterminado – 779.
No mundo inteiro, esse número de 969, atinge uma faixa de 900 mil a um milhão de pessoas. Nenhuma crítica a nada e nem devemos nos impressionar com isto, o planeta passa por momentos difíceis de transformação. O que devemos fazer, então? Todos devemos fazer algo, aquilo que o coração sentir ser o melhor em termos de colaboração.
Não comentar nada, não criticar nada e nem criticar ninguém é ponto inicial em qualquer conjuntura difícil. Não ligar a televisão quando o noticiário é sobre violência. Então, por que falamos? Falamos porque acreditamos em nosso ser profundo que se liga com a fonte, particularidade comum a todos os seres humanos, pois as ocorrências acima mencionadas não existiriam se houve o conhecimento.
As mesmas dificuldades na matrix serão as mesmas dificuldades do outro lado da matrix, simplesmente porque a ressonância eletromagnética, que permeia o mundo que criamos, está presente.
O ponto de vista À Sombra da Mecânica Quântica, de Ulisses Capozzoli, editor-chefe da Scientific American Brasil – março 2014, é altamente revelador porque mostra jornais, noticiário de telejornais, revistas científicas e de divulgação no “esforço da construção de uma teoria do campo unificado, a teoria do tudo, capaz de descrever todas as interações nos domínios tanto micro como macrocósmico.”
Esse contingente que abrange, no ápice em termos mundiais, o número de 1 milhão de pessoas, simplesmente poderia deixar de existir se o motivo ou a falta de motivo por entorpecimento que oblitera os sentidos, ou a fuga do presente não faz nenhum sentido porque o que existe é a realidade única, aqui ou do outro lado da matrix, ou na frequências de ondas de mundos felizes.
Esse entorpecimento vem das substâncias químicas, lícitas ou ilícitas, bem como do acúmulo de informações que recebem dos meios de comunicações e de pessoas que convivem ou estão imantadas por pensamentos, fazendo com que essas antimatérias ou miasmas tirem a força que têm para caminhar em suaves ambientes.
O romance Romeu e Julieta inverteu a realidade da vida: ninguém morre por amor, ora o amor é vida, a matrix criou um estereótipo, pois já existia um arquétipo no umbral inferior e assim pegou, foi para o teatro, depois para a televisão.
Na cena levada ao ar, no dia 27 de março de 2014, na novela Além do Horizonte, pela Rede Globo de Televisão, Hermes (Alexandre Nero), na mata, vai em busca do pingente perdido e, ao entrar na lama escura, é tragado até sumir, sem que William (Thiago Rodrigues) e Tereza (Carolina Ferraz) pudessem salvá-lo, aliás nem tentaram. A mesma falta de sensibilidade em ajudar o próximo é revelada na cena lírica Suicide, La Gioconda, de Ponchielli, o ato é o mesmo: “ninguém nunca poderia ser ... a lagoa é profunda.”
O amor é o mais eficaz recurso para ajudar a quem nos estende as mãos, podemos até não estar perto fisicamente, mas os nossos pensamentos podem ajudá-lo a modificar as ondas que estão fluindo em determinada frequência ou quase se esgotando, isto porque o ser profundo que todos somos não foi acionado. A fé é que desperta tudo isto.
De todos que passaram pela Terra, dando testemunho que se desligaram da matrix, basta um só pensamento, comove-nos o daquele centurião romano que tinha um servo que estava doente e ao encontrar Jesus, em Cafarnaum, suplicou-lhe para que o servo fosse curado, e Jesus nem precisou ir até a casa do centurião, o servo foi curado. Isto é Física Quântica.
A teoria do tudo, anunciada no editorial da Scientific American intitulado À Sombra Mecânica Quântica, de Ulisses Capozzoli, é de grande valia e irá colocar a humanidade terrestre na consciência planetária unificada, que os simples e humildes já percebem e onde todos esses números apresentados, de início, não farão mais parte de nossa paisagem contemplativa e logo esquecida porque são engramas do passado.
Sigamos com leveza.
