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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

APROXIMAÇÃO

É agradável saber que as minhas palavras encantam qualquer mulher, segundo a sua opinião, principalmente na sua realidade, seja em idade ou em condições sentimentais. Vi a sua imagem na foto do facebook, tudo para mim é belo, principalmente porque está inserido num momento mágico.
Você me disse que não está proibida de amar e depois perguntou: “como posso acolher em meus braços um homem que não conheço?”
No clima de aproximação do que somos, repercute ainda entre nós que o amor só se expande com a receptividade, razão pela qual é necessário, se assim você quiser, ler o blog, em disponibilidade ao público pela internet, no site www.fernandopinheirobb.com.br onde vivencio o momento atual inserido na transição planetária.
Você diz que o nosso relacionamento está se encaminhando para o quadrante sensual, naturalmente com a tendência para o perfil que os amantes desfrutam. O beijo no colo que você me desperta vem desse quadrante, no entanto pode passar bem longe, dependendo de sua receptividade, assim como passa o avião a caminho do aeroporto.
Não me veja como Don Juan ou Don Jose, embora goste muito deste personagem na cena lírica de Carmem, de Bizet. Veja os admiradores ao redor de Carmen na dança Habanera no vídeo do Youtube: Carmen Bizet Maria Ewing. Gosto também da interpretação da soprano Anna Caterina Antonacci que me parece mais ligada ao gosto da taberna.
A conquista flui, até mesmo sem sabermos, a vibração está no ar e pode até prescindir de palavras ou de gestos, este é o segredo porque os animais domésticos se comunicam com os seus donos.
Se você se sente amada, haveria mais alguma palavra a acrescentar?
Abraços de ternura, beijos na testa, o entrelaçar de mãos, tudo isso você já tem em sua vida de escritora bem-sucedida e não vai ser um gesto a mais, quase desconhecido ou despercebido deste amigo que se aproxima, que lhe fará falta.
Felicito-lhe pela premiação recente alcançada no concurso interno de uma importante entidade cultural, principalmente pelo reconhecimento de seu pulsar da natureza com a sua admirável criatividade.
A resposta dos motivos que me levaram a lhe procurar talvez não deveria vir de mim mas do Universo que o poeta indiano Tagore, Prêmio Nobel de Literatura, definiu tão simples e tão bem: nada fica incompleto.
O olhar de amor que os nossos olhos não deram, quando tivemos oportunidade de nos conhecer, recrudesce no momento atual para revelar um amor que ultrapassou as barreiras que nos impediam de nos aproximar. Sinta-se amada desde o primeiro momento em que o meu coração lhe sentiu tão perto, não me pergunte quando para não lembrar dos argumentos que para mim na época não eram favoráveis.
Não faço relatos de novelas, apenas os dos personagens Atílio, interpretado pelo ator Luís Melo, Nicole (atriz Marina Ruy Barbosa) e agora recentemente a internação de Paloma, e O Resgate de Paloma, no papel da atriz Paolla Oliveira na novela Amor à Vida, da TV Globo me interessaram porque abordo também no blog assuntos de Psiquiatria, transmutando-os à área da beleza imperecível.
O nosso relacionamento é alicerçado pela certeza que vem do coração, a partir do que sentimos ser real, e não na avaliação que se exterioriza na personalidade e no ego. Não gosto de me apresentar, mas tenho repetido em meus textos no blog que, para a ascensão da consciência unificada planetária, nesta dimensão trina dissociada, é necessário vivenciar 4 pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria.
Esteja à vontade para usar o seu vestido mais bonito, preparar-se para o nosso encontro, ainda sem data marcada, mas já escrito nas estrelas. Não vou esperar, pois não espero nada da vida, sinto-me apenas doação e até esquecer que há doação.
Não precisa me avaliar em nada, se o seu coração falar, deixa fluir. A reação é do ego e o ego é muito complicado e se contradiz, e não admite a simplicidade. Sigamos com leveza.
Permita-me transcrever suas palavras de carinho, no final do e-mail, que estendem o futuro ao nosso alcance:
"Começarei a sentir falta dos seus e-mails pelo tanto de vida que eles carregam. Se achar que este espaço é pouco para suas avaliações, assim que eu me mudar enviarei o meu endereço e terei prazer em receber seus relatos, seus impulsos e suas palavras bonitas."

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

SINAIS

Sinais, a música de Zé Ramalho revela que ainda somos simples mortais e sem conhecer ainda “o valor dessa vida voraz”. Mas, a transparência está surgindo do ser profundo que todos somos para eliminar o esquecimento ou a destruição da própria morte, do ângulo em que a observamos nesse confinamento planetário em que a Terra ainda vive.
Anteriormente, em 2 parágrafos fizemos a abordagem do fim da segunda morte, in verbis:
Nos mundos dissociados, como a Terra, a segunda morte ocorre quando a pessoa que faleceu não consegue despertar para a realidade que o cerca. Como tudo está em transformação no Universo, este estado é transitório, mas pode durar tanto tempo quanto for necessário para o despertar.
A primeira morte é a morte física, a segunda, como vemos, é a característica atual da vida planetária em que vivemos. Mas os albores da Era de Aquarius estão chegando para eliminar a segunda morte. A consciência humana será plena, sem interrupção, pois o sofrimento e a dor, ainda comuns nesta fase de transição planetária, não acontecerão mais. [O FIM DA SEGUNDA MORTE – 20 de fevereiro de 2013 – Blog Fernando Pinheiro, escritor].
A música Sinais aponta para a saída imediata e urgente: ainda há tempo para falar com irmã que se perdeu no tempo, com a outra, e quem mais? A perda aqui pode ser nos planos visíveis e invisíveis, quando as pessoas dizem que perderam parentes. Nessa transparência, os amores serão eternos.
Não importa a discussão da existência em torno dos “crops circles” em campos de colheita na Inglaterra que a TV Globo nos mostrou, em diversas ocasiões, o certo é que a música Sinais nos diz que há algum alienígena na Terra que nos revela o mapa de sermos imortais, algum clone parido. Esses sinais são revelados também a pessoas que sonham com os falecidos parentes.
A resposta de Jesus aos discípulos: “olhai os céus”. Ele também não disse que tinha outros rebanhos? Então, esse rebanho, uma parte dele, os arcturianos (Arcturius), os vegelianos (Vega de Lira), os venusianos (Vênus), os sirianos (Sirius), os pleiadianos (Plêiades) e muitos outros seres multidimensionais, seres que estão além do antropomorfismo, estão agora a serviço daquela luz encarnada há 2.000 neste vale da sombra e da morte. [O QUINTO ELEMENTO – 23 de junho de 2012 – Blog Fernando Pinheiro, escritor].
A música se desdobra na transitoriedade das marcas do corpo sobre o destino que se vai e finaliza revelando “sinais de que ainda nascemos e não temos ao menos a paz! oh, oh, oh sinais!”
Esse nascer que temos é dentro da densa consciência planetária que está em transição onde surge a transparência, ainda desconhecida pela maioria das população na Terra, um dos 4 pilares que sustentam a ascensão para a dimensão unificada, além da simplicidade, humildade e alegria.
A falta da paz é em decorrência do viver dualista em que o ser humano vive. Quando se fala em paz, pensa-se em guerra, quando se fala em Deus, pensa-se em diabo, quando se fala em bem, pensa-se em mal, sempre em dicotomia nas extremidades.
O carma do sofrimento, que não existe nos mundos felizes, encontra campo adequado para surgir e destruir vidas. Só há um caminho: a libertação, não a libertação preconizada pelos seguimentos do dualismo humano em que toda essa estrutura social se encontra, inclusive no apelo religioso e sectário em todas as suas manifestações.
A música Sinais revela que o homem está cansado de sofrer, este sofrer não é apenas, isoladamente, mas em todos os círculos da atividade humana. O crescimento do número das farmácias e dos remédios, principalmente os de tarja preta, sob controle médico e da própria farmácia, é a prova desse cansaço de sofrer, aumentando as preocupações por resultados perseguidos.
No mundo há muitas culturas por que não diversificar o tratamento médico em outras terapias que não envolvam os remédios chamados de drogas lícitas, onde a indústria farmacêutica exerce um domínio muito forte, e direcionando a atenção para as áreas onde a natureza se faz mais presente?
Tudo isto são sinais dos tempos de agora que a música Sinais de Zé Ramalho nos faz refletir e amainar esses momentos truculentos com a música que é melodiosa e que tem algum ritmo dissonante, permeado pela harmonia da música, evidenciando a característica do momento em que vivemos.
Zé Ramalho é o anunciador do que está ocorrendo no Brasil e no mundo inteiro. Parabéns ao cantador nordestino, de singular e inimitável voz. Sinais, a música, é de boa qualidade e de alto astral, envolvente e animadora.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O RESGATE DE PALOMA

Mesmo que não possam nos ouvir, aqueles que estão internados em clínicas psiquiátricas, sob o efeito pesado dos remédios químicos, entorpecidos por essas drogas químicas, há pensamentos de entes amados, nesta esfera física e no plano astral superior, circulando o ambiente. [O FIM DE PSIQUIATRIA – post 29 de março de 2013 – blog Fernando Pinheiro, escritor].
Com a participação de uma ambulância do Hospital San Magno, o Dr. Lutero (Ary Fontoura) e sua equipe deram apoio ao Bruno (Malvino Salvador) para retirar Paloma (Paolla Oliveira) da clínica psiquiátrica, onde estava completamente dopada, no meio da confusão causada por um alarme de incêndio.
Em entrevista com a diretora da clínica, o Dr. Lutero questiona sobre o tratamento que vinha sendo dado a Paloma. Anteriormente, o médico César, presidente do Hospital San Magno, papel do ator Antonio Fagundes, contrário à medicação pesada dada a Paloma, indagou à diretoria: “não seria melhor dá uma dosagem menor e depois aumentá-la?”
Observamos que há muitos questionamentos acerca do tratamento psiquiátrico, partindo da recomendação médica que o paciente deve ser tratado apenas com um médico psiquiatra, e não mais de um dos colegas da área, alegando que poderá haver divergências sobre o diagnóstico, dosagem da medicação e métodos para promover a recuperação da saúde.
Aliás, essa área médica é completamente fechada a esses especialistas sem ter uma avaliação como existe, por exemplo, de um médico cirurgião que deixa um instrumento na barriga do paciente operado e, depois, é constatado o erro médico, com as punições cabíveis dentro da ética profissional e perante o código penal.
Mesmo que haja fracasso de um paciente com distúrbio mental que afete o patrimônio da família, o médico pode alegar que, naquele dia, ele estava em boas condições de saúde e ninguém pode contrariá-lo.
Coube ao Dr. Philippe Pinel (1745/1826), o pioneiro na área da Psiquiatria que promoveu tratamento de saúde com os prisioneiros da cidade de Paris e os fez muitos deles sair da prisão.
Os manicômios públicos foram extintos em diversos países, com o pioneirismo da Lei 180/78, a Lei Basaglia, nome que homenageia Franco Basaglia, o famoso médico italiano. No Brasil, a Lei Federal 10.216, de 6 de abril de 2001, dispõe sobre a proteção e direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais.
O resgate de Paloma, nome dado pela própria diretora da clínica, aconteceu porque a paciente estava, na prática, em cativeiro, embora tivesse sido encaminhada para lá por ordem judicial que prevê pena aos traficantes de drogas.
O diagnóstico esquizofrenia paranoica não combinava com o estado emocional de Paloma, na apreciação do médico cirurgião, Dr. Lutero. Mas, a área da Psiquiatria é restrita aos especialistas.
Quando o paciente entra no consultório, o caso pode se agravar se houver uma continuada medicação, sem prazo para determinar, estabelecendo a dependência química que deve ser eliminada aos poucos pelo controle médico e nunca pelo paciente, comentado em nossa crônica DESMAME – 28 de fevereiro de 2013.
O caso de Paloma foi possível a retirada da medicação, sem causar problemas, porque ela estava no início do tratamento.
Um coisa é certa: na novela, o amor de Bruno, o noivo de Paloma, é muito mais importante do que qualquer remédio de farmácia e está à frente de qualquer medicação. Aliás, os psiquiatras reconhecem que o amor é fundamental na recuperação de saúde do paciente.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O CELIBATO (II)

Conhecido desde o início em que foram criados os primeiros monastérios, o celibato era considerado uma anormalidade para o povo que viam os reclusos como loucos por não conseguiram levar a vida, considerada normal, no método peculiar em que viviam com o objetivo de casar e ter filhos.
Os tempos mudaram, no decorrer dos séculos, e hoje o celibato permanece dentro da vida monástica, aceito agora pela sociedade humana como algo sublime que possibilita mais disponibilidade para afazeres religiosos.
Essa influência de fugir do mundo, mesmo vivendo no mundo, possibilita uma nova leitura sobre a possibilidade de avaliar o relacionamento entre casais e a postura narcisista em que não há uma entrega de si aos outros.
O celibato como meio de fugir do prazer sexual, por qualquer motivo, é uma conduta desviada do fluxo natural que cada um tem consigo. Controlar ou repreender o desejo sexual está ligado unicamente ao ego e não ao ser profundo que todos nós somos.
No entanto, devemos fazer uma análise e nunca uma crítica a respeito do que se passa hoje no mundo em que vivemos onde a transformação de costumes está sendo processada de maneira rápida e alucinante à deriva dos impulsos do mercado, atingindo todos os setores da vida planetária, sendo que o dinheiro é o fio condutor desse fluxo.
Vale assinalar texto do discurso de José Pepe Mujica, presidente do Uruguai, proferido em 24 de setembro de 2013, na 68ª Assembleia Geral da ONU:
“Sacrificamos os velhos deuses imateriais. Ocupamos o templo deles com o deus mercado, que nos organiza a economia, a política, os hábitos, a vida e até nos financia em parcelas e cartões, a aparência de felicidade.”
A transição planetária é uma realidade que atinge todo o nosso planeta, independente de qualquer condição apreciada, fazendo despertar as pessoas para o caminho escolhido por elas mesmas para a dimensão maior que a todos nos espera.
Esta dimensão virá se aceitarmos ou seremos repelidos, por nós mesmos, em vibrações que nos atraem para mundos dissociados como a Terra vive, revelamos assim o destino do joio e do trigo.
O celibato atualmente para a maioria das pessoas, que está ultrapassando a esfera do ego, é uma condição escolhida para precaver-se contra os desencantos da pessoa sexualmente ativa que pode causar-lhe transtornos físicos, emocionais ou mentais quando o agrave se incorpora a doenças.
Essa busca de ser feliz que corre pela mídia, como propaganda de mercado consumidor, também atinge igualmente quem deseja manter-se equilibrado na vivência dos momentos felizes, naturalmente dentro do narcisismo, sem doação, o que vale dizer numa busca que não pode ser alcançada.
Podemos doar-nos, inclusive sexualmente, a pessoas que amamos sem ter a preocupação em receber algo de troca que possa nos fazer felizes, e que pode vir também através de desencantos que nos chegam em forma de oportunidade para crescermos na mudança ou transmutação.
O celibato saudável, visto como momento de encontro consigo mesmo, é altamente valioso, pois não teremos a influência de vibrações deletérias, tanto na esfera física como no campo astral. Se estivéssemos acompanhado emocionalmente, isto poderia ocorrer, pois iríamos atrair pelo contato. Se o celibato não for saudável, todas as incursões que ligam os mundos dissociados nos envolveriam e seríamos obsidiados por mentes perturbadoras.
A solidão quando não for vivenciada para o autoconhecimento será transformada em melancolia que provoca a doença mental. Os casais vivenciando o amor não conhecem essa solidão e entre si fomentam forças que os fortalecerão em qualquer circunstância.
Há pessoas que necessitam vivenciar o celibato, há engramas do passado que precisam ser eliminados por posturas de aparente solidão e que não envolvam acompanhamento de pessoas.
A música “Eu preciso aprender a ser só”, de Marcos e Paulo Sérgio Valle, na versão inglesa “If you went way” foi cantada por Sarah Vaughan. O tema foi abordado também pelos cantores Marcos Vale, Elias Regina, Maysa, Tim Maia e Gilberto Gil.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

OCULTAÇÃO DE VÊNUS


Na crônica O PLANETA VÊNUS – 2 de dezembro de 2012, constante do blog Fernando Pinheiro, escritor, emitimos a seguinte opinião:
Pela madrugada, devido à luminosidade que recebe do Sol, Vênus é a Estrela da Manhã e, ao entardecer, Vênus é a Estrela Vesper ou a Estrela do Pastor.
Os amores venusianos, por estarem vivendo uma consciência planetária unificada, possuem uma egrégora com maior leveza do que a densa consciência planetária da Terra que está indo embora. Lá existe o amor numa consciência ampliada e aceita. Vênus é um paraíso com a relação à Terra.
Agora com o aparecimento do fenômeno astronômico de rara beleza ocorrido, na noite de 8 de setembro de 2013, nos céus de grande parte do Brasil, e de alguns outros países sul-americanos: a Lua crescente ocultou o planeta Vênus.
Segundo Marcelo Bruckmann, técnico do Laboratório de Astronomia da Faculdade de Física da PUC/RS: “Vênus vai desaparecer na luz suave do contorno do satélite, que é a luz cinérea, a luz solar que a Terra reflete e ilumina a superfície lunar” [Jornal Zero Hora – Porto Alegre – 8/9/2013].
Segundo a Wikipédia – a Enciclopédia Livre: “O fenômeno da luz cinérea é a possibilidade de se observar a parte escura da Lua iluminada de modo tênue. Este é um fenômeno observável nos dias que precedem e sucedem imediatamente a fase de Lua Nova, após o quarto minguante e antes do quarto crescente.”
Nesse dia, duas amigas minhas no facebook escreveram em seus respectivos murais: "O planeta ficou bem na ponta da lua. Foi magnífico!" [Rosely Padilha] – “Coisa de Deus! Impressionante! Lua e Vênus juntos... lindos” [Celina Shiozaki].
O planeta Vênus também teve a transição planetária, o que vem ocorrendo em todos os planetas do sistema solar em que a Terra gira. Agora, elevada à quinta dimensão unificada, a mesma que a Terra está ascendendo, podemos fazer uma pequena avaliação do que está ocorrendo lá em comparação com a terceira dimensão dissociada que está indo embora do planeta.
Em Vênus a vida humana ou humanoide, com maior beleza física e espiritual do que nesta densa dimensão, transcorre no clima paradisíaco em comparação com o nosso estágio evolutivo. A liberdade é uma conquista realizada porque veio da conquista do espírito, logicamente um rosário de atributos inerentes à felicidade eterna que passa a figurar.
Na Terra a escravidão em todas as formas e conteúdos do comportamento humano, em Vênus a libertação dos jugos asfixiantes e opressores. O trabalho fatigante aqui, lá o enlevo de trabalho de menos horas, 4 horas por dias em cometimentos em que aparecem sempre a beleza nas artes e nos ofícios.
Aqui na Terra o sofrimento e a dor se arrastando no viver temporário dos sofredores e oprimidos, em sua grande maioria, e a continuação dos mesmos sofrimentos que são transferidos para as áreas de idêntica situação e na esfera venusiana a saúde completa, no físico e na estrutura espiritual, qualificando-a de seres multidimensionais.
O que é um conquista muito grande para a humanidade terrestre os engenhos e invenções que utilizam satélites que culminam com o aparecimento da internet, lá nos recantos venusianos tudo isto é ultrapassado pela conquista da transparência que aqui na Terra não tem.
Para a grande maioria dos habitantes da Terra a transparência só existe nos lampejos de luz na consciência do que somos nos sonhos desenvolvidos durante o estado do sono. A transparência somente é possível no estado do ser, do nosso ser profundo, o coração, que todos possuímos.

domingo, 8 de setembro de 2013

FACEBOOK

No mundo terrestre, diariamente, cerca de 500 milhões de pessoas fazem o uso do facebook, uma rede social. Como a transição planetária é um dos assuntos no blog Fernando Pinheiro, escritor, vemos a necessidade de estender aqui, e em todos os continentes onde temos leitores, a nossa singela apreciação.
A rede social Facebook é uma ferramenta muito útil na comunicação entre grupos afins e estabelece possibilidades desses grupos locais se estenderem em outras localidades onde são encontradas novas pessoas, crescendo cada vez mais.
A barreira invisível de idiomas falados, por diferentes regiões do mundo, é quebrada com o auxílio do Google tradutor que faz uma tradução momentânea do texto escrito em muitos idiomas, essa tradução merece ser revista porque pode ocorrer mensagens truncadas.
No planeta Terra habitam duas humanidades: uma que vive a consciência dissociada, cerca de 5 bilhões de pessoas, onde há o predomínio da vivência da personalidade e do ego, numa configuração que denota competitividade e separatividade e a outra vivenciando a consciência unificada, onde o ser profundo, simbolizado pelo coração, cerca de 2 bilhões de pessoas, ambas no total de 7 bilhões, a população da Terra.
O coração, não o órgão físico, mas o ser profundo teve também a participação do grupo de 5 bilhões de pessoas, só que no lampejo de uma consciência mais próxima de um patamar mais elevado. Esta ascensão dimensional ocorre, a passos de galopes, do grupo dos 5 bilhões para o outro que cresce a cada instante.
Esta realidade chama-se a separação do joio e do trigo que não é nossa a identificação, mas a da luz crística que se projeta do centro da galáxia, recrudescendo os momentos inesquecíveis de sua passagem, como Verbo encarnado, no longínquo burgo do Império Romano.
Como as duas humanidades estão intimamente ligadas uma a outra, não podemos diferenciar a maneira em que é usada a internet e, em especial, as redes sociais onde o facebook se encontra.
Sabemos que no campo da Psiquiatria, quando o paciente perde a capacidade de conduzir a sua própria vida, ainda em tratamento em clínica ou em casa com o auxílio do “home care”, a internet já não lhe desperta interesse porque tem o grau de sociabilidade bastante baixo.
Com a proliferação de mensagens onde o ego é exacerbado a nível de separatividade e de competitividade, logicamente as pessoas do facebook não se sentem estimuladas a participar na interação de perfis. Esse comportamento se estende a novelas, jornais e outros programas de televisão.
Aproveitamos desta tribuna para dizer aos nossos amigos não criticar nada e ninguém, pois a crítica leva ao julgamento e à separatividade, perdendo-nos uma ótima oportunidade de revelar o que somos, todos nós, um ser profundo que se liga à fonte. Essa ligação é alcançada por 4 pilares: simplicidade, humildade, transparência e alegria.
Não há tempo para estender nossas mãos para quem não quer nos ouvir nem temos a intenção de fazer proselitismo. O amor só se estende com a receptividade. No plano mental e no plano espiritual já estão formadas as egrégoras, todas de todos os tipos, basta escolher qual a direção a seguir.
Há um crescimento de escolhas em ambas as humanidades, no momento na proporção acima mencionada, de modo que há oscilações entre si, quem não está na consciência unificada, hoje, amanhã pode estar e mesmo aqueles que começaram a entrar no caminho do coração podem voltar ao ambiente em que há pouco permanecia. É por isso a recomendação do Verbo: “orai e vigiai”.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A INTERNAÇÃO DE PALOMA

No capítulo 96 - sábado - 7 de setembro de 2013 - da novela Amor à Vida, da TV Globo, a médica Paloma (Paolla Oliveira), intimada por enfermeiros, é obrigada a tomar medicação dentro da clínica psiquiátrica. O presidente do Hospital San Magno, o médico César (Antônio Fagundes) visita a filha e disse que não é psiquiatra mas concorda com o tratamento que ela vem recebendo.
Ela foi conduzida para aquele local por uma decisão judicial, tendo em vista tratar-se de prisão por crime de tráfico internacional de drogas. Completamente revoltada contra a situação, era observada na clínica com sintomas de transtorno mental.
Ficamos a imaginar uma pessoa sadia, uns dias atrás, bonita, inteligente, independente financeiramente, de repente sem condições de conduzir a própria vida. Antes, no cárcere perde a liberdade de locomoção e na clínica psiquiátrica a medicação pesada faz-lhe dopada e sem ter condições de modificar os panoramas íntimos que estão nublados.
Nessas condições a paciente perde a sociabilidade e se agrava no atrito que tem com aqueles que impõem a separatividade, a fim de se locupletar com as vantagens materiais que são retiradas dela por sua incapacidade de gestão.
O maior problema do Brasil é a saúde, conforme é mencionado pela mídia, nesse clima em que está ocorrendo a chegada dos médicos cubanos para trabalhar no interior do Nordeste. Os transtornos mentais estão relacionados no tratamento médico, objeto de nossa crônica Medicações – 28 de julho de 2013 – Blog Fernando Pinheiro, escritor.
A nossa contribuição nessa área se estende nas crônicas publicadas no referido blog: A Cura – 13 de fevereiro de 2013 – Tapete – 23 de fevereiro de 2013 – O Jogo Social – 25 de fevereiro de 2013 – Os Domínios da Psiquiatria – 27 de fevereiro de 2013 – O Desmame – 28 de fevereiro de 2013 - O Paciente e o Meio – 1 de março de 2013 – O Mundo de Morfeu – 10 de março de 2013 – Paisagens Íntimas – 14 de março de 2013 - Comparsas – 15 de março de 2013 – O Fim da Psiquiatria – 29 de março de 2013 – Internação Involuntária – 28 de maio de 2013 – A Fuga – 3 de junho de 2013 - Síndromes – 27 de junho de 2013 – O Retorno – 28 de junho de 2013 – O Retorno II e III – 8 e 16 de agosto de 2013.
Com um bate-papo informal, na Bienal do Livro de 2013, realizada no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 4 de setembro, houve o lançamento da segunda edição do livro “Entendendo a Esquizofrenia: como a família pode ajudar no tratamento?”, autoria do psiquiatra Leonardo Palmeira junto com a psicóloga Maria Thereza Geraldes e a psicopedagoga Ana Beatriz Bezerra.
Vale assinar a experiência do Dr. Leonardo Figueiredo Palmeira, médico do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, com familiares de pessoas com esquizofrenia que, nos idos de 2009, participou de um Congresso Mundial de Pesquisa em Esquizofrenia e manteve conversas com psiquiatras da Europa e dos Estados Unidos que lhe informaram que incluíam os pacientes nos grupos de família e tinha resultados favoráveis.
Vivenciando as cargas do pensamento que o ambiente sobrecarregado de emoção-expressada da família que a colocavam mais para baixo, principalmente as do irmão César, na pele do ator Mateus Solano, a internação de Paloma não expressava a contento a participação dos familiares em ajudá-la.
Escrita em 21 de fevereiro de 2013, na cidade de São Paulo, a crônica Lado a Lado [Blog Fernando Pinheiro, escritor] demonstra a necessidade da presença familiar:
"Lado a lado, o meu amor vai tão longe" repercute o canto de Carlos Alberto, recrudescendo a atmosfera nostálgica dos idos de 60, em que o Brasil vivia uma época em que o lirismo estava mais presente na música popular.
Acompanhar os pacientes na área de saúde é uma tarefa nobilitante onde o silêncio é o ponto de partida para avaliar as possibilidades de ajuda. O improviso do momento acompanhará sempre a inspiração que tivermos para o momento, sempre renovável para que as paisagens íntimas, de comovente beleza, tenham sempre uma coloração de encantos.”

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

ADMIRÁVEL GADO NOVO

A música na voz de Zé Ramalho, conforme ele mesmo falou, sob os aplausos de uma multidão de pessoas, num grande show, é o Brasil [Vídeo Ninaionara – 09/04/2013].
A música serviu de trilha da novela O Rei do Gado, de autoria de Benedito Ruy Barbosa (tema do núcleo dos Sem-Terra), levada ao ar em junho/1996 a fevereiro/1997, pela TV Globo. No elenco: Antonio Fagundes, Patrícia Pillar, Letícia Spiller, Tarcísio Meira, Glória Pires, Raul Cortez, Fábio Assunção, Carlos Vereza, Cláudio Corrêa e Castro, Oscar Magrini, Eva Wilma, Marcello Antony, Stênio Garcia, Vera Fischer, Sílvia Pfeifer, Bete Mendes, Guilherme Fontes, Almir Satter, Pedro Paulo Rangel, Lavínia Vlasak, Sérgio Reis, Ney Latorraca, Jackson Antunes, entre outros atores.
A caminhada é árdua na demonstração de coragem mesmo no que possa acontecer e revela a realidade que se consome: “E ver que toda essa engrenagem, já sente a ferrugem lhe comer. Eh, ôô, vida de gado, povo marcado, ê povo feliz”.
Quando o povo é governado pela mídia vira gado marcado e, dentro do bucolismo e da brejeirice é povo feliz, demorando-se “na beira da estrada, e passa a contar o que sobrou”.
O cantador nordestino desfia o novelinho: fuga da ignorância que o cerca, sonho com melhores dias e, mesmo numa cela, vislumbra nova possibilidade de ver esse mundo se acabar. Mas, na arca de Noé, o dirigível, ninguém voa e nem se pode flutuar.
Apenas na área da saúde mental, no Brasil as cifras crescem alarmantes:
“Vale assinalar os números apresentados pela Gazeta do Povo: R$ 1,85 bilhão arrecadado, nos idos de 2012, na venda de 42,3 milhões de caixas de medicamentos antidepressivos. Ressalta a Gazeta que o aumento do número das prescrições de remédios tem colocado em alerta especialistas e entidades, pois está evidenciada a hipermedicalização de pacientes [MEDICAÇÕES – 28 de julho de 2013 – Blog do site www.fernandopinheirobb.com.br].”
Segundo ainda a Gazeta do Povo nos idos de “2016 o total movimentado com a venda de medicamentos no país pode ultrapassar a marca de US$ 42 bilhões – o equivalente a R$ 93 bilhões”. A música de Zé Ramalho é tão elucidativa quanto aos números apresentados: “E ver que toda essa engrenagem, já sente a ferrugem lhe comer.”
Houve manifestações populares nas ruas, em diversas ocasiões e localidades, buscando sempre as melhorias para saúde, o que mobilizou o governo a importar médicos cubanos, objeto de nossas crônicas O Brasil nas Ruas – 29 de junho de 2019 [blog do site www.fernandopinheirobb.com.br e Ajuda Bem-Vinda – 25 de agosto de 2013 - facebook]. Essa foi a hora demorada “na beira da estrada, e passa a contar o que sobrou”.
Sair do cárcere de dor que a doença gera sob o comando da mente encarcerada é um desafio em que há apenas uma nova possibilidade de ver este mundo se acabar. A mídia já promoveu muito o fim-do-mundo, em muitas ocasiões, apenas promovendo a instabilidade que promove doença.
Este plano mental, onde há oscilações do dualismo humano em todas as áreas, inclusive nas áreas de saúde, onde se busca fora o que deve ser de dentro, já durante cerca de 26.000 anos quando foi instituída a consciência planetária dissociada.
Quando este percurso do tempo esteve há 2.000 anos, o libertador da Terra, o verbo encarnado, veio pessoalmente dizer qual é o caminho, a verdade e a vida. Ele é, todos somos, desde que o ser profundo, que todos temos, se ligue a fonte, para ser também caminho, verdade e vida.
Dentre do dualismo humano tudo é fragmentado, a separatividade é a única referência entre os comportamentos humanos que abrange todas as áreas, inclusive as do apelo religioso.
Vejamos o que nos disse o Dr. Amit Goswami, Ph.D., Professor aposentado do Departamento de Física Teórica da Universidade de Oregon, USA.: “Or else, we make a discontinuous leap to the supra mental, glimpse at an archetype, and map it in the mind, a map that we never had before.” [Facebook].
Em resposta à mensagem da psicóloga Avani Rodrigues, leitora de nossos textos, dissemos que o supramental, reconhecido pelo Dr. Amit Goswami, e por toda a comunidade científica que descortina o novo paradigma da ciência dentro da consciência, nos dá condições de ampliar aquilo que o mental não pode conseguir. O mental foi muito útil à nossa civilização, nos deu todo esse conforto que o progresso material exibe, mas está sendo substituído pelo supramental, onde a transparência a nível de alma será conhecida por todos.
Como nos sonhos, saberemos tudo através do supramental. Ninguém enganará mais ninguém. Como todos serão sadios, não haverá mais necessidade de médicos nem de remédios. Esta é a paisagem que descortinará o Terceiro Milênio que será implantado daqui a alguns séculos. A Terra está sendo sacralizada dentro da profecia da separação do joio e do trigo.
O Brasil, cantado na música Admirável Gado Novo, passa por esse aperreio, porque está aperreado, ôxente, mas por ser bucólico e brejeiro, tem um povo feliz, e, estendendo o nosso olhar para fora, faz um tempo confortável, como confortável é o canto do cantador.