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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A INTERNAÇÃO DE BELISA

Na mansão do casal Stewart foi tomada a decisão de internar Belisa. A Clínica Souza Andrade está em evidência com a internação dela que foi levada pela equipe do médico Paulo. Ela entrou sedada por medicação para acalmar numa maca carregada por enfermeiros.
Como pôde o médico internar Belisa, ela não era paciente dele e somente veio a saber da confusão familiar apenas momentos antes em que ela foi levada contra a vontade para a clínica? Outras cenas de confusão entre pessoas encenadas na mesma novela não aparece nenhum médico psiquiatra.
Na novela A Regra do Jogo, da TV Globo, a internação de Belisa, personagem interpretada pela atriz Bruna Linzmeyer, na clínica psiquiátrica, ocorreu por intermédio do médico Paulo, membro da facção criminosa, vivido pelo ator Ranieni Gonzalez, atendendo ao pedido de Gibson, avô de Belisa (José de Abreu). Ela descobriu que Orlando (Eduardo Moscovis), o noivo da mãe dela, é da facção, mas ele pediu ao avô dela para interná-la, daí a revolta que ela sentiu.   
Nos idos de 2013, a atriz esteve fazendo o papel de Linda, portadora de asperger, uma espécie de autismo, na novela Amor à Vida, levada ao ar pela TV Globo. À época, o psiquiatra Renan, papel do ator Álamo Facó, comentou: “toda pessoa precisa de independência, mesmo sendo autista”.
No dia seguinte, Nora (Renata Sorrah), acompanhada de Feliciano (Marcos Caruso) e Orlando (Eduardo Moscovis) foram à clínica psiquiátrica, mas não pôde se encontrar com a filha Belisa, pois o médico lhe dissera que a paciente tinha piorado com sintomas de esquizofrenia. Conhecendo tão bem a filha, a mãe não concordou com a opinião do médico que fez anotações no computador.
A senha “vitória na guerra”, usada pelos integrantes da facção criminosa, foi dita por Orlando e respondida pelo médico Paulo.
Ficamos a imaginar uma pessoa sadia, uns dias atrás, bonita, inteligente, independente financeiramente, de repente sem condições de conduzir a própria vida. Antes, no cárcere perde a liberdade de locomoção e na clínica psiquiátrica a medicação pesada faz-lhe dopada e sem ter condições de modificar os panoramas íntimos que estão nublados. [A INTERNAÇÃO DE PALOMA – 5 de setembro de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
No terceiro dia, Dante, interpretado pelo ator Marco Pigossi, foi à clínica psiquiátrica e pediu ao médico Paulo permissão para ver Belisa. Quando ele chega ao quarto dela, a vê  inconformada com a situação e ela lhe diz que esses médicos são todos bandidos, causando espanto em Dante que achou isso anormal ela falar assim.
Belisa diz a Dante ir embora, num clima que o amor deles não existe mais, ele continua perplexo e sem dizer nada. Quando ele volta ao gabinete do médico é perguntado por Orlando sobre o que houve no encontro? Ele lhe disse foi péssimo. Dante perguntou ao médico se isto em cura? A resposta que respondeu não lhe agradou: é necessário fazer o tratamento de choque elétrico para ser mais rápido a recuperação de saúde da paciente. Orlando ficou mais perplexo.    
A pessoa pode estar bem de saúde hoje, mas se tomar as drogas lícitas, em grande quantidade, por recomendação médica e controle farmacêutico das receitas, pode vir em pouco tempo a ser uma pessoa incapaz para o relacionamento amoroso. É que o entorpecimento virá com esses remédios que colocam o paciente a ficar dependente. [O BEIJO DA LINDA – 30 de dezembro de 2013].
Diante da situação delicada, o personagem Dante, vivido pelo ator Marco Pigossi, antes namorando a Belisa, passa a ser ex-namorado, mesmo sem ter terminado o namoro, pois a namorada está na condição de incapaz pela psiquiatria,  embora tenha ele interesse em ajudá-la, primeiramente na busca da fugitiva, conforme ele disse à mãe dela, Nora, na pele da atriz Renata Sorrah.
Considerando o peso e a referência que dão ao médico psiquiatra, vale mencionar os parágrafos constantes na crônica O RESGATE DE PALOMA – 11 de setembro de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor:
Observamos que há muitos questionamentos acerca do tratamento psiquiátrico, partindo da recomendação médica que o paciente deve ser tratado apenas com um médico psiquiatra, e não mais de um dos colegas da área, alegando que poderá haver divergências sobre o diagnóstico, dosagem da medicação e métodos para promover a recuperação da saúde.
Aliás, essa área médica é completamente fechada a esses especialistas sem ter uma avaliação como existe, por exemplo, de um médico cirurgião que deixa um instrumento na barriga do paciente operado e, depois, é constatado o erro médico, com as punições cabíveis dentro da ética profissional e perante o código penal.
Mesmo que haja fracasso de um paciente com distúrbio mental que afete o patrimônio da família, o médico pode alegar que, naquele dia, ele estava em boas condições de saúde e ninguém pode contrariá-lo.
Diferente de outros exames médicos que comprovam a existência da doença, através de laboratórios e de raios-X, o diagnóstico do médico psiquiatra é sempre questionável, pois se dá na área da subjetividade e corroborando o pensamento da médica Adriane Fugh-Berman, contido na referida matéria da Viomundo: “É bom notar que a psiquiatria é a profissão mais suscetível a diagnósticos questionáveis porque todos os diagnósticos são subjetivos.” [ARDIL DIABÓLICO – 20/09/2014 – Blog Fernando Pinheiro, escritor].
Nelita foi à clínica psiquiátrica e pede para Belisa fugir dali, dá-lhe dinheiro, arruma o disfarce no vestir, usando a roupa da filha e a filha, na roupa da mãe, sai cautelosa. Na entrada do prédio, ela pega um táxi que está estacionado e ordena ao motorista seguir em frente sem parar diante da perseguição. 
Quando Belisa chega ao morro, o celular dela toca e vê anotado o nome do avô. Sem interesse em atendê-lo, joga o aparelho na lixeira. O policial Dante sobe no morro, mostra a foto dela no celular dele aos moradores e teve notícia de que ela se encontra ali. Se ele ligasse para ela, iria ouvir o celular dela tocar na lixeira. 
A fuga hospitalar é um incidente que sempre aconteceu em todos os tempos. Vale recordar a do compositor Ernesto Nazareth, o célebre autor da música Odeon, comentada em nossa crônica do dia 6 de agosto de 2012. O compositor fugiu do Manicômio Juliano Moreira, onde estava internado e, ao atravessar uma represa em Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro, morreu afogado. [A FUGA – 3 de junho de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].

domingo, 18 de outubro de 2015

A PRESENÇA

A Presença é a manifestação de nosso ser profundo que atua em qualquer dimensão de consciência planetária, isto dentro das condições favoráveis que permitem aparecer. O nosso ser profundo não é exclusividade de ninguém mas de todos que tem a consciência de que está nesse estado.
Na consciência multidimensional, a verdade será conhecida e ao alcance de todos. Não há necessidade de dizer a verdade. A vibração que sai do nosso ser profundo é o que basta, assim como foi o suficiente o silêncio de Jesus perante Pilatos. O ser profundo, que todos nós somos, não fica doente e tem a luz, nascida da fonte, que irradia luminosidade, embora as sombras da Terra a impeça, temporariamente, de aparecer. [O FIM DA PSIQUIATRIA – 29 de março de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
O que vemos e sentimos é que na Terra pode ser criada, por cada um de nós, a multidimensionalidade. A egrégora de pessoas afins é um estímulo, mas a obra tem que ser nossa, individual, sem salvador externo, que não pode receber a transferência do trabalho que devemos fazer. Dentro dessa percepção sem trabalho, leva-nos a escravidão, em paradoxo de quem é o libertador. [ONDAS GRAVITACIONAIS – 30 de novembro de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
O apego a um libertador traz um certo conforto emocional porque o exemplo é ainda o melhor ensino mas, sem a participação individual, ninguém pode sair dessa teia de aranha, simbolizada pela consciência planetária que está indo embora, sem ter a potência do ser, o nosso ser profundo, em ação [SEM COMPROMISSO – 4 de dezembro de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
Nesse novo patamar de grandeza existencial não haverá mais engano e mentira de qual espécie, em todas as áreas humanas, e ninguém será ludibriado por sistemas que o escravizaram, na política, no apelo religioso, nos relacionamentos afetivos e amorosos [O RETORNO (II) – 8 de agosto de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
Assim como nos sonhos podemos perceber a realidade que nos envolve sem precisar de alguém que nos explique o que está acontecendo, o homem que alcançar a ascensão para a consciência unificada, que está sendo implantada na Terra, pelos simples e humildes de coração, terá esses mesmos recursos de percepção [Idem, idem].
A Terra atravessa a última noite (etapa) da terceira dimensão de consciência dissociada, que vem se estendendo desde há 52.000 anos, para um amanhecer da quinta dimensão unificada.
Na crônica anterior, a BARCA DE CARONTE, podemos ver uma enorme distância física, entre a Terra e a lua de outro planeta, em dados que foram transmitidos pela sonda espacial New Horizons e que reproduzimos para melhor apreciação:
Caronte, a maior lua de Plutão, tem paisagens cobertas de montanhas de água gelada é o que foi revelado pelas imagens da sonda espacial New Horizons, da NASA, a uma distância de 1,6 milhão de quilômeros de Plutão. A sonda espacial, conforme foi revelado, está funcionando corretamente, apesar de estar a 5 bilhões de quilômetros longe do planeta Terra [El Pais – Madri, Espanha – 15 de julho de 2015].
A uma distância enorme entre a lua Caronte e a Terra é possível estabelecer a conexão entre a sonda espacial e a torre de comando, aqui no planeta, graças a um fator primordial: a onda é a mesma em todas as dimensões do espaço sem fim. A frequência nesse caso é em gigabytes. Só existe a luz, embora haja espaços para transcendência da condição passageira para a realidade única.
Para compreender a Presença, no sentido mais amplo, é indispensável apreciar a trajetória terrena de Jesus que se manifestou em forma de milagre, um termo usado na época e ainda em vigor, agora confirmada pela física teórica que elucidamos na crônica ESTRUTURAS PARTICIPATIVAS – 3 de dezembro de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor:
Afastando-se do dualismo humano (bem/mal, certo/errado e outras expressões correlatas) que atrapalha a visão da realidade única, pois tudo é energia, e a energia está em expansão em todas as dimensões da vida, é necessário a crença que ela exista, assim como foi necessária a crença daqueles que foram beneficiados pela luz crística que a fez despertar neles essa realidade.
Na viagem astral ou expansão da consciência qualquer temor invalida o fenômeno. A teoria da Física dos ganhadores do Prêmio Nobel de 1977 comprova a ação da luz em estruturas participativas, assim o sentido de milagre, que se arrastou durante 20 séculos em nossa cultura ocidental, hoje é o fenômeno da luz e mais precisamente, naquele caso, da presença da luz do mundo.
Com isto está resolvido todos os problemas que fazem a humanidade sofrer. É reconhecido que tudo que emerge é oriundo do vácuo quântico, é de lá que está o presente, o passado e o futuro nesta dimensão trina e outras dimensões superiores que a Terra está começando a ascender, onde o tempo é único, sem etapas diferenciais.
Quando a consciência, que está em estado latente nos reinos minerais e vegetais e com maior grau de sensibilidade no homem e em outros animais, peixes e aves, recebe a informação, ilumina-se, pois a luz é informação reconhecida pela Física Quântica, dessa forma todas as informações que estão mergulhadas no plano mental são extintas diante dessa luz. Mudou-se a frequência de onda, na mesma onda.
A crença da realidade da luz é o principal vetor de transformação do ser humano que passa a ganhar uma oitava acima da dimensão de consciência onde se encontra e galgando a multidimensionalidade que é o estado onde os anjos se encontram, podendo alcançar até mesmo aqui na Terra, basta um pensamento que se conecta com a realidade única. Quando dormimos isto é mais possível acontecer porque não existem amarras que nos prendem ou nos fazem distrair nos sentidos da matéria. A grande maioria não quer perder o gozo, os deleites que despertam alegria de viver.
Essa alegria também faz parte dessa crença na luz, a mesma luz que despertou a luz que, no íntimo, tinham leprosos, cegos, obsidiados pelos simpatizantes e depredadores do outro lado da matrix onde irão aqueles que mantém a vibração que faz sofrer aqui na Terra ou nos mundos assimilados.
A iluminação, reconhecida pela ciência, é a transferência da luz dos páramos sublimes, o vácuo quântico, que projeta, em estruturas participativas, atingindo tudo que existe e está em processo de transformação, inclusive no homem que passa a ser saudável e nunca mais adoece. É claro que a estrutura física dele ainda está no condicionamento em que a Terra está, mas seus corpos sutis terão um benefício muito grande.
O segredo é mudar de frequência de onda, pois existe apenas uma onda e não há separatividade como existe na consciência planetária atual que está indo embora com a separação do joio e do trigo. Só existe o bem e a ausência do bem e nada mais e a transformação atinge a tudo no decorrer de etapas. Na fusão com o todo, desaparece a evolução e surge apenas a manifestação do todo.
A iluminação do ser humano acontece quando ele entra na mesma frequência onde o vácuo quântico ou o todo universal está presente, esse todo é amor, luz reconhecida pela ciência que informa que a luz é informação.
O pensamento, contendo energia, plasma aquilo que pensamos, logo o pensamento cria. Pensou, criou, pensemos em amor, o amor surge, assim acabou-se toda a preocupação que estava em outra frequência de onda, a onda é a mesma, muda-se apenas a frequência.
O nosso pensamento flui na ressonância magnética trazendo de volta o que pensamos acrescido da bagagem encontrada na mesma frequência de onda para o nosso raio de ação. Na metáfora é o colher o que plantamos. Estas são as estruturas participativas.
O fenômeno de a Presença ocorreu com maior nitidez com a presença de Jesus no planeta Terra, graças a presença dele com o todo, é possível, como a certeza matemática, a ação do nosso ser profundo agindo dentro da multidimensionalidade, objetivo de todos os seres em ascensão de consciência planetária, não apenas na Terra, mas em outros lugares chamados “na casa do meu Pai há muitas moradas.”
A informação da NASA de que a sonda espacial New Horizons  está funcionando corretamente, apesar de estar a 5 bilhões de quilômetros longe do planeta Terra, demonstra claramente que isto é possível por causa de que a onda é a mesma em todo o universo. Assim como foram enviadas as fotos de Plutão e da lua Caronte, assim também seria possível ouvir a voz humana, se lá estivesse um telefone, isto dentro de um plano meramente físico.
No plano astral, onde flui a mesma onda, os seres multidimensionais, vivenciando a Presença, se comunicam com a Terra e outros planetas do nosso sistema ou de outros sistemas planetários em outras galáxias, com a mesma precisão.
A Presença está manifestada nos ditos de Jesus quando se referiu “se tiverdes a fé de um grão de mostarda direis a montanha passa daqui para acolá, e a montanha passará, e nada vos será impossível.
Mais tarde, em tempos modernos, os cientistas vem anunciar ao mundo as possibilidades quânticas que é feita de infinitas possibilidades, geradas sempre através do pensamento. Esta é a Presença que todos nós temos, basta crer.
Esse acreditar independe dos apelos religiosos, sempre elogiáveis, mas principalmente dentro de todos nós, é por isso que Jesus disse “vós sois deuses.” O dualismo humano não permite esse avanço em direção das estrelas. No entanto, o importante é que cremos que o universo é feito de infinitas possibilidades, as possibilidades quânticas, as mesmas que foram anunciadas há 2 mil anos.

sábado, 17 de outubro de 2015

PÉGASO (XXXVI)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
Estávamos num jardim paradisíaco, de beleza natural e, ao lançar a vista em frente, observamos a imensa alegria e satisfação que sentia o nosso confrade de Academia ao ler um livro de poesia e filosofia que ele tanto ama.
Então, demos alguns passos em direção dele para ficar perto e sentir o clima de felicidade que ele tanto sentia. No mesmo instante, surge a mãe Maria de Jesus, de saudosa memória, se encaminhando para uma área onde estava algumas folhas caídas naquele recanto feliz. Mudamos de ideia e a acompanhamos no recolher as folhas.
Quem era esse homem tão feliz que estava num recanto paradisíaco? Em flashback, apresentamos textos iniciais do discurso de recepção ao acadêmico Artur da Távola, senador da República (1995 a 2002), na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (membro honorário), proferido pelo confrade José Teixeira de Oliveira (Teixeirinha) na solenidade presidida pelo escritor Fernando Pinheiro, em 26 de abril de 1996, no Auditório do Edifício SEDAN – Banco do Brasil, Rua Senador Dantas, 105, Rio de Janeiro – RJ: 
“Diante da circunstância que revela a imortalidade, não nos  assusta a responsabilidade de receber o acadêmico Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros, pseudônimo Artur da  Távola, simplesmente porque fomos convocados pela vida  para representar o papel que nos cabe, independe da nossa  vontade e, ao mesmo tempo flui num aparente paradoxo que  nos reúne e nos faz sentir participantes do viver.
Reconhecemos o pouco tempo que dispomos para falar de  quem na vida semeou e semeia palavras de amor no coração de multidões. Seus gestos, seus feitos na política, no rádio, na televisão, nos jornais e revistas servem e servirão sempre de objeto de estudo nas teses de mestrado nos mais diversos campos do conhecimento humano.”
No discurso de posse, Artur da Távola enalteceu o Banco do Brasil e os seus funcionários, notadamente aquele momento feliz em que vivia no meio entre nós. No final, agradeceu a honraria, a sua primeira medalha, conforme enfatizou, e ressaltou os dois caminhos em que ele estava seguindo: a literatura e a política.
A presença do acadêmico e senador da República, Artur da Távola, foi registrada na Galeria de Fotos do site Fernando Pinheiro, escritor, disponibilizado ao público pela internet. Essa mesma foto em que ele ostenta sobre o paletó o colar acadêmico (medalha de ouro), diante da tribuna do Auditório do Ed. SEDAN – Banco do Brasil – Rua Senador Dantas, 105 – 21º andar – Rio de Janeiro – RJ, integra a Galeria de Patronos da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. 
No início da divulgação da imagem do Banco do Brasil, veiculada pela televisão e revistas brasileiras, no trimestre abril/maio/junho – 1978, que revela a participação da Empresa no desenvolvimento nacional, o jornalista Artur da Távola comentou a raridade da publicidade institucional atingindo a um resultado tão penetrante e revelador [TÁVOLA, 1978 – Apud HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL (1906 a 2011), de Fernando Pinheiro].
Neste sonho que tivemos, lembramos de outro em que o amor está acima de todas as conveniências sociais. Sonhamos com o que ocorrera no dia posterior em que proferimos, em 25/10/1994, a palestra “Por onde andou Villa-Lobos?”, na Casa do Ceará, uma linda cobertura localizada na Av.  Presidente Antonio Carlos, Rio de Janeiro – RJ.
O homenageado, em outra dimensão, chegou sem ser notado pela plateia, dirigiu-se à mesa de honra onde estava Ahygara Iacira Villa-Lobos, deu um abraço nela e saiu de mansinho. A iconografia do evento (retrato do palestrante acompanhado de Ahygara) está na capa de Música para Canto e Piano, de Fernando Pinheiro, obra disponibilizada ao público pela internet no site www.fernandopinheirobb.com.br
Observamos o quanto é bom usufruir do tempo enquanto estamos na esfera física, porque depois vive-se apenas de resultados, não há mais o colapso da função de onda, fenômeno reconhecido pela física teórica.
Ainda em flashback, lembramo-nos das palavras de Artur da Távola: “música é vida interior, e quem tem vida interior jamais padecerá de solidão”, sempre quando encerrava o programa “Quem tem medo da música clássica”, levado ao ar pela TV Senado, Brasília – DF, durante 8 anos, em 168 edições. Pelo reconhecimento do trabalho, a Associação Paulista de Críticos de Artes concedeu, em 2006, a Artur da Távola o prêmio Personalidade do Ano (categoria Música Erudita).

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

PÉGASO (XXXV)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
Estávamos num ponto de ônibus à espera de condução. De repente surgiu no espaço um avião russo. Pensamos que bom andar de avião, ao pensar já estávamos dentro do avião. Não foi preciso usar passaporte nem aeroporto para embarcar, somente o pensamento faz isso, aliás o pensamento cria, dentro das infinitas possibilidades quânticas.
A sensação agradável de estar dentro de um avião russo é inusitada. Temos amigas russas no facebook e elas ficariam satisfeitas em nos ver naquela situação que nos aproxima, principalmente Irina Orlova, Rostov, Rússia, a nossa mais assídua leitora no exterior.
Isto nos remete à física quântica, pois o avião tem instrumentos, tais como computador, GPS, a versão mais moderna de bússola dos navegadores marítimos e, principalmente, o radar que nos localizou ainda em terra, predispondo ao comando aéreo nos receber, em perfeita sincronia com o que emitimos em pensamento.
Isto tem semelhança no mundo físico onde os pensamentos também atuam criando o destino das pessoas. Somos o que pensamos, não há menor dúvida. Isto tem maior alcance com o intercâmbio com as esferas extraterrestres onde a busca de haver vida é o principal objetivo dos homens de ciência.
Vida além da Terra, existe sim, claro que as condições não são as mesmas daqui por causa das peculiaridades adequadas a cada mundo extraterrestre. Nos corpos mais sutis não há necessidade alguma de usar as mesmas condições usadas aqui, tais como alimentação, transporte e trabalho.
Como existe a curiosidade, sempre elogiável de nossos leitores, para saber como é a vida no planeta Vênus, em parâmetros que possam compreender, resumimos que lá não há dor e sofrimento, como há aqui na Terra.
Em Vênus trabalha-se, dorme-se, alimenta-se, em condições muito mais favoráveis a uma vida salutar que é desconhecida, nesse parâmetro, aqui na Terra.
O trabalho não é oneroso, apenas algumas horas, puramente voltado à beleza que existem nas artes, a música, por exemplo, como expressão maior, tem o encantamento que os grandes compositores clássicos que, no passado, a Terra acolheu.
Lá não existe a separatividade nem a competitividade nas relações sociais e de trabalho. As profissões e as missões são exercidas de acordo com a coloração do campo energético de que são possuidores. Por terem alcançado a transparência, a morte lá não existe, há sim transmutações de corpos em missões diversas, escolhidas sempre por quem vai exercer e nunca imposta por nenhuma lei do carma.
A única lei que existe lá é a lei da graça e ressonância, luz gera luz. Em consequência, corpos sutis se alimentam fluidicamente e não é usada nenhum elemento da cadeia alimentar que aqui na Terra conhecemos. Em consequência, lá não há doenças.
Por ter uma consciência planetária unificada, ama-se muito em Vênus, há liberdade no amor, e em todos os relacionamentos, não essa liberdade coercitiva e discriminatória que existe na Terra, aliás, em sentido mais amplo, isto não é liberdade.
Não há separatividade em nenhum setor da vida planetária em Vênus, nenhum apelo religioso, nenhum setor político à semelhança da Terra. Para quem não viu nada além da Terra, é um paraíso, um mundo feliz, um recanto de eterna primavera como nos faz lembrar a inspiração dos poetas que semearam a beleza.
Lá vive-se do que se dá. A doação é de todos. Não há carência em nada e em ninguém. Não há a internet, para quê? Se sabe de tudo relacionado ao planeta Vênus e nem precisa sonhar para saber os recônditos da alma. Na transparência que existe por lá, ninguém engana ninguém e não há levas de gente seguindo o caminho das mídias controladoras de massas humanas.
O modo de viver em Vênus é muito gratificante, longe dos padrões que na Terra nos acostumamos a ver: dinheiro, comércio, relações amorosas conturbadas, discriminações em busca de prestígio transitório e, sobretudo, o dualismo humano que acarreta todo esse amargor no caminhar.
Vênus, como dissemos o que disseram os poetas: é a estrela do Pastor, a estrela Vesper, a estrela da manhã.
O amanhã de luz, que é manifestado aqui e agora, se reflete sempre em Vênus e de lá se reflete em nós. Uma coisa em comum que temos com Vênus, o mesmo Sol que gira nosso sistema planetário. [OS AMORES VENUSIANOS – 13/09/2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
O planeta Terra, onde estamos em trânsito, é a grande oportunidade de construir o que desejamos ser fora daqui, as opções são muitas e múltiplas e as chances sempre aparecem quando a vontade de fazer essa construção existir.
De qualquer modo essa construção existe, variando o que tencionamos dar curso, pois os pensamentos engendram situações que nos pertencem, por direito natural. Culpar alguém por qualquer coisa é a coisa mais ignorante que existe.
A nossa responsabilidade ou raio de ação ultrapassa o plano físico e atinge o plano astral onde os pensamentos atuam, tanto nas horas em vigília ou durante o sono, pois os pensamentos também existem quando dormimos e até fazemos conexão com outras pessoas ou situações. Consultar o travesseiro, que os antigos falavam, vem daí.
Em outro lance onírico, estávamos presidindo uma reunião quando apareceram três indivíduos penetras. Eles falavam simulando querer participar da reunião, o assunto deles não tinha identificação com o que estava em pauta. Acenamos a um assessor e lhe pedimos chamar segurança, eles perceberam que não podiam tirar proveito do ambiente e foram embora.
Quantas reuniões em todos os setores da vida planetária são realizadas com a participação de intrusos que, com destreza à moda satânica, se intrometem e conduzem o destino das deliberações! As guerras nascem daí. Na vida familiar isto também acontece quando se dá ouvidos a intrigas.
Aos que participaram da reunião conduzida por nós o nosso agradecimento pela fidelidade aos objetivos a que nos propomos conduzir com sucesso. Temos encontrado no plano astral, ex-chefes que estão embaraçados por ter dado ouvido a quem fazia passar por outrem, em capa dissimuladora.
O importante nesta vida é participar da sacralização do planeta vivenciando em 4 pilares: simplicidade, humildade, transparência, alegria. Acrescentamos o pilar gratidão atendendo à sugestão de nossa amiga Nona Orlinova, de nacionalidade búlgara.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

PÉGASO (XXXIV)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
O cenário em que estávamos era à beira do rio onde uma lavadeira batia a roupa em cima da pedra limpando a roupa coberta de sangue. De tanto bater, o sangue saiu e a roupa ficou limpa.
Há analogia com o que acontece no apelo religioso, de tanto falar de pecados e de culpa, há um proceder que caminha no sentido contrário, refazendo o caminho.
Lembramo-nos do quarto movimento da Sinfonia nº 4, em Sol maior, de Gustav Mahler, que contém Das himmlisches Leben, poema popular alemão, de autor desconhecido, que revela o canto de uma criança que morreu e vem descrever os deleites do paraíso.
A música do compositor grego Thanos Mikroutsikos é interpretada pela cantora Milva. A musicalidade nos chega dentro dos engramas que trazem à tona impressões do passado espiritual e, em seguida, as esquecemos para não dar movimento aos nossos pensamentos que se adiantam pelo destino afora. [O CANTO DE UMA ENEIDA DIVERSA – 7 de outubro de 2013 – blog Fernando Pinheiro].
A retrospectiva é comovedora como se estivéssemos a lembrar da separação do joio e do trigo, em plena movimentação atual, multidões de pessoas sendo conduzidas por elas mesmas, pela vibração que saem delas em direção de mundos compatíveis a da Terra, desgarradas do sublime canto e no canto a ressonância que não se faz distante.  (...)
Tudo é possível entre nós, enquanto houver um mínimo de aceitação de um amor que, um dia, se viveu, afugentado pela melancolia grega que recrudesce em toda a Terra em forma de doença. Não a chamamos de que tipo é para não darmos peso e referência àquilo que pode ser extinto dentro da luz.
O sentimento de culpa em todos os aspectos de vida, que a pessoa viveu e está vivendo, dispara um gatilho que aciona dispositivos que a fazer gerar circuitos na geração de energia que o cérebro transmite. Não é necessário falar em perdão, mas se isto agrada a quem procura, o perdão surge.
Os neurotransmissores são atingidos e precisam ser ativados por pensamentos que modificam as paisagens íntimas que devem ser somente de beleza. A música diz: rezemos, rezemos, chamas irão surgir.
Aí está a necessidade do auxílio dos amigos, familiares, namorados de épocas distintas que estão impossibilitados de curtir um romance por falta de estímulo, aquela potência do ser chamada por Spinoza ou a libido de Freud, conhecida com maior amplidão entre os sexólogos.
A canção revela a ausência da parte física, não mais a preocupação tão grande, pois numa noite em que ainda estivesse a música, essa potência do ser pode eclodir e fazer voltar os encantos vividos. O amor faz milagres, é bem conhecida esta assertiva.
O Canto de uma Eneida diversa é destinada àqueles amores, uma entre quatro pessoas do planeta inteiro que sofrem desse desencanto, expandindo-se largamente entre aqueles familiares que não se omitem no socorro assistencial, mesmo em pensamento. [O CANTO DE UMA ENEIDA DIVERSA – 7 de outubro de 2013 – blog Fernando Pinheiro].
No dia 27 de outubro de 2015, ao ensejo do encerramento da temporada 2015 do Mozarteum Brasileiro, na Sala São Paulo, na capital paulista, a soprano Lavínia Dames, sob a direção do maestro Michael Lessky, à frente da Junge Phillarmonie Wien, cantou o poema alemão inserido no quarto movimento da Sinfonia nº 4, em Sol maior, de Gustav Mahler,  transmitido pela TV Cultura que citamos: “nenhum rumor mundano pode ser ouvido no paraíso.”
Você acha que Jesus entrou no paraíso trazendo as marcas da crucificação? Se achar que sim, então, você terá que ouvir a música de Mahler para sentir a beleza além das palavras. No referido solo interpretado pela soprano diz que lá “tudo desperta para a alegria”.
A alegria é um dos 4 pilares (simplicidade, humildade, transparência e alegria) divulgados aqui para a ascensão da consciência planetária, em pleno curso na Terra, anteriormente mencionado pelo papa Pio XII, pela primeira vez na mídia, como a sacralização do planeta.
Graças à participação dele que tanto lutou pela paz, destacando-se a alocução Nella desolazione dirigida aos foragidos da guerra refugiados em Roma, a obra de Michelângelo ficou intacta quando os alemães chegaram a Roma, em tempo de guerra.  A Pietá, exposta no Vaticano, é uma das principais atrações turísticas da capital romana.
Durante milênios a matrix está implantada no planeta e somente será eliminada quando for eliminado o sistema de vida em que convergem todas essas mazelas que fazem o homem ficar doente, triste e infeliz. [O JUGO – 17 de março de 2014 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
No resumo de tudo isto, a matrix é a sombra e a realidade única são os fótons que a Física comprova existir. Quem não tiver fótons nesta vida física, quando falecer continuará sem ter fótons, o resultado é a escuridão, sairá da matrix para o outro lado da matrix. [O JUGO – 17 de março de 2014 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
No sonho de hoje, a mulher lavando roupa na beira do rio é um arquétipo que revela a situação do imenso contingente do apelo religioso que busca a sacralização planetária. Esse apelo é apenas um caminho somado a tantos outros que existem no despertar de 1,3 bilhão contra 6 bilhões de habitantes que vivem na densa consciência planetária, a matrix, do total de 7,3 bilhões, a população no planeta Terra.

A BARCA DE CARONTE

Sem o colapso da função de onda, os passageiros da barca de Caronte ficam estagnados, impossibilitados de alcançar um ritmo de evolução qual sonharam quando estavam vivenciando experiências na roupagem carnal.
Na crônica TÁ COM MEDO DE QUÊ? – 16 de janeiro de 2014 – blog Fernando Pinheiro, escritor, narramos, em dois parágrafos, o que acontece com esses passageiros no planeta Terra que tem 7,3 bilhões de habitantes:
A barca de Caronte, descrita na mitologia grega, hoje recrudescida pela matrix, conduzindo os recém-mortos para o Hades. Os heróis Orfeu e Psiquê viajaram para lá e conseguiram retornar, ainda vivos, pela barca de Caronte. Orfeu tinha ao seu favor o canto e a lira e a Psiquê a terapia para se recompor.
A barca de Caronte hoje no planeta Terra carrega 6 bilhões de passageiros que, se não mudar de paradigma, irão para os mundos afins, no decorrer dos tempos em que têm para terminar a permanência em andanças terrestres. Esse imenso contingente de pessoas, vivenciando ainda o dualismo humano, oscila no percurso para ascender a outro patamar de grandeza. A separação do joio e do trigo é uma realidade.
Caronte, a maior lua de Plutão, tem paisagens cobertas de montanhas de água gelada é o que foi revelado pelas imagens da sonda espacial New Horizons, da NASA, a uma distância de 1,6 milhão de quilômeros de Plutão. A sonda espacial, conforme foi revelado, está funcionando corretamente, apesar de estar a 5 bilhões de quilômetros longe do planeta Terra [El Pais – 15 de julho de 2015].
A uma distância enorme entre a lua Caronte e a Terra é possível estabelecer a conexão entre a sonda espacial e a torre de comando, aqui no planeta, graças a um fator primordial: a onda é a mesma em todas as dimensões do espaço sem fim. A frequência nesse caso é em gigabytes. Só existe a luz, embora haja espaços para transcendência da condição passageira para a realidade única.   
Em nossas andanças astrais, narradas na Série PÉGASO (I a XXXII) há relatos de comovente beleza como também outros em que vemos a beleza a caminho no decorrer de um tempo em que não podemos medir, mesmo estando estagnados pelos engramas do passado que esses passageiros criaram, embaraçando-lhes o caminhar, ou mesmo em total inação.
Considerando que tivemos oportunidade de escrever relatos históricos e a nossa ligação com entidades de classe trabalhista, vale transcrever textos que interessam a todos os trabalhadores que, de alguma forma, estão envolvidos no meio social, ficando aqui um alerta:
Ao sair dali, vimos um amigo nosso que agora não pode mais fazer o colapso da função de onda, expressão reconhecida pela ciência ao fenômeno da morte. Estava ele revoltado contra a situação em que estava, pois fora deposto do cargo que tinha numa empresa estatal.
Quando ele se retirou, aproximamo-nos da pessoa que ouvira os queixumes e reclamações do antigo executivo da estatal e lhe dissemos que conhecíamos o homem que estava com ele e sentíamos admiração pela carreira que ele tivera. A pessoa nos disse que ele estava muito revoltado, em clima de briga.
Há milhares de empregados naquela situação na empresa em  que ele trabalhou e, se fôssemos reunir todas as empresas do mundo, teríamos milhões de pessoas na mesma situação de desconforto emocional. Todas elas precisam desviar a atenção para outro rumo, mudando de frequência de onda, a fim de que sejam cortados todos os liames que fazem prender a pessoas que lhe causaram dano.
Como não houve o entendimento com desfecho feliz naquela situação, ambos, o algoz e a vítima, permanecem interligados na mesma frequência de onda, um intercâmbio nefasto que permanece por um tempo que não acaba até que haja a reconciliação, isto num ambiente em que um deles não pode mais fazer o colapso da função de onda. O sofrimento irá minar suas forças, apresentando em aspectos horríveis.
A barca de Caronte é o transporte comum a todos os passageiros que estão em trânsito a mundos que têm identificação com o mundo em que cada um criou para si e para os outros que se interligam.
O importante não é ficar preocupado com a travessia, pois se houver os preparativos que foram colocados à prova numa realização de sucesso, a nível transcendente, tudo será de acordo com os sonhos acalantados numa vida de encantadora beleza.
Aos que tiveram a sorte diferente da nossa, o melhor é rezar para que com a frequência de onda diferente daqueles que ficaram presos a amarras criadas por eles mesmos não nos atinja, isto dentro do princípio da física quântica.
Não criticar nada, não criticar ninguém, apenas observar se o momento nos chega através dos sonhos ou na própria vivência em estado de vigília. A tradição dos povos sempre teve respeito aos mortos, inclusive com homenagem anual para serem lembrados em lugares sagrados.
A barca de Caronte continua em sua viagem milenar conduzindo os passageiros a lugares em que buscaram encontrar, pois o pensamento cria a realidade, no dizer do cientista Albert Einstein. E aos que se revoltam não embarcar a lugares em desencantos, as vibrações que estão no íntimo de cada um deles os arrastarão de roldão aos mundos assemelhados em que eles criaram. A atração magnética é outra lei da física.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

PÉGASO (XXXIII)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
O cenário em que eu estava era uma lareira erguida no ar onde se estendia uma área desértica que a modificava num oásis onde existe abrigo e proteção contra as intempéries do tempo. Nada era lúgubre, mas me vi carregando na alça direita do caixão um corpo que deixou de fazer o colapso da função de onda e passaria a viver somente de resultados.
É tradição, no plano físico, carregar o caixão de pessoas importantes demonstrando solidariedade no momento em que os familiares pranteiam a dor da separação. Naquela posição em que estava lembrei-me do sonho que tive em 19 de julho de 2015.    
Na casa, onde se avistava um lindo jardim, ouvi um frade cantar a música O Bom Barqueiro, música clássica de autor, para mim desconhecido, que aborda o amor-presença. Não tinha nenhuma ligação com o cantor. Quando acabou de cantar entregou-me a partitura. [PÉGASO XXIV – 19 de julho de 2015 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
Escrever sobre as impressões que se sentem no plano físico é algo corriqueiro em nossas lides literárias, mas escrever para contar sobre o que se passa em outro mundo é algo inusitado para mim antes desta série dos sonhos narrados.
O bom barqueiro é algo que tem a ver comigo pela situação em servir, assim como teve Caronte na mitologia grega e ainda com a atitude do peixinho vermelho da lenda egípcia que saiu do lamaçal subterrâneo e, através de filetes d´água e de córregos, conseguiu ver o mar e voltar ao lamaçal onde estava para contar aos seus pares o que se passava. Sorte idêntica teve o prisioneiro que viu a luz do sol ao sair da caverna de Platão.
São diversos casos narrados por mim de pessoas do outro lado da matrix que permanecem na mesma situação em que estiveram quando estavam na roupagem carnal. Algumas eram mulheres que reconheci e fui reconhecido por elas, havendo entre nós uma espécie de amor que não foi transcendido a outro tipo de beleza.
No último caso havia um clima de revolta de quem estava preso a circunstâncias em que se sentiu prejudicado, situação em que estão milhões de pessoas no parâmetro atual do planeta que envolve a competitividade e a separatividade.
A indignação, no plano físico, é algo que busca modificar o que está incomodando a nível sentimental. Este sentimento quando está do outro lado da matrix, por não mais existir o colapso da função de onda, faz a pessoa sentir-se mal o tempo todo, sugando-lhe suas forças, caindo em aspecto desolador.
Nesse caso, o homem (sentido universal que abrange a mulher, razão pela qual só existe homo sapiens) cria o seu próprio inferno sem tempo marcado para acabar, podendo custar décadas ou séculos, dependendo de fatores externos que possibilitem a ele trazer algum beneficio como recobrar a consciência da realidade em que vive. E nesse despertar, o sofrimento por não poder mais fazer o colapso da função de onda.
É por isso que a Terra é uma excelente oportunidade de ser feliz para sempre, numa felicidade que se estende no decorrer dos tempos sem fim, em situações em que nos engrandecem e nos coloca mais participantes e colaboradores da realidade única que envolve a todos.
A energia dessa colaboração em trabalho em comum ou em grupos retornará a nós, acrescida da gratidão que recebemos, e em alguns casos das orações revestidas da mais sublime emanação de carinho das pessoas que servimos sem pensar em recompensa.
As pessoas em difícil situação em que não podemos nem saber como estão do outro lado da matrix, só nos resta fazer as orações conhecidas ou emitir pensamentos agradáveis e nunca revidando o que eles faziam conosco, pensando que isto é normal.
O que é da Terra deve permanecer na Terra, assim olhamos para o horizonte que está em nosso caminho visualizando paragens sublimes. Sigamos com leveza.
Deixai os mortos enterrar os mortos, réstia de luz da Luz do Mundo que está no centro da Via-Láctea, significa que a liberdade é um direito de quem deseja caminhar. Não julguemos a direção escolhida. Os mortos enterrarão seus mortos pela semelhança do viver em que vivem. Não há morte, no sentido absoluto. [O TREM DAS 7 – 30 de agosto de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
Na densa atmosfera psíquica, onde está a imensa concentração do joio que está sendo expurgado, há uma atração magnética sobre as sombras humanas que estão na Terra, é aí que compreendemos “deixai os mortos enterrar os seus mortos”. [O TREM DAS 7 – 30 de agosto de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].

terça-feira, 13 de outubro de 2015

PÉGASO (XXXII)

Ao dar prosseguimento à Série Pégaso, vale assinalar os 4 primeiros parágrafos, constantes do início desta série, com o propósito de revelar aspectos do mundo astral:
A ideia ideoplástica é a matéria-prima usada pela mente humana que a transforma ao seu bel-prazer. O pensamento é o condutor que plasma as formas figuradas e elaboradas na projeção do propósito alcançado. A arte vive nesse meio.
O pensamento é um atributo do espírito e flui em correntes de variadas expressões que se modificam de acordo com o comando recebido.
O pensamento plasma a beleza como também pode criar modificações diferentes da beleza original em circunstâncias que a degeneram.
Em nossas andanças astrais passamos por lugares que passam a ser estudo para a observação da vida que ultrapassa os limites da matéria conhecida, entrando em espaços além do planeta Terra, embora esteja circunscrito na psicosfera terrestre, esse espaço onde abriga os pensamentos e os espíritos em trânsito pela transmutação das formas almejadas.
O ambiente era um refeitório que se descortina aos nossos olhos do duplo, a ciência descobriu que todos nós temos um duplo, o corpo astral onde está a essência pura, de natureza imortal que ganha novas roupagens no plano físico até adquirir a matéria da essência pura que é a luz. A luz retornando à luz.
As iguarias eram variadas e de aspecto agradável ao sabor dos paladares de quem se acostumou ao requinte de uma boa refeição e, neste caso, um banquete de príncipe. Tínhamos à nossa disposição todas essas iguarias destinadas aos convivas. Mas, não sentíamos fome nem sede. Os garçons estavam enfileirados para servir, se fosse preciso.
A comida é usada no Oriente para satisfazer os antepassados que nos visitam, considerando que eles, assim como estavam no plano físico, precisavam se alimentar depois de uma viagem de regresso ao lar. Não vi nenhuma pessoa ser servida, embora a mesa estivesse farta.
Ao sair dali, vi um amigo nosso que agora não pode mais fazer o colapso da função de onda, expressão reconhecida pela ciência ao fenômeno da morte. Estava ele revoltado contra a situação em que estava, pois fora deposto do cargo que tinha numa empresa estatal.
Quando ele se retirou, aproximamo-nos da pessoa que ouvira os queixumes e reclamações do antigo executivo da estatal e lhe dissemos que conhecíamos o homem que estava com ele e sentíamos admiração pela carreira que ele tivera. A pessoa nos disse que ele estava muito revoltado, em clima de briga.
Há milhares de empregados naquela situação na empresa em que ele trabalhou e, se fôssemos reunir todas as empresas do mundo, teríamos milhões de pessoas na mesma situação de desconforto emocional. Todas elas precisam desviar a atenção para outro rumo, mudando de frequência de onda, a fim de que sejam cortados todos os liames que fazem prender a pessoas que lhe causaram dano.
Como não houve o entendimento com desfecho feliz naquela situação, ambos, o algoz e a vítima, permanecem interligados na mesma frequência de onda, um intercâmbio nefasto que permanece por um tempo que não acaba até que haja a reconciliação, isto num ambiente em que um deles não pode mais fazer o colapso da função de onda. O sofrimento irá minar suas forças, apresentando em aspectos horríveis.
Jesus, o sublime peregrino das estrelas, deixou-nos palavras de aviso: reconcilia-te com o teu adversário, enquanto estás a caminho para que não aconteça que o teu inimigo te entregue ao juiz e o juiz te mande para prisão e sairás de lá após ter pago até o último centavo.
A solução é rezar para que essas pessoas ou demonstrar o nosso afeto que foi alicerçado no respeito ao coleguismo que honramos no tempo de trabalho em comum na empresa. Em qualquer situação, nunca lembrar dos eventos menos felizes, a fim de que não haja uma sintonia na frequência de onda que flui os desencantos.
Tudo que está na matrix vai para o outro lado matrix, por isso estamos em campanha de ascensão de consciência planetária com o objetivo de fazer os amigos sair da matrix enquanto há chance de fazer o colapso da função de onda, porque após a morte do corpo físico só se vive de resultados.
A Terra está sendo sacralizada e o espaço de controvérsias de opiniões e atitudes está indo embora juntamente com os partipantes desse enlevo em comum que os faz unir aqui e depois no mais além do que podemos pensar.
Através de cinco pilares (simplicidade, humildade, transparência, alegria e gratidão) uma nova vida de paz e felicidade está em nosso caminhar onde só existe a luz, sem nenhuma sombra a aparecer.
Como é grande o número de pessoas que se amarram em idéias e atitudes convertidas em discussão e até mesmo em  briga, originária dentro da esfera do trabalho, devemos incentivá-las a adotar em suas vidas os cinco pilares que irão lhes dar o que tanto necessitam para encontrar a felicidade imorredoura, enquanto é tempo, é claro.