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quarta-feira, 19 de março de 2014

VEM AÍ OS CHIPS

No acirrar da luta entre o bem e o mal, em que a matrix se manifesta impondo o seu domínio neste vale de lágrimas, a Terra, em que está em litígio, do outro lado da matrix, a II Guerra Mundial ainda não acabou, infernizando ambientes em que há um verdadeiro suplício. Uma dessas zonas marcadas é o túnel dos cavalos alados, revelado na crônica PÉGASO - 8 de março de 2013 - blog Fernando Pinheiro, escritor.
Um parte desse Armagedon continua ainda em litígio feroz arrastando milhões de seres empedernidos que não aceitam a presença da luz, a luz não luta, não se impõe, mas tem o direito de se manifestar se houver receptividade, todos eles se digladiando emaranhados, em vingança recíproca, com os seus comparsas do enredo em comum.
Uma das causas desse emaranhamento é a cobrança de um suposto espaço que foi prometido em troca de dominação e posse deles e de seus haveres materiais.
A matrix tem inúmeras formas de se expressar, isto ocorre tanto nas zonas de litígio onde se espalham as frequências de onda que aprisionam, e uma delas é o chip que começamos a abordar em 2 parágrafos da crônica GINECEU – 15 de março de 2014, transcritos a seguir:
Assim como se vê nos hospitais pacientes em estado grave com facas nas costas, na barriga e até na cabeça, no corpo astral da pessoa viva, pois não há apenas o corpo físico, há esses objetos encravados tal como está no plano físico e ainda outros que não se vê mas que existem.
O número de pessoas chipadas é assustador, não convém nem saber quantos são, o que podemos afirmar é que nas sombras pululam sombras vindas de pessoas vivas ainda na Terra, em comércio nefasto com as sombras que estão do outro lado da matrix, mas totalmente ligada pela mesma frequência de ondas.
Tudo foi planejado com ardil em antros tenebrosos a fim de que a humanidade chegasse ao entorpecimento total, mas isto não ocorrerá. Guerras sempre ocorreram dentro de poucos espaços de tempo em calmaria, mudaram-se as estratégias e não precisa ser de armas no modelo antigo estabelecido.
As notícias de escândalo, morte, fome, miséria dentro de um quadro social em que poucos detêm a riqueza material do planeta e a maioria em regime de escravidão por trabalhos que não lhe dão a dignidade de um viver feliz.
Os meios de comunicação representam a boca aberta da mídia que alardeia um tipo de felicidade dentro do consumismo humano que está em todos os regimes políticos e dentro da consciência dissociada do planeta. A cada dia que passa, vem um dirigente pior do que o outro.
Os filmes de terror que o cinema e a televisão jogam no ar para milhões e milhões de pessoas do planeta fazem implantar o medo, o maior obstáculo do ser humano para ver a luz, quanto mais assustadas ficam as pessoas mais o domínio da matrix se faz presente.
Começamos a dizer que os chips já se encontram há muito tempo entre as sombras numeradas que para compreensão melhor do assunto é a ressonância magnética que está na mesma onda, a onda é única, mudam-se apenas as frequências.
No plano material, já existem, nos Estados Unidos e Europa, leis que aprovam a aplicação de chip em animais e nos seres humanos justificando um avanço da ciência que irá beneficiar a medicina, a segurança e outras conveniências que parecem ser melhor para todos. A pílula está adocicada.
A partir de maio de 2014, o microchip irá fazer parte da vida dos bebês que nascerem em hospitais públicos em toda a Europa [CORRIERE DI ROMA]. É o GPS que se expande em aplicações humanas, com dados pessoais, já testado e funcionando em navegação marítima e aérea e ainda em carros com indicação de mapas para orientação.
Além da aplicação em serviços médicos há a expectativa de serem adotados na segurança, controle de criminosos e localização de roubos, sequestros, etc. Tudo isto é ressonância magnética.
Assim como a televisão, o rádio, a comunicação por satélite ao alcance de todos que possuem telefone móvel, no Brasil chama-se celular, trouxe um avanço na conquista de melhores espaços, conhecer pessoas, por exemplo, assim também corre no jogo de cabra-cega a aplicação que cada um deve fazer no uso do microchip controlado.
A ressonância magnética, a nossa grande referência para vermos a nossa realidade única, comprovada pela Física Quântica, é também um canal de acesso aos páramos sublimes onde colocamos os pensamentos alinhados ao nosso ser profundo, simbolizado pelo coração.
Na separação do joio e do trigo, nesta transição planetária, a Merkabah interdimensional está à nossa disposição, de todos, sem exceção. As sementes do trigo já foram lançadas na Seara, imensa e fecunda, somos os últimos caminhantes, não tem importância, o importante é caminhar. Sigamos com leveza.

terça-feira, 18 de março de 2014

UMA MENTE BRILHANTE

Fazendo o uso da palavra diante da tribuna da Academia Real da Suécia, John Nash disse, ao receber o Prêmio Nobel de Economia de 1994, que sempre acreditou em números, em equações e em lógica, e revelou a descoberta mais importante de sua vida: “é somente nas misteriosas equações do amor que uma lógica real pode ser encontrada.” – UMA MENTE BRILHANTE, filme dirigido por Ron Howard, tendo como atores principais Russel Crowe interpretando John Nash e Jennifer Connelly no papel de Alicia Nash.
Vejam bem ainda que as palavras do ator, interpretando John Nash, não é filosofia ou apelo religioso, mas é matemática, ciência exata, palavras de um matemático que se fez professor na Universidade de Princeton, Estados Unidos.
O ator Russel Crowe chegou de jatinho na cidade do Rio de Janeiro, no dia 19 de março de 2014, passou duas noites num hotel defronte da Praia de Ipanema, numa suíte com diária de R$ 8.000,00 e vejam que 2 bilhões de habitantes do planeta Terra ganham trabalhando, cada um, apenas US$ 2,00 por dia.
Por outro lado, o Correio do Brasil - edição eletrônica de 20/1/2014 - publica que no relatório divulgado no Fórum Econômico de Davos, Suíça: "Apenas 85 pessoas no mundo detêm 46% de toda a riqueza produzida no planeta. O documento realça a incapacidade de políticos e líderes empresariais em deter o crescimento da desigualdade econômica."
Aos 20 minutos do filme, há uma cena em que aparecem John Nash e seus amigos num lugar onde existem mulheres disponíveis à conquista. Na conversa entre os amigos, Nash lembrou que Adam Smith disse: “o melhor resultado é quando todos fazem o melhor por si”.
A definição de John Nash comprova que Adam Smith, considerado o pai da economia moderna, estava errado: “o melhor resultado é quando todos do grupo fazem o que é o melhor para si e para o grupo.”
Lançada nos idos de 1776 a obra A Riqueza das Nações, de Adam Smith, continua sendo o principal pilar onde todas as estruturas econômicas e sociais se baseiam. Nela existe a metáfora da mão invisível que relata que todos poderiam fazer o que bem entendessem e no final a mão invisível resolveria tudo.
Hoje, decorridos 238 anos, são poucos os que questionam essa metáfora do liberalismo e do individualismo onde o mercado e as relações sociais funcionam nesse sentido. Isto contraria o sentido gregário dos animais e das aves que está presente no reino animal.
É claro que a teoria de Adam Smith não resolveu a situação do mundo onde poucos ganham muito e muitos ganham pouco, sendo que 2 bilhões, do total de 7 bilhões de habitantes do planeta Terra, atualmente, ganham trabalhando, cada um, apenas dois dólares por dia. E como fica a situação dos que pretendem ter as condições básicas para sobreviver: moradia, alimentação, transporte? Assim, a metáfora da mão invisível não funciona para todos.
Os livros sobre História da Economia não são lidos por grande público e os economistas não conhecem John Nash, somente vem a estudá-lo nos cursos de pós-graduação em decorrência do pouco interesse do status quo, o atual paradigma revelando a competitividade e a separatividade da consciência planetária.
Vale salientar que Nash fez uma verdadeira revolução na teoria dos jogos, conhecido como o equilíbrio de Nash, pois qualquer interação social tem essa aplicação, como a disputa entre duas ou mais pessoas, entre as nações e nos jogos esportivos, inclusive na Biologia Evolutiva, justificada na outorga do Prêmio Nobel de Economia de 1994.
Um time de futebol ganha as partidas por causa da aplicação da teoria dos jogos de Nash e surpreende a todos quando um time pequeno ganha dos grandes, nos campeonatos estaduais e em outros campeonatos. O São Caetano foi vice-campeão brasileiro nos idos de 2000 e 2001 e vice-campeão da Taça Libertadores da América em 2002. No exterior a aplicação da teoria dos jogos foi realizada pelo técnico Rinus Michels, o criador do carrossel holandês (Cruyff e Cia.), em 1974, culminando com a conquista da Eurocopa para a Holanda em 1988.
Na época em que o Prof. Nash estava trabalhando para o governo americano, em projetos do Pentágono, época conhecida como a guerra fria entre a Rússia e os EE.UU., ele sente perseguição que lhe faz parecer alucinação e isto lhe perturba a ponto de ser internado em hospital.
O filme não menciona qual é o tipo de doença que ele está sendo tratado, apenas vemos ser submetido a tratamento de eletrochoque e medicação psiquiatra, o paciente não acredita que seja doente.
Numa cena em que está na cama com a esposa Alicia, ela coloca as mãos dentro do pijama dele, mas ele não sente nada. Ela pergunta são os remédios? Ele confirma: sim. Alicia sai da cama desesperada e vai à cozinha e atira no chão uns vidros que encontra. É porque a frustração gera agressão.
Quando Alicia entrega a Nash a medicação psiquiátrica, ele guarda na escrivaninha os comprimidos e passa a não mais tomar remédio. Posteriormente, na consulta, o médico vem a saber disso, mas como ele vem desenvolvimento uma atividade intelectual e com o apoio da esposa, nenhuma preocupação surge diante da situação.
No post TUDO COMO DANTES – 6 de março de 2014, disponibilizado ao público pela internet no blog Fernando Pinheiro, escritor, mencionamos a lista de 37 crônicas de nossa autoria a respeito da Psiquiatria e destacamos três parágrafos de O DESMAME – 28 de fevereiro de 2013:
A atividade intelectual na qual o coração se faz presente nos ideais sublimes, a atividade esportiva, mesmo que seja caminhadas regulares, a sociabilidade nos grupos afins (clubes, entidades de classe, saraus recreativos que apresentam declamação de poesias, música e dança) são ótimas referências destinadas aos dependentes de medicamentos. No entanto, na recreação deve ser levado em consideração a qualidade da egrégora que se forma.
A egrégora, que se forma dos grupos sociais afins, estimula o participante a acompanhar as atividades que aí se desenvolvem. É por isso que é mais fácil fazer uma prece em grupo, fazer exercícios físicos em academia de ginástica, pois o estímulo é visível e ao alcance de todos que estão presentes.
Mas é no recolhimento interior que se encontra a realidade espiritual de cada um, o lado exterior funciona apenas como uma sugestão que deve ser filtrada e condicionada à realização de caminhos que devem ser percorridos, se houver receptividade espontânea e livre.
No filme UMA MENTE BRILHANTE, John Nash passa a não dar mais atenção naquilo que o importuna, é porque a ressonância magnética somente funciona se estivermos na mesma frequência de ondas. Mudou de frequência, acabou o problema. Como o psicanalista Freud poderia dizer isto aos seus 80 pacientes que teve durante todo o tempo em que clinicava, se a sobrevivência dele dependia do dinheiro desses pacientes pago em consulta?
A teoria de Adam Smith, funcionário de uma empresa britânica, reflete a consciência planetária dissociada, existente há muitos milênios, e que abrange a maioria dos habitantes da Terra, ao passo que o Equilíbrio de Nash traz a matemática revelando o sentido gregário que os animais possuem e que, um dia no porvir, quando a eterna primavera chegar, daqui a alguns séculos, toda a humanidade terrestre terá esse sentido gregário e não haverá mais a fome, a doença, a tristeza, a desolação, as desigualdades sociais